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13/12/16

I - A APOSTASIA SILENCIOSA II - SECRETÁRIO GERAL DAS "NAÇÕES UNIDAS"

 
Talvez não haja total certeza quanto à expressão de João Paulo II: "apostasia silenciosa". Convenhamos prudentemente tratar-se de apostasia mas que não nos ´´e dada a certeza a respeito do "silenciosa". Provavelmente o "silenciosa" confunda alguns, que é verdade que sim, e pudesse ser substituída por "apostasia não explícita". Enfim, obviamente, estamos perante algo novo e cada vez mais comum: a apostasia implícita, sem que dela o paciente se dê realmente conta. (olhar o programa de Educação Moral e Religiosa Católica 2014)
 
Hoje, porque ainda se guardam formas antigas, a apostasia silenciosa resulta bastante da alteração do conteúdo da forma. Quere-se o "bem" do homem, mas para tal fazendo o menos bem ao homem, ou o mal ao homem. Quere-se Deus, desde que separado da Verdade, etc... Também já descaradamente o mal é apresentado como bem, e o bem como mal... (olhar uma directiva para a Educação Para a Cidadania, 2013)
 
Por certas afinidades com o novo Secretário Geral da Organização das "Nações Unidas", é com muita pena que transmito o meu pesar pelo novo cargo; e mais não digo que transcrever:

(Juramento público feito pelo Eng. António Guterres, para assumir o cargo de Secretário-geral da ONU):
 
"Eu, António Guterres juro solenemente exercer com toda a lealdade e consciência todas as funções que me estão confiadas, enquanto Secretário-geral da Organização das Nações Unidas, e desempenhar estas funções e orientar a minha conduta sempre e só na perspectiva das O.N.U. e nunca procurar e aceitar indicações ou instruções relativamente ao desempenho das minhas funções de qualquer governo ou de qualquer outra autoridade que seja externa à Organização."
 
(Retirado da "Carta das Nações Unidas"):

"Nós, os povos das Nações Unidas, decididos: a preservar as gerações vindouras do flagelo da guerra que por duas vezes, no espaço de uma vida humana, trouxe sofrimentos indizíveis à humanidade; a reafirmar a nossa fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres, assim como das nações, grandes e pequenas; a estabelecer as condições necessárias à manutenção da justiça e do respeito das obrigações decorrentes de tratados e de outras fontes do direito internacional; a promover o progresso social e melhores condições de vida dentro de um conceito mais amplo de liberdade;
e para tais fins: a praticar a tolerância e a viver em paz, uns com os outros, como bons vizinhos; a unir as nossas forças para manter a paz e a segurança internacionais; a garantir, pela aceitação de princípios e a instituição de métodos, que a força armada não será usada, a não ser no interesse comum; a empregar mecanismos internacionais para promover o progresso económico e social de todos os povos; Resolvemos conjugar os nossos esforços para a consecução desses objectivos.
Em vista disso, os nossos respectivos governos, por intermédio dos seus representantes reunidos na cidade de S. Francisco, depois de exibirem os seus plenos poderes, que foram achados em boa e devida forma, adoptaram a presente Carta das Nações Unidas e estabelecem, por meio dela, uma organização internacional que será conhecida pelo nome de Nações Unidas." (seguem-se depois os vários capítulos constituintes).

"Durante a universidade, Guterres não se envolveu na oposição estudantil ao regime de Salazar, dedicando-se antes à ação social promovida pela Juventude Universitária Católica. Integrou também o Grupo da Luz, onde participavam, entre outros, Marcelo Rebelo de Sousa [actual Presidente da República em Portugal], Carlