Mostrar mensagens com a etiqueta Porto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Porto. Mostrar todas as mensagens

26/06/18

MÚSICA PORTUGUESA SACRA E RELIGIOSA DA ACTUALIDADE (I)

Se não formos nós portugueses, quem o fará?

Inauguramos uma série de mostra de música sacra e religiosa de compositores portugueses da segunda metade do séc. XX em diante.

Portugal é de certo o país católico que melhor música sacra e religiosa na actualidade produz e reproduz nas paróquias. Evidentemente, há também casos opostos aos quais nem vamos da voz.

Apenas para os que não conhecem e são de fora, é conveniente dar uma explicação rápida de que existe em Portugal, por parte da Igreja um Secretariado Nacional que se encarrega da peritagem das músicas que, segundo a composição e a letra estão aptas para o Culto em Portugal.

Não sendo a intenção fazer promoção de tais entidades, achamos de proveito dar a conhecer algum repertório usado actualmente nas Dioceses portuguesas.

Em tempo oportuno faremos uma rigorosa explicação daquilo que é "música sacra" e "música religiosa", com rigor e certeza académicos, e poderemos fazer exemplos didáticos para que não mais um leitor confunda uma com outra, e também para que até eclesiásticos possam finalmente receber clareza onde ela tem andado em falta.

Igreja de Nossa Senhora da Lapa - Porto
Hoje trazemos aos leitores a composição "Aproxima a tua mão". O compositor é o Cónego Comendador DR. António Ferreira dos Santos (Diocese do Porto), por mérito cultural Comendador da Alemanha e Comendador de Portugal, Reitor da Igreja de Nossa Senhora da Lapa (Porto).



(continuação: O Cordeiro que foi imolado)

22/01/14

21 de Janeiro - No AGIOLÓGIO LUSITANO

- "No mesmo dia, na Igreja Catedral do Porto, a festa do mesmo S. Vicente Mártir, a quem a dita cidade muitos anos reconheceu padroeiro; por gozar do rico depósito de um braço deste insigne Diácono, que o céu milagrosamente lhe quis dar; porque levando-o por mandado del Rei D. Afonso Henriques para a Sé de Braga, a mula em que ia, parou na dita Igreja do Porto, sem ninguém a poder fazer dar mais passo, nela, prostrada diante do altar maior, tanto que lhe tiraram o sagrado penhor, acabou subitamente. Não permitindo o céu, que servisse mais em profanos vasos, a que havia trazido sobre si as relíquias deste Santo Mártir."

- "Na cidade de Beja, o triunfo glorioso dos santos Mártires Vicente, e Orêncio, que inflamados no fogo do divino amor, desejosos de sacrificarem as vidas por Cristo, com grande fervor, e ousadia (sem serem buscados) espontaneamente se foram oferecer a Rufino, legado de Daciano. E porque em sua presença confessaram publicamente a Fé Católica, foram por seu mandado mortos, e coroados de martírio. A cujos santos corpos deu religiosa sepultura um santo Diácono por nome Vicente, que era bem na morte fizesse este pio ofício, que pouco antes na vida havia feito outro de caritativo, hospedando-os em sua casa. Mas como isto chegasse a notícia do cruel Rufino, o mandou degolar, no próprio lugar em que os santos haviam padecido; cujo sacrílego mandato, antes que os algozes o executassem, usaram com o Santo Diácono de estranha crueldade, que foi decepar-lhe ambas as mãos, em castigo de serem instrumento de tão santa obra. Sabendo o pai de Victor, do martírio de seu filho, temendo outro semelhante, fugiu à perseguição. O que entendido por sua mulher Aquilina com grande pressa foi em seu alcance, e com abrasado fervor, e eficácia o persuado que tornasse,e assim ambos firmes, e constantes em confirmação da Fé, que no Baptismo professaram, ofereceram as gargantas ao agudo fio da espada. Depois de largo tempo (por divina revelação) achadas suas relíquias pelo Bispo Paulino, levando-as num carro para Itália (pátria sua) tanto que chegaram à cidade de Ebruduno junto aos Alpes, por ministério de Anjos ou bois, que o guiavam ficaram imóveis, sem poderem dar passo, por mais que os picassem. Vendo o bom Prelado sucesso tão maravilhoso, e a disposição da divina vontade com decência, e veneração devida a tantos méritos, foram na mesma cidade depositados."


- "No sumptuoso mosteiro de Alcobaça, cabeça da família de S. Bernardo neste Reino, a deposição de S. Domingos Matriz, Abade daquela real casa, que depois de viver alguns anos na Ordem com religiosa conversação, grande reforma, e singular pureza de vida, sendo a seus companheiros vivo exemplar de virtudes, qualificadas com acções miraculosas, crescendo cada vez mais sua fama foi com geral beneplácito de todos os monges,promovido àquela insigne Abadia. Mas o santo varão, que estimava mais a quietação de sua cela, que todas as dignidades, temendo que esta lhe fosse causa de algum humano fausto, e altivez, não consentiu na eleição, até ser obrigado por obediência. Aceitando o cargo, celebrando-se Concílio em Compostela (em que se tratava da restauração da Terra Santa) convocado pelo Arcebispo D. F. Rodrigo Gonçalves, se achou nele (a causa que para isso teve ignoramos) onde porque o queriam obrigar, e a outros Eclesiásticos que contribuíssem para certos gastos que haviam de fazer os Procuradores, que o Concílio mandava a Roma ao sumo Pontífice, ele pugnou valorosamente pela isenção, e liberdade de sua Ordem. Vindo de lá, partiu logo para França a Capítulo geral, nele avançou licença para a erecção do convento de Odivelas, em cuja solenidade depois assistiu. E assim mesmo na de Almoster, benzendo o sítio, e sagrando a Igreja (como Abade que era) com grande autoridade. Em seu governo trasladou o corpo de S. D. Pedro Afonso (irmão del Rei D. Afonso Henriques) do claustro de Alcobaça para a capela maior da Igreja. Havendo finalmente governado esta Abadia santamente quase sete anos, desejando recolher-se, à renunciou no V. D. Pedro Nunes, cuja acertada eleição,foi como de tão prudente, e santo Prelado. Livre do cargo, e recolhido ao retiro da cela, viveu alguns mais, como verdadeiro religioso, continuando os actos da comunidade com admirável exemplo, e prerrogativa de milagres, os quais continuaram ainda depois de sua morte, a qual (sem dúvida) foi preciosa no divino conspecto, pois afirmam graves autores estar seu nome no catálogo dos Santos, e que se rezava dele antigamente na Igreja Eboracense em Inglaterra, enquanto aquele Reino dava obediência aos Vigários de Cristo."

13/12/13

BEATA MADRE MARIA DO DIVINO CORAÇÃO

Madre Maria do Divino Coração
 A Condessa alemã Maria Anna Johanna Theresia Antonia Huberta Dröste zu Vischering nasceu a 8 de Setembro de 1863 junta com seu irmão gémeo (na Festividade da natividade de Nossa Senhora). Era filha do Conde Clemente Heidenreich Franz Dröste zu Vischering e da Condesa Helana von Galen, pertencia a uma das mais ilustre famílias que se distinguiu pela fidelidade ao Catolicismo frente à perseguição de Kulturkampf.

Palácio Erbdrostenhof (Münster), onde nasceu
Maria
A infância de Maria foi passada no castelo de Darfeld (Münster), e desde muito cedo sentiu-se atraída pela devoção ao Sagrado Coração de Jesus junto com a devoção ao Santíssimo Sacramento. Mais tarde dizia "Nunca posso separar a devoção ao Coração de jesus da devoção ao Santíssimo Sacramento e nunca serei capaz de explicar como e quando o Sagrado Coração de Jesus se dignou favorecer-me no Santíssimo Sacramento da Eucaristia".

Castelo de Darfeld
"Nesse dia esperei em vão a graça da vocação religiosa, mas em vão", dizia a respeito do dia sua Primeira Comunhão (25 de Abril de 1875). Mas esta graça foi recebida pouco depois, a 8 de Julho do mesmo ano, depois da receber a Confirmação.

