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| Amato Lusitano |
Recentemente, no Distrito de Castelo Branco foram promovidas várias dinâmicas por ocasião de certa uma comemoração. Agora com bastante evidência, parece que tal comemoração foi pretexto para difusão ideológica. Comemorou-se o V centenário do nascimento de João Rodrigues de Castelo Branco, internacionalmente mais conhecido por Amato Lusitano.
Amato Lusitano foi ilustre médico, católico, filho de Cristão-novos que renegantes do Judaísmo. Contudo, é difundido como judeu perseguido por católicos, e por isso é agora elevado às alturas, para lá dos seus feitos.
Tenho em mãos um suplemento recentemente editado por um mui premiado semanário regional do Distrito de Castelo Branco. Confesso o suplemento surpreendeu-me pela negativa, pois, embora saiba que a Covilhã tem a única adega que em Portugal fabrica também vinho kosher, e que na vila de Belmonte se reergue agora uma sinagoga (por grande esforço não judaico) e tem um museu anticatólico, não esperava um tão adiantado ódio anticristão e pró-sionista por parte de católicos que ocupam cargos de destaque no Distrito de Castelo Branco!
Como sempre, este tipo de fenómenos é possível pela ignorância religiosa que hoje os senhores Bispos descuidam, ou cultivam. Ignorância que nem deu lugar à dúvida assumida, pois partiu logo para a aceitação dos mais odiosas mentiras contra o catolicismo. Por outro lado, a avançada pró-sionista tem sido levada em pompas por esta gente tresmalhada.
Assim diz no Editorial do suplemento:
Como sempre, este tipo de fenómenos é possível pela ignorância religiosa que hoje os senhores Bispos descuidam, ou cultivam. Ignorância que nem deu lugar à dúvida assumida, pois partiu logo para a aceitação dos mais odiosas mentiras contra o catolicismo. Por outro lado, a avançada pró-sionista tem sido levada em pompas por esta gente tresmalhada.
Assim diz no Editorial do suplemento:
Diz de como deveria ser comemorado internacionalmente o V centenário do nascimento carnal de Amato Lusitano "que envolvesse o Estado e universidades, não num ritual celebratório passadista de mausoléu mas num olhar que relesse a importância e o carácter inovador da sua obra e toda a carga simbólica do seu percurso em louvor da da liberdade e contra a intolerância , a aventura do exílio, como sobrevivência, em tempos de fogueiras e inquisidores, invejas, censuras e perseguições - a banalidade do mal." Assim crê o director do afamado semanário regional.
