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23/07/16

QUANDO PUBLICARAM LUTERO NA ESPANHA?


Nas minhas investigações, dei agora mesmo com um artigo publicado numa revolucionária revista portuguesa (ano de 1969):

"O conhecido escritor católico leigo, Miret Magdalena, escreve "Triunfo", de Madrid:
"Pela primeira vez, desde o séc. XVI, foram publicadas as obras de Martinho Lutero em Espanha...
A antologia das obras de Lutero, que é publicada num pequeno volume, abre com um prólogo meu, que desagradará, sem dúvida, aos ultraconservadores religiosos do nosso país.... [esta gente taxa sempre a ortodoxia de "ultraconservadorismo"] O que talvez muitos não sabiam é que não existe nenhum juízo oficial sobre Lutero ao qual um católico esteja necessariamente obrigado, segundo afirma o teólogo católico Karl Rahner, S. J. ...
Hoje, que tanto abominamos o triunfalismo religioso e que queremos reduzir as duas expressões à pobreza que existia no Evangelho, podemos inspirar-nos neste reformador religioso que nos previne contra todo o triunfalismo... A condenação mais expressa de Lutero que existiu foi feita pelo Papa Leão X na sua Bula Exsurge Domine, lançando um anátema sobre as 95 teses inconformistas de Lutero... No entanto o próprio Rahner diz expressamente que muitas das afirmações de Lutero condenadas nesta Bula foram superadas e aceites pela Igreja Católica... muitos católicos nunca compreenderam a maneira como nos foi explicada esta espécie de truque religioso, aparentemente pouco limpo (as indulgências)... Por isso se termos Lutero como serenidade e sentido crítico, percebemos a necessidade destes homens inconformistas, em qualquer momento da história humana, que nos obrigam a sair do nosso torpor e rotina religiosos.""

12/06/15

O PUNHAL DOS CORCUNDAS Nº 16 (I)

O PUNHAL DOS CORCUNDAS

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Nº. 16
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Ostendam gentibus nuditatem tuam

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EDUCAÇÃO PÚBLICA

Assunto é este que desde a chamada reforma de Lutero há merecido os cuidados e atenções de toda a espécie de sectários. Julgaram eles, e mui sensatamente, que se chegassem a dominar o coração e o espírito da sempre incauta mocidade, poderiam contar de certo que seus erros teriam voga, e mui dificultosamente chegariam a desarraigar-se. Já no séc. XVI foram as línguas mortas uma das capas com que se cobriram os malévolos intentos das novas seitas, para melhor propagarem as suas doutrinas; e foi um rasgo visível da Providência que ao mesmo passo em que a heresia lançava mão deste fatal expediente, começassem a existir os filhos de Santo Inácio, cujo principal intento era a direcção dos estudos da mocidade, para que saísse das escolas preparada com o auxílio das sãs doutrinas, a fim de se precaver das seduções que tão frequentes eram naquele desgraçado século. Por mais que se tenha clamado entre nós contra o Senhor D. João III, que removeu do ensino as aulas menores os Buchanans, os Grouchys, os Vinetos, e outros abalizados cultores das letras humanas, nem por isso ajudarei essas pouco reflectidas e mui desassisadas invectivas. Um Rei Católico antes quer que uma dúzia de seus vassalos fiquem menos instruídos em Grego ou Hebraico, do que, sob o pretexto de se adiantarem neste estudos, beba toda a mocidade do seu Reino pelas taças envenenadas da heresia e da incredulidade; além de que para se condenar, com alguma justiça, aquele Soberano, era necessário que me convencessem de que os Jesuítas Padres - João Baptista Perpinhão, Manuel Alvares, e Cipriano Soares eram inábeis para ensinarem Latim, Retórica, e Grego à mocidade destes Reinos.

Manifestou-se pois, desde o berço da Companhia de Jesus, uma figadal aversão aos novos Mestres destinados para a educação da mocidade, e não foram as decantadas máximas sobre o regicídio, e as sonhadas associações com os Chatels, e outros inimigos dos Reis; mas principalmente a sua preponderância no Reino de França (por assumirem os cuidados da instrução pública), que suscitaram contra eles a perseguição que lhes foi movida pelos Hugonotes, em extremo aflitos e desesperados de se lhes contrariarem as suas ideias e os seus projectos. Grande número de provas tiradas dos escritos do fim do séc. XVI, e de todo o século XVII poderia eu trazer em confirmação destas verdades, se o meu intento não fosse deliberar apenas esta matéria, a fim de chegar, o mais cedo possível, à desastrosa influência daqueles princípios neste Reino.

É sabido que os Pseudo-Filósofos do séc. XVIII, já para se fazerem senhores da educação pública, intrigaram e minaram tudo para conseguirem a extinção dos Frades da Companhia, cujo maior delito era certamente o de lesa-filosofia; porque obstavam denodada e valorosamente aos seus progressos de tal maneira, que nunca o estandarte da irreligião se arvoraria na capital da França, nem se chegaria a perpetrar o regicídio de Luís XVI, se a Côrte de França, por extremo corrompida, não desse as mãos aos Filósofos para se conseguir aquela extinção. Sobejas vezes o tenho ponderado, e não me cansarei de o repetir, que é bem digno de lástima esse indiferentismo ou desleixo, com que depois da extinção dos Jesuítas foi tratada a educação religiosa pelos Soberanos, que, desconhecendo os seus verdadeiros interesses, coadjuvaram pela maior parte, e sem o advertirem, a causa da impiedade. A conservação da Fé, no meio das tormentas que têm ameaçado por vezes submergir a barca de S. Pedro, é sem dúvida um milagre fixo e permanente, e para mim tão admirável como se eu visse a passagem do mar vermelho ou a ressurreição de Lázaro. Era impossível que forças humanas guardassem puro e ilibado o sacrossanto depósito das verdades católicas, sem que ele tivesse o menor perigo durante a guerra, ora encoberta ora descoberta, que lhe têm feito os ímpios há cem anos a esta parte. E o que me robora ainda mais nesta persuasão é o ver a suma diligência e actividade com que os Filósofos se meteram a seu salvo na direcção dos primeiros estudos da mocidade, fazendo imprimir livros recheados de heresias e obscenidades para serem o primeiro objecto das leituras da infância. Mete dó considerar-se que a impiedade tivesse sobejas forças para imprimir tais livros, e para os disseminar por todo um reino tão vasto e populoso como a França, e os distribuir gradualmente, a fim de segurar melhor as suas infernais conquistas, e que não prevalecesse ao mesmo tempo o contrário sistema de fazer imprimir e espalhar gratuitamente os bons livros, ainda que estes desejos de alguns Pastores talvez desmaiassem perante os esforços da autoridade civil, que, pouco ou nada escrupulosa na eleição dos Mestres, fechava de todo as portas à esperança de que homens indignos e imortais quisessem servir-se dos bons livros em pró dos seus ouvintes.

Desta perseguição ao Cristianismo se deriva o malfadado sistema de remover os Frades a todo o custo de educação da mocidade, e por isso neste últimos tempos em que mais de uma vez se têm renovado essas odiosas contestações, só o nome de Frades tem consternado, e feito mudar de côr alguns Ministros, secretos agentes da maçonaria, como se viu há pouco tempo na França, quando se tratou de admitir ao ensino público os Padres das escolas cristãs, que só este nome é uma declaração de guerra aos ímpios do século, que não receiam coisa alguma tanto como a propagação do Cristianismo.

Futuro D. José I
Da mesma envenenada fonte procederam as instruções dadas neste Reino, em tempos do Senhor D. José I, para que os Frades se excluíssem do magistério, visto que apenas sabiam ler o seu breviário, e já modernamente, nos anúncios de oposição às cadeiras menores, se afixou nas portas da Universidade, e nos outros lugares onde convinha, a famosa excepção dos Frades, que por mais que soubessem, e acompanhassem de excelente morigeração os seus bons estudos, acharam um veto absoluto, que tantas vezes escandalizou os homens probos e assisados.

Apenas se instalaram as Côrtes Lusitanas começou de manifestar-se algum cuidado pela instrução pública, e logo se viu que a maçonaria tratava de ser fiel aos princípios e doutrinas de seus Mestres Franceses, e não desperdiçava este meio de fazer prosélitos; e como até para ser Bispo se recomendou uma virtude exótica, peregrina e de novo cunho, que não tinha lembrado ao Apóstolo S. Paulo, a saber, adesão ao sistema, ainda mais se exigia nos cultivadores das tenras plantas, que se as fizessem crescer no espírito maçónico teriam ainda mais valor para os Pedreirões, do que se fossem Bispos, que nunca foram nem hão de ser pessoas de grande monta no conceito dos Pedreiros, que só os querem lá, ou para espantalhos ou para agentes da propagação da seita, e preenchido que fosse o seu fim os indemnizaria depois com dinheiro, ou empregos civis, do que tivessem perdido em honras e privilégios... Devem tratar-se com alguma extensão estes dois artigos, Livros e Mestres, em que apareceram factos mui curiosos, e mui dignos de chegarem à notícia do público, e de fixarem toda a atenção do Governo sobre um dos assuntos de maior consideração, em que o simples descuido, não digo somente de meses, mais de dias e horas, acarretará males gravíssimos sobre este Reino. Comecemos.

(continuação, II parte)

09/10/14

OS ERROS DE LUTÉRO E O ESPÍRITO DO MUNDO ACTUAL (X)

(continuação da IX parte)

OS ERROS DE LUTERO E O ESPÍRITO DO MUNDO ACTUAL
Pe. Franz Schmidberger

Lutero insulta o Sumo Pontífice chamando-lhe de "Anticristo", rejeita o sacerdócio ministerial, o qual substitui pelo sacerdócio comum dos fiéis. O culto dos santo e a fé na sua intercessão desaparecem no protestantismo.

Se não houvesse Magistério, se a fonte da Revelação fosse somente a Sagrada Escritura, lida e interpretada infalivelmente por qualquer um dos cristãos, então cada qual seria o centro da sua regra de Fé! Assim fica estabelecido o fundamento da divisão do protestantismo em milhares de denominações diferentes, e disto se fica a um passo para chegar ao total indiferentismo.

Se hoje conversássemos com um protestante a respeito das diferenças que tem com o catolicismo, ouviremos sempre a estereotipada resposta: "Mas... nós adoramos todos o mesmo Deus".

Parece então nem haver necessidade de, perante um sacerdote, ajoelhar e pedir perdão a Deus; em vez disto pedem perdão directamente a Deus. Por isso o pastor protestante não tem Ordenação, nem se acha necessitado de qualquer poder especial para que absolvesse pecados; ele é somente um representante da sua comunidade; obviamente fez para isso estudos específicos, mas não há transmissão de um qualquer poder especial.

Com a devastação na Igreja, relativamente ao seu Mistério e Ministério, ficou especialmente afectada a devoção a Nossa Senhora. Também a sua mediação universal não tem lugar no sistema protestantes, tal como descarta a intersecção dos santos.

Porque quererá Deus governar o mundo mediante causas segundas, e isto especialmente na ordem sobrenatural? Porque motivo quis Deus um Magistério infalível, um ministério sacerdotal [ordem sacerdotal] e a intercessão dos santos? A primeira razão deriva da nossa natureza humana, a segunda deriva da nossa natureza decaída. Deus, infinito, invisível e eterno quis na sua infinita bondade que pudéssemos acercar-nos a Ele por intermédio das suas criaturas finitas, visíveis e morais, como nós somos. Moisés teve que lavar o rosto depois da visão de Deus sobre o Monte Sinai (quão difícil seria nos aproximarmos de Deus directamente!).

Desde aquele pecado original, Deus, que é o melhor dos médicos e pedagogos, quer que nos submetamos por elementos sensíveis para cura das feridas da nossa alma; quer que a salvação passe por algumas gotas de água, de um pouco de óleo, de umas migalhas de pão ou algumas gotas de vinho, de que nos ajoelhemos perante o sacerdote, homem como nós pecável, para nos confessarmos com Deus por meio dele. Que lição para o orgulho humano! Os protestantes querem mostrar-se fiéis a Nosso Senhor; contudo desprezam o que foi instituído com o preço do Seu sangue, negam os que por Ele foram eleitos para continuidade da sua obra na terra. Não entendendo o princípio de analogia, não entendem Cristo comunicado e prolongado no espaço e no tempo.

(a continuar)

23/06/14

RETRATO DE LUTERO E DOS SEUS PRINCIPAIS DISCÍPULOS (I)

Retrato de Lutero e dos Seus Principais Discípulos, Traçado Por Ele Mesmo e Por Alguns Protestantes Contemporâneos.

Começando por Lutero, verdadeiro fundador ou Protestantismo, eis aqui como se exprime falando de si mesmo. Confessa que quando era católico passava a sua vida nas austeridades, nas vigílias, nos jejuns e orações guardando sempre pobreza, castidade e obediência. Depois, porém, de se fazer "reformador" ou protestante, converteu-se num homem completamente diferente. Em prova disso, continua dizendo: "que assim como não depende da sua vontade o ser homem, também não está nas sua mão viver sem mulher, e que não pode prescindir dela, como não pode deixar de satisfazer as mais baixas necessidades da natureza."

Martinho Lutero
Vejamos agora o juízo que formava dele o seu contemporâneo Henrique VIII, o qual, apesar de estar preso nas mesmas redes e de se ter deixado arrastar pelos mesmos vícios até cair na apostasia, chega a escandalizar-se da libertinagem de Lutero: "Já não me admiro de que verdadeiramente não tenhas vergonha, e te atrevas a levantar os olhos perante Deus e perante os homens, por ter sido tão ligeiro e volúvel, que te deixasses conduzir por instigação do demónio às tuas mais insensatas concupiscências. Tu, frade de Santo Agostinho, abusaste, em primeiro lugar, de uma virgem sagrada, que noutros tempos teria expiado o seu delito com ser sepultada viva, e tu com seres açoitado até morrer. E longe de ter arrependeres - coisa execrável! - A recebeste publicamente por mulher, contraindo com ela núpcias incestuosas, e abusando da pobre e miserável donzela com escândalo do mundo com reprovação e opróbrio da tua nação, com desprezo do santo matrimónio e com injúrias e vilipêndio dos votos feitos a Deus. Finalmente, e é o mais execrável, em vez de te sentires abatido e cheio de sentimento de vergonha pelo teu incestuoso matrimónio, tu, miserável fazes alarde disso e em vez de implorar o perdão de teus miseráveis delitos, provocas com as cartas e escritos a todos os religiosos para que façam outro tanto."

Conrado Resiss, da seita dos sacramentários e contemporâneo também de Lutero, dizia dele: "Deus para castigar o orgulho e a soberba que se descobre em todos os escritos de Lutero, retirou dele o seu espírito, e o entregou ao espírito do erro e da mentira, que sempre possuirá os que seguem as suas opiniões enquanto não se retratem delas".

Não é muito diferente a descrição que faz o doutor de Wittemberg a chamada Igreja de Zurich, respondendo à confissão de Lutero na página 61: "Lutero, diz, considera-nos uma seita execrável e condenada; mas veja bem se não é ele quem se declara heresiarca, pelo mesmo que não quer nem pode associar-se aos que confessam a Jesus Cristo." E como não, pois que é um homem que se deixa arrastar pelos demónios a toda a classe de torpezas? Que suja é a sua linguagem e quão cheias de demónios infernais são as suas palavras! Diz que o diabo habita no corpo dos Zwinglianos; que do nosso seio endiabrado, subendiabrado e seu perendiabrado não se exaltam senão blasfémias, e que a nossa língua não é mais do que uma língua mentirosa, posta à disposição de Satanás, banhada e saturada no veneno infernal. Saíram jamais alguma vez semelhantes palavras de boca de um demónio por muito furioso que estivesse? - Ele escreveu todos os seus livros por impulso do demónio e sobre a inspiração de Satanás, com quem se encontra em comunicação e cujos poderosos argumentos o convenceram na luta que, segundo diz, sustentou com ele."

(a continuar)

26/09/11

BENTO XVI - A APOSTASIA LATENTE

Lutero
Pintura de Lukas Cranach (1527)
A melhor pintura de Lutero é, curiosamente, a menos mostrada.

A Igreja é santa, imaculada, e o estado de necessidade em que se encontra é cada vez maior porque está no porão enquanto sua hierarquia constrói uma pseudo-Igreja à superfície. O Papa Bento XVI deu provas disso agora na sua deslocação à Alemanha.

"O pensamento de Lutéro, sua espiritualidade inteira, estavam completamente centrados em Cristo". Esta frase herética de Bento XVI seria o suficiente para um qualquer eclesiástico ser chamado gravemente à emenda verdadeira. Fora da Fé não há nada centrado em Cristo. Mesmo quando há recta intenção e busca do que foi perdido (a Fé), Deus pode dar a graça do retorno à Fé e ao arrependimento mediante os sacramentos por ele instituídos e com a aceitação das verdades que a Santa Doutrina contem (e tal como a Tradição no-las foi transmitindo pelos séculos). Ora, com Lutero aconteceu o contrário: por ter perdido a Fé voltou-se contra a Fé criando um doutrina em rebelião com a de Deus. Como Deus poderia ter inspirado tal rebelião? Como poderia Lutero ter um pensamento "completamente centrados em Cristo"? E o que sobre ele disse e sobre sua seita maléfica disse e ensinou a Santa Igreja em séculos?

Bento XVI pediu a católicos e protestantes que busquem o que têm de comum. Sinceramente, caro leitor, a dar credibilidade ao que foi pedido, estamos perante um absurdo. O Papa deve levar a Luz, mas não ambiguidade e a contradição. O que significa que nós, os católicos, busquemos o que temos em comum com os luteranos? Por acaso não tem o Papa a obrigação de nos apartar do perigo das diferenças que, no caso dos luteranos,  são suficientes para os separar da Fé e da salvação? Vamos ser realistas por favor: se hoje um jovem de 17 anos diz que a Missa é uma ceia e que ela não é sacrifício, e que Nosso Senhor está apenas espiritualmente presente nela, podemos com isto saber se este jovem é católico ou não? O que sabemos é que este jovem não tem Fé, pois crê em conteúdos falsos contrários aos das verdades de Fé (o dogma da Fé), assim ficamos sem saber se ele é luterano ou "católico" já que um "católico" hoje crê por ignorância no que é protestante e não crê no que é católico. Como descobre este jovem as diferenças entre ele e um protestante? Como se defende este jovem das falsas crenças nas quais já crê e como não vai ele encontrar no protestantismo o ambiente próprio para elas? Como não assumir depois que este jovem procure transformar o espaço próprio do catolicismo segundo espaço desenvolvido pelo protestantismo?

Curioso e contraditório
título do livro de Bento XVI
Bento XVI passa o limite do tolerável por tanto contrariar a Doutrina.

Os sinais são crescentes e a situação está de tal forma agravada que os "católicos praticantes" em sua maioria pensam como protestantes, como agnósticos, como fanáticos de uma seita, como ignorantes religiosos, como idólatras. O Catolicismo é ridicularizado ou relativizado por estes que se empenham em construir a Nova Igreja.

Há quem diga que isto não é nada... Eu acho que não é nada comparativamente ao que virá já de seguida...

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