Durante um sermão, em 1878, ao ouvir "Amarás ao Senhor teu Deus com todo o teu coração e com toda a tua alma." pensou "Tenho que ser religiosa", e comentou mais tarde "Teria preferido que os meus ouvidos não o tivesse escutado, mas é impossível resistir à voz de Deus". Um ano depois tinha chegado a uma conclusão "que sem espírito de sacrifício o amor ao Coração de Jesus é apenas uma ilusão."
Estando na capela do seu Castelo de Darfeld, no ano de 1883, ouviu no seu interior uma voz de Nosso Senhor que lhe diz "Tu serás a esposa do Meu Coração". Em 1888, ouviu novamente Nosso Senhor interiormente a dizer-lhe "Tens que entrar no Convento do Bom Pastor", ao que acedeu em seguida entrando para este convento em Münster.

No mesmo dia e na mesma hora, Maria e Sta. Teresa de Lisieux, uma na Alemanha e outra na França, recebiam o hábito. Maria passa a ser Irmã Maria do Divino Coração, tinha 28 anos.

Depois de 5 anos foi enviada em missão especial a Portugal como assistente da Madre Superiora do Convento, em Lisboa. Depois de 4 meses foi enviada para o Convento do Porto como Madre Superiora. Aí começou por destacar-se como restauradora da disciplina religiosa, e pela muita exigência na vida de santificação.

Dizia: "Quando se pede ao Seu Divino Coração por uma alma, Ele nunca recusará, embora às vezes peça muita oração, sacrifício e sofrimento".

Nosso Senhor apareceu então à Madre Maria do Divino Coração, várias vezes, dizendo-lhe que queria que o Papa consagrasse o mundo ao Seu Sagrado Coração. Nesta sequência, tomando conhecimento do divino pedido a Junho de 1898 e Janeiro de 1899, o Papa Leão XIII recebeu os Condes Dröste zu Vischering, pais da Madre Maria, e disse-lhes "Dizei à vossa filha que a consagração do mundo ao Sagrado Coração que me pediu será feita em todas as catedrais e igrejas do mundo; e dizei-lhe que isto é consequência do que ela me informou e que eu espero daqui as maiores graças para o mundo inteiro."

No mês de Maio desse ano, o Papa promulgou a encíclica Annum Sacrum, onde consta a dita consagração. A 11 de Junho desse ano, depois de um Tríduo solene a nível mundial, o Papa fez a consagração na forma pedida, e afirmou "Este é o maior acto do meu pontificado!"

Nos últimos três anos de vida, por enfermidade, sofreu bastante e foi afectada de paralisia progressiva.

A Madre Maria do Divino Coração faleceu horas depois de ter recebido duas cópias da encíclica, e nas Vésperas da Festividade do Sagrado Coração. Por desejo não foi levada a Alemanha e ficou sepultada em Portugal (Igreja do Convento do Bom Pastor - Ermesinde, Porto). Depois de 45 anos verificou-se que o corpo da Madre Maria estava incorrupto. Venerável em 1964, Beata em 1975.

Cristo Rei (Almada, Lisboa)
Da Madre Maria do Divino Coração há relíquias expostas fora do local da sua sepultura, na Capela dos Confidentes de Jesus no Santuário Nacional de Cristo Rei (Almada, Lisboa - Portugal).

02/05/13

18/01/13

CATÓLICOS E EVENTOS FESTIVOS - GRATULAÇÃO PELOS DESPOZÓRIOS DE D. JOSÉ (III)

(continuação da II parte)
Sé do Porto
Neste dia saiu o Coronel Governador das Armas com o seu Regimento vistosamente formado, e por sua ordem a brilhante Companhia dos Moedeiros, e todas as das Ordenanças com seus Capitães, Oficiais, e Soldados geralmente vestidos de gala, e festa, para estarem, como estiveram, em ala postos em armas nas ruas do largo giro, por onde havia de discorrer a Procissão de tarde; nela se viam adornadas todas as janelas de admiráveis tapeçarias. Pelas duas horas da mesma principiou a sair da Sé a Procissão precedida de sonoros clarins a cavalo, a que se seguia S. Jorge precedido também  de copioso cortejo de um Alferes com bandeira bem montado, e de lacaios, e cavalos à destra; seguiam-se 8 bailes compostos de Saraus, e Músicas ordenadas à celebridade do dia, e governados por outros tantos Cidadãos vestidos de gala. Via-se logo S. Crisóstomo na mesma fórma que costuma sair na Procissão de Corpus; a que se seguiam em avultado número todas as Confrarias da Cidade com bem compostos andares.

Continuavam o acto todas as Comunidades Religiosas, e o Clero levada por este a Arca do venerável corpo de S. Pantaleão Padroeiro desta Cidade, e o Reverendo Cabido adornado de murças de veludo admiravelmente forradas,e com toda a mais magnificência, que pedia o lustre desta vistosa função. Levavam os 6 cidadãos referidos o Pálio, e debaixo dele ia o Reverendo Deão Jerónimo de Távora de Noronha e Leme revestido de riquíssimos paramentos, levando uma Imagem de prata de N. Senhora da Conceição Padroeira do Reino. Rematando tudo com vistosíssimo aparato o Doutor Corregedor da Comarca, o Doutor Juiz de Fora, e todo o Senado da Camera em seus competentes lugares, e tanto que passava a Procissão, dava toda a Milícia, que estava posta em armas, uma continuada, ardente,e estrondosa salva, e nesta forma continuou pelas ruas destinadas até se recolher outra vez na Sé Catedral, com que finalizou, e juntamente o dia sem a mínima desordem, a solenidade desta pomposa gratidão.

Observou-se com particular atenção como prodígio celeste em aprovação destes felicíssimos Reais despozorios, que sendo repetidamente chuvosa, e com bastante inundação a quadra, e Estação do tempo, foram nele únicos, e especiais bons dias o de 24 de Janeiro, em que se celebrou a primeira função do Te Deum na Igreja de S. Domingos, e os de 4 e 5 de Fevereiro, em que se fizeram a Emcamisada, e procissão referidas, antecedendo, e seguindo-se a estes alegres dias as chuvas em todos os mais continuadas.

Na noite deste último dia deu o Coronel Governador das Armas em sua casa aos seus Capitães, e mais Oficiais, e a muita da principal nobreza, e pessoas de distinção desta Cidade, e que se achavam nela, o dicertimento de uma Loa, e vários bailes, e Serenatas com alusão à celebridade do dia, a que se seguiu um esplêndido banquete com uma notável profusão de esquisitas iguarias, doces, bebidas, e refrescos, sendo alternados com brindes feitos em obsequio das Majestades com respeitadas salvas de artilharia de uma quantidade de morteiros, que para isso estavam dispostos em sítio acomodado.

FIM

08/01/13

CATÓLICOS E EVENTOS FESTIVOS - GRATULAÇÃO PELOS DESPOZÓRIOS DE D. JOSÉ (I)

RELAÇÃO
DOS
FESTIVOS APLAUSOS,
COM QUE NA CIDADE DO PORTO SE CONGRATULARAM
os felizes despozorios dos Sereníssimos Senhor

DOM JOSÉ
PRÍNCIPE DO BRASIL, E SENHORA
D. MARIA ANA VICTORIA
INFANTA DE CASTELA, e DOS

Sereníssimos Senhores
D. FERNANDO
PRÍNCIPE DAS ASTÚRIAS, E SENHORA
D. MARIA BARBARA
INFANTA DE PORTUGAL


LISBOA OCIDENTAL
1728

D. José

RELAÇÃO

Participando S. Majestade, que Deus guarde, por cartas assinadas da sua Real mão aos magistrados desta Cidade do Porto, e ao Reverendo Cabido como era servido, que nela, e em todos o Reino se fizessem as maiores demonstrações de alegria pelos felizes despozorios do Sereníssimo Senhor D. José Príncipe do Brasil com a Sereníssima Senhora D. Maria Ana Victoria Infanta de Castela, e do Sereníssimo Senhor D. Fernando Príncipe das Astúrias com a Sereníssima Senhora D. Maria Barbara Infanta de Portugal: logo na manhã de 19 de Maneiro de 1728 comunicou em Relação esta alegre notícia a todos os Ministros dela o Doutor Francisco Luís da Cunha de Ataíde  seu Desembargador do Paço, Chanceler, e Governador das Justiças na mesma Relação, dando feriados os seis dias desta semana dedicados todos a plausíveis luminárias, e dispondo que no Sábado 24 dia último delas se cantasse solenemente na Igreja dos Religiosos de S. Domingos o Te Deum em acção de graças com assistência de toda a Relação em público dela.

Na mesma manhã de 19 mandou o Senado da Camera publicar a som de clarins com assistência do Alcaide, e Meirinho da Cidade montados a cavalo, e vestidos de gala, a mesma notícia, e disposição de luminárias por toda ela, o que também anunciaram alegres os festivos repiques dos sinos.

A todo o Clero ordenou também plausíveis iluminações o Reverendo Doutor João Guedes Coutinho Governador deste Bispado, e aos Militares o Coronel do Regimento pago da Guarnição desta Cidade, e Governador das Armas António Monteiro de Almeida, que alem de dispor que em todas as seis noites o Regimento formado nas praças dela desse repetidas salvas de mosquetaria, mandou ordem aos três Castelos de S. João da Foz, S. Francisco Xavier do Quejo, e Matosinhos, para que nas mesmas noites se dessem alternadas salvas de artilharia; e assim o fizeram executar os Tenentes Governadores deles António de Almeida Carvalhais, Martim Afonso Barreto, e Francisco da Silva Malafaia; sendo ao mesmo tempo em toda a Cidade, e Castelos tudo iluminação, e salvas tudo, a que correspondia sonoro o geral harmónico aplauso dos repiques.

No Sábado 24 estava a Igreja de S- Domingos toda adornada de damascos, e a Capela mor de vistosas tapeçarias, em cujos lados se viam os retratos dos quatro Príncipes desposados debaixo de meios doceis. Junto da mesma Capela e via o retrato de S. majestade debaixo do rico docel da Relação com todos os paramentos daquele sublime lugar, a que se seguia a cadeira do Doutor Chanceler Governador das Justiças, e a ela as dos Ministros do Desembargo em vistoso circulo, que rematava o lugar dos Doutores Corregedor da Comarca, Juiz de Fora, e Juiz dos Órfãos.

No retábulo do Altar mor, que estava todo iluminado de luzes, se via um quadro com as armas Reais de Portugal, e Castela, e no mais corpo da igreja, além dos lugares destinados para os Oficiais da Relação, se achavam formados para os músicos seis coros. Neste dia saiu o Doutor Chanceler Governador vestido de gala com beca de veludo forrada de glacè de prata, e  todos os Ministros com várias e vistosas galas, chapéus adornados de broches e joias de diamantes. De gala saíram também todos os Escrivães, e Oficiais da Relação com capas forradas de seda de outro, e prata,chapéus emplumados, e de broches guarnecidos em forma, que tudo fazia o mais vistoso aparato.

(continuação, II parte)

17/07/12

O ÓRGÃO - O INSTRUMENTO DA IGREJA, EM PORTUGAL (VIII) A


Igreja de Nossa Senhora da Lapa
Porto
(Portugal)

Órgão construído em 1995 por George Jenn. Foi construído como o maior órgão da Península Ibérica. Parte A:












(terá continuação)

16/07/12

O ÓRGÃO - O INSTRUMENTO DA IGREJA, EM PORTUGAL (VII) B

Catedral do Porto

(Portugal)

Algumas fotos foram copiadas do organista Stephen Tharp (que aparece nas fotos). Os órgãos da capela mor (publicação B):















(voltar à parte A do artigo)

13/07/12

O ÓRGÃO - O INSTRUMENTO DA IGREJA, EM PORTUGAL (VII) A

Catedral do Porto

(Portugal)

Três órgãos tem a Sé do Porto: dois na capela mor, mais antigos, e outro no coro alto à entrada e que data de 1985.


O do coro alto (publicação A):










Os vídeos demonstrativos online destes instrumentos em Portugal, como tem vindo a ser costume, são escassos. Sujeite-mo-nos a esta gravação amadora onde alguem foi experimentar o órgão da Sé do Porto.





(ver parte B deste artigo)

TEXTOS ANTERIORES