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24/11/11

SANTOS DA NOVA IGREJA - JOSÉ MARIA ESCRIBA

O Padre José Maria Escriba (que dizem ser da inexistente família Escrivá), nunca canonizado pela Santa Igreja, deixou rasto de comprovadas desgraças camufladas com grande e espantosa habilidade.

Eis uma ténue demonstração que o define:

"Por isso não é correto falar de liberdade de consciência que equivale a considerar como de boa categoria moral a atitude do homem que rejeita a Deus" (em "Amigos de Deus - Homilias" de Mons. Josemaría Escrivá)

"Eu defendo com todas as minhas forças a liberdade de consciência, que denota não ser lícito a ninguém impedir que a criatura preste culto a Deus" (idem, ibidem).

01/01/11

"DO LADO DE DENTRO - UMA VIDA NA OPUS DEI" - Livros

Não é um livro que recomende a qualquer um. Visto ser escrito por uma ex-numerária da Opus Dei também as apreciações por ela feitas contra esta Prelatura Pessoal estão impregnadas de modernismo. Mesmo assim, o livro vale pela informação pouco conhecida sobre Mons. Escriba e sua obra. Contem documentos importantes, seu nome original é "Tras el Umbral - Una vida en el Opus Dei", foi publicado em 1993. A autora, mesmo tendo sido secretária de Mons. Escriva, e tendo assumido cargos de responsabilidade, foi evitada pela Opus Dei no processo de Monsenhor Escribá para a Causa dos Santos.


"Maria del Carmen Tapia nasceu em Cartagena (Espanha) em 1925. Em 1960 adquiriu em Caracas a nacionalidade venezuelana , que ainda conserva . Cresceu e estudou em Madrid  . Entrou para a Opus Dei como nemerária em 1948. Viveu nas casas da Opus Dei em Espanha até 1952, ano em que foi chamada a Roma para trabalhar directamente  sob as ordens de Monsenhor Escrivá. Em 1953 foi nomeada em Roma superiora da Assessoria Central da secção de mulheres.
Em 1956 foi enviada para a Venezuela como directora regional da secção de mulheres. Viveu em Caracas até 1965, ano em que Monsenhor Escrivá a chamou a Roma. Desde 1966 que não pertence à Opus Dei."
 Publicações Europa - América

31/12/10

OPUS DEI, A OPUS SEM "DEI" - CARTAS REVELADORAS

A carta ao Papa João Paulo II, já aqui publicada, fora entregue ao Cardeal Ângelo Sodano a pedido de Maria del Carmen Tapia. Eis a carta ao Cardeal:

"Santa Bárbara, 2 de agosto de 1991

Sua Eminência Ilustríssima
Cardeal Ângelo Sodano
Cidade do Vaticano
DE CONSCIÊNCIA
Eminência:

Tomo a liberdade de juntar este material “segredo e consciência” com a fervorosa súplica de que o coloque directa e pessoalmente nas mãos do nosso Beatíssimo Padre, Sua Santidade João Paulo II.

Rogo-lhe, Eminência , em nome de Deus, que dada a importância do conteúdo não confie este material em mão de nenhum intermediário, a não ser nas de Sua Eminência para que o entregue ao Santo Padre directamente e pessoalmente.

Abusando de sua caridade, rogaria que me enviasse igualmente uma breve nota, à direcção a baixo indicada, notificando-me, para minha paz de consciência, a data em que o documento foi directamente entregue a Sua Santidade.

Com toda a gratidão e respeito, lhe pede a sua bênção,
Maria del Carmen Tapia


Maria del Carmen Tapia
980 Hot Springs Road
SANTA BARBARA, Califórnia, 93108-1111 (U.S.A.)

