07/06/18

EXCOMUNHÃO AO CARDEAL PAROLIN?


Uma vez que o Secretário de Estado Cardeal Pietro Parolin figura na lista de convidados do Cllub Bilderberg, cuja reunião terá início daqui a dois dias (09/06/2018 ao dia 12 - Turim), deveria o Papa dar aviso urgente com imposição de medidas condizentes, tais como:
- abster-se do convite;
- fazer diariamente, várias vezes ao dia prova inequívoca de não correspondência ao convite (provas públicas de que não se deslocou a Turim durantes os dias em que a reunião decorre);
- a desobediência ao afastamento atribuiria excomunhão automática.

Caso o Cardeal tenha autorização do Santo Padre, pelas altíssimas responsabilidades que o altíssimo poder papal está obrigado, Frâncico desocupe imediatamente a Sé de Pedro Apóstolo. Mas, se não houver autorização do Papa ao seu Secretário de Estado, e o Santo Padre não tiver usado de toda a sua autoridade e poderio (espiritual e temporal) para deter o Card. Parolin, deve igualmente proceder-se ao afastamento de Francisco. Poderia haver arrependimento do Papa? Sim, mas com reparação pública satisfatória, nomeadamente a condenação das sigilistas reuniões Bilderberg.

Se tudo de mau acontecer, o que Deus não queira, e o Papa não se afastar do cargo?

Até ao afastamento, ou reparação clara e satisfatória, deverão os fiéis católicos abster-se prudencialmente daquilo que é emanado pelo Santo Padre, rezar pela Igreja e pelo Santo Padre, afincar-se mais a:
Doutrina Tradicional (anterior aos demasiado "interpretáveis" textos do Concílio Vaticano II) ;
Terço diário, tal como era rezado quando  foi pedido por Nossa Senhora em Fátima;
Confissão bem feita, e recurso honesto e devido aos mais Sacramentos e tanto quanto possível (não cair no desprezo Sacramental "o sacramento pelo sacramento").

(neste momento reze três Avé-Marias)

4 comentários:

Rafaela Silva disse...

São só aflições...

ASCENDENS ASCENDENS disse...

Cara Rafaela Silva,

se isto não chega para demover aqueles que acham que a Igreja está na faze de restauro; em vez de fecharem portas e se protegerem, estão a abrir portas e expandir: qual movimento precisamente oposto ao que teria de ser.

Publicamente é sabido que estas reuniões sigilistas são temíveis, e que têm os supra-maçonaria na frente.

VOlte sempre

Anónimo disse...

Estimado, louvo-lhe a prudência, o equilíbrio e a sabedoria. Vim aqui encontrar o que muitos já deveriam ter dito. Mas pergunto, qual o motivo dos tradicionalistas em geral estarem tão calados a respeito deste e doutros assuntos?

Pax
D. Sousa

ASCENDENS ASCENDENS disse...

Caro D. Sousa,

obrigado pelas gentis palavras.

Não creio que os "tradicionalistas" estejam calados a esse respeito, mas sim que alguns estão. Todos os que nestes últimos anos saíram voluntariamente da FSSPX fazem esse tipo de análises e denúncias; a FSSPX, não, certamente pelos objectivos que pretende com Roma. Os movimentos Ecclesia Dei (que não consideramos realmente tradicionalistas pelo condicionamento que aceitaram ter) também nada ou pouco diz devido ao mesmo condicionamento em que se meteram. Consoante estas coisas, aqueles que não se atrevem fazer soar o sino relativamente a esta grave situação do Papa e seu Secretário de Estado procuram "bater" nos sectores da Igreja com menor poder. É uma constatação, e não parece haver possibilidade de isto não ser assim mesmo!


Volte sempre

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