O HOMEM NOVO
E. Conclusão
"O humanismo moderno – não o integral, por favor! – senão a dignidade dum homem cujo valor supremo é a liberdade, cuja inteligência está liberta da tirania da realidade pelo relativismo subjectivista, cuja moral está regida pela lei suprema de sua própria consciência. É um homem que não reconhece nada que esteja por cima de sua própria natureza, que se tornou ateu, já que não seja por ter renunciado – como reconhecia Paulo VI – à transcendência das coisas supremas.
Prometeo, ou seja, o Concílio, sai ao encontro e lhe propõe um “humanismo novo”, no qual não só não perderá nenhuma das suas custosas conquistas, senão que verá enriquecido com o fogo divino: a herança da Igreja. Que se recorde que Dela tomou as suas riquezas e que advirta que só a Ela lhas conserva:
- Na liberdade está certamente – concede o Concílio – a dignidade suprema do homem, mas por ela transcendemos a condição de puras criaturas e nos elevamos à condição de imagem do Criador. A liberdade é participação da natureza divina. Veja-se como a liberdade aparece mais bela considerada na sua transcendência.