Telefone: Residência: (805) 969-0090, Universidade: (805) 893-3075"


(Tradução ASCENDENS, directamente do fac-simile publicado em "Do Lado de Dentro - Uma vida na Opus Dei")

30/12/10

O ESCÂNDALO - MARIA TAPÍA, SECRETÁRIA DE MONS. ESCRIBA, ESCREVEU AO PAPA

"Santa Bárbara, 02 de Agosto de 1991

Santíssimo Padre:

Após séria deliberação, eu decidi escrever esta carta para abrir a minha alma e manifestar diante de Vossa Santidade, de Deus e da Igreja, aquilo que para mim é um sério dever de consciência: que a vida de Monsenhor José Maria Escrivá de Balagüer, a qual eu testemunhei por muitos anos, não era admirável e muito menos digna de imitação. Seu processo de beatificação prejudicaria seriamente a Igreja e as almas, uma vez que isso obrigaria a supor que o modo como ele viveu e ensinou no Opus Dei, fundado por ele, foi exemplar.

Eu conheço Opus Dei muito bem, porque eu fui um membro numerário por quase vinte anos (1948—1966), durante seis dos quais eu vivi em Roma (1952—1956 e 1965—1966). Eu fui secretária pessoal de Monsenhor Escrivá e Superiora do Governo Central do Ramo feminino do Opus Dei. Monsenhor Escrivá foi quem recebeu os meus votos finais no Opus Dei pessoalmente. Além do mais, eu fui a primeira Directora de Imprensa que o Opus Dei teve em sua casa central em Roma e também fui especialmente encarregada por Monsenhor Escrivá de tomar notas e fazer registros para a posteridade de qualquer coisa que eu lhe ouvisse dizer sempre que  visitava a casa feminina. Em 1956 fui enviada à Venezuela como Directora do ramo feminino do Opus Dei  naquele País, onde obtive a cidadania venezuelana, a qual ainda mantenho. Deixei a Venezuela em 1965, quando Monsenhor Escrivá me convocou para servi-lo em Roma e ali permaneci até a minha saída definitiva do Opus Dei em 1966.

Agora eu vejo os superiores do Opus Dei apressarem os passos dessa beatificação, esgotando todos os recursos humanos, sociais, políticos e financeiros, porque  julgam que se não forem bem sucedidos durante o seu Pontificado, Santíssimo Padre, talvez, séculos passarão antes que eles possam conseguir esta beatificação. Depois de terem conseguido a mudança jurídica de status, de Instituto Secular para Prelatura Pessoal, a única meta e objectivo do Opus Dei é fazer do seu fundador um santo.

Eu desejei testemunhar no processo de Monsenhor Escrivá no tempo apropriado, mas não me foi permitido fazê-lo. Além disso, foi-me expressamente indicado pelo Padre Dom Joaquim Aznar Cleofas, o qual visitei em Madrid em outubro de 1981 e que era um “Advocatus diabolis”,  que não me permitiriam testemunhar.

Dada a extrema importância e repercussão do que possivelmente está para acontecer e compreendendo que o meu testemunho possa ser crucial, eu estou pronta Santo Padre, para ser directamente interrogada por Vossa Santidade, no modo que o Senhor escolher, indo a Roma  no dia e horário que Vossa Santidade escolher.

O modo de actuar do Opus Dei, sua grande influência e suas manobras dentro da Cúria Romana, já são bem conhecidas por muitos e há muito tempo. Mas infelizmente, durante todo o processo de beatificação do Monsenhor Escrivá, isso pode ser especialmente verificado dentro da Congregação para a Causa dos Santos, onde Sua Eminência, Pietro Palazzini está encarregado. Portanto, eu suplico-lhe Santo Padre, que se Vossa Santidade não puder ouvir-me pessoalmente, em um assunto tão importante para o bem estar da Igreja e das almas, que pelo menos, aceite designar um juiz para a audiência, que seja da sua total e pessoal confiança e que não tenha a menor relação com o Opus Dei.

Se o Opus Dei perceber o meu desejo de testemunhar diante de Vossa Santidade, eu não descarto a possibilidade de que eles tentem interferir no meu testemunho, seja de alguma forma impedindo a minha presença física no Vaticano, ou seja, através de um subtil ou não tão subtil ataque pessoal que espalharia dúvidas sobre a minha integridade moral; e não seria a primeira vez que eles recorreriam a tal procedimento, como demonstram vários documentos que eu tenho em meu poder. Por esse motivo, eu me vi obrigada a guardar os originais dos documentos que eu possuo em diferentes e seguros lugares sob protecção legal. Todo esse material, em última análise, cairia em domínio público caso algo venha a acontecer-me.

Por muito tempo eu desejei ardentemente falar directamente a Vossa Santidade como uma filha a seu pai, abrir o meu coração que sofre por causa das consequências deste evento, e também ser capaz de responder a qualquer questão que Vossa Santidade possa levantar, mas infelizmente, não me foi permitido aproximar-me da Vossa Santidade, apesar das minhas várias viagens a Roma.

É meu fervente desejo Santo Padre, que desta vez, para o bem da Igreja universal e de todas as almas, esse processo de beatificação, o qual o Opus Dei deseja tão precipitadamente acelerar e abreviar, seja prolongado o mais longamente possível. Deste modo, um escândalo seria evitado e um amplo espaço de tempo seria dado para que se investigasse o caso profundamente. Juntamente com o já familiar testemunho daquelas pessoas que foram unilateralmente apresentadas por membros ou superiores do Opus Dei, poderiam ser tomados também os testemunhos daqueles outros que conheceram o Monsenhor Escrivá intimamente, que passaram mais de 15, 20 ou 30 anos dentro do Opus Dei, e que tinham algo a declarar mas não foram chamados ou não lhes foi permitido testemunhar só porque não fazem mais parte do Opus Dei.

Os superiores do Opus Dei temem estes testemunhos porque fatos verdadeiros viriam à luz e eles não gostariam que tais fatos jogassem uma luz diferente sobre a imagem que eles tentam projectar da vida de Monsenhor Escrivá. Portanto, eles fazem qualquer coisa que estiver em suas mãos, para que aquelas pessoas, cujos pontos de vista não coincidem com o que eles querem fazer prevalecer, sejam consideradas inadequadas ou testemunhas não-dignas de confiança.

Santo Padre, eu anexo a essa carta uma série de rascunhos de eventos aos quais eu estava presente, participei e ouvi durante os meus anos dentro do Opus Dei.. Embora esses eventos não sejam tudo que eu sei, eles podem oferecer a Vossa Santidade uma diferente perspectiva da vida real de Monsenhor Escrivá. Eu poderia acrescentar outros eventos ainda mais sérios e individualmente documentados sobre a minha experiência pessoal com Monsenhor Escrivá, os quais eu estou preparada para declarar na presença de Vossa Santidade.

Também, anexo um rascunho em seu actual estado, de um trabalho que eu preparei comentando o documento apresentado pelo Opus Dei à Santa Sé com a petição para a mudança de Instituto para Prelatura Pessoal. Eu posso assegurar a Vossa Santidade que os meus comentários em cada ponto reflectem toda a verdade.

Eu conheço um grande número de pessoas que ainda temem represálias do Opus Dei e que com a consciência atribulada permanecem em silêncio. Essas pessoas falariam apenas a pedido de Vossa Santidade e seus testemunhos, os quais seriam de grande importância e que poderiam ser especialmente de peso na decisão final de Vossa Santidade, não poderiam ser obtidos de nenhuma outra forma. Por exemplo, eu posso colocar à disposição de Vossa Santidade o nome de um membro feminino do Opus Dei, que foi numerária por trinta anos e que saiu da organização há apenas dois anos atrás. Ela me assegurou que a menos que  fosse convocada por Vossa Santidade, jamais falaria com ninguém,  por temer possíveis represálias do Opus Dei.

Eu creio no Espírito Santo e confiando em sua intercessão, espero que Vossa Santidade ouça o meu apelo.

Com toda a humildade, sua filha em Nosso Senhor requer a sua bênção.

Maria Del Carmem Tapia"





Traduzido do Livro “Beyond the Threshold” Páginas 354—356, Appêndice-C,
Autora: Maria Del Carmem Tapia
Fonte: A CAPELA






(A Carta que acompanhava esta, dirigida ao Cardeal Ângelo Sodano, AQUI )

14/09/10

ABUSOS DOUTRINAIS CONTRA A FÉ CATÓLICA

Vim agora de fazer uns comentários na A Casa de Sarto. Recomendo aos leitores [tradicionalistas] mais exigentes não se orientarem por tal blogue, com o qual há algumas diferenças, e peçam ao responsável que se defina melhor [assunto relativo ao que lá fui comentar]. Daqui, fui a algumas ligações de cariz conservador, dei com a "Una Voce" (que não está hoje na mesma boa situação que no passado). Vou mostrar coisas deste último site, para ilustração de quem ande arrastado por esse pseudo-tradicionalismo:

1- "CONFIRMACIONES EN LA FSSPX.

22/08/10. No solemos publicar fotografías de la Fraternidad Sacerdotal de San Pío X. Hoy vamos a hacer una excepción, por la calidad de la imagen, tomada durante unas recientes confirmaciones conferidas por el obispo español don Alfonso de Galarreta, uno de los cuatro obispos en su día consagrados por el arzobispo Lefebvre. Y que publicamos en el deseo del pronto retorno a la plena comunión con Roma."

- Comentário ASCENDENS: Fazem excepção pela qualidade da imagem [realmente é bonita]! Constatemos por estes comentários que os "Ecclesia Dei" nadam em afectos pelo "bonito pomposo", oh grande motor. Mas escapa-lhes a doutrina católica, ou seja, a pureza da Fé! Usam "plena comunhão", mantendo longe os olhares daquilo que verdadeiramente os distingue  mais da FSSPX: a Doutrina, a profissão pública da Fé, o Pensamento Católico. Como pode haver restauro do catolicismo se estes, que não estão em comunhão plena com a Fé de Nosso Senhor proclamam que os sempre fieis à Igreja não estão em comunhão com Ela!? Fica assim bem entendido que a excepção da publicação, propositadamente anunciada, tem dois aspectos: Publica-se a dita foto pelo critério do agrado estético, sendo que, regularmente, as "publicações não realizadas" sobre FSSPX devem-se então ao não compromisso com parte da Doutrina por parte da "Una Voce" (é esse também o cerne de afastamento da actual Roma).

2 - "MISA SOLEMNE EN NORWALK

24/08/10. El Canónigo Aaron Huberfeld, ordenado recientemente en el Instituto de Cristo Rey Sumo Sacerdote, ofició Misa Solemne con la Forma Extrordinaria del Rito Romano en la parroquia de Santa María, en Norwalk, Connecticut, EE.UU."
- Comentário ASCENDENS: Um antigo sacerdote dum dos grupos "Ecclesia Dei", quando abraçou posteriormente a FSSPX não sabia rezar Missa antiga. O mesmo sacerdote assegurou que esse tal grupo, que tinha como uma das bandeiras a "defesa da Missa de sempre" não lhe ensinou devidamente a Missa, e que nem havia bases teológicas suficientes para tal. Eu e outros sabemos isto, e há que dizê-lo aos católicos arrastados para a Missa antiga rezada por padres fora da continuidade da Tradição, padres modernistas-conservadores etc.. Por outro lado, há que saber que os sacerdotes e bispos ordenados pelo novo rito podem não estar realmente ordenados - esta é uma hipótese que gostaria de ver definitivamente aclarada, sob informação apropriada.

3 - "ESPLENDOR DE LA LITURGIA: ABADÍA DE REIN

24/08/10. Magníficos ornamentos utilizados en la bendición del nuevo Abad mitrado en la Abadía Cisterciense de Rein, en Styria, Austria, el pasado 21 de agosto."
- Comentário ASCENDENS: Este apego (desordenado!?) ao "bonito pomposo" é cultivado nos "Ecclesia Dei", e Opus Dei, e por outros modernistas-conservadores como constante na sua campanha e actividade, é uma marca. Este cultivo da vaidade é habitualmente desculpabilizado por eles como "o belo no culto". Prova de que não é uma questão do verdadeiramente Belo, atributo divino, é a omissão do Doutrinal em parte, e por colocarem a Doutrina em plano inferior sabemos que não estão bem ordenadas as suas intenções relativamente à Missa.

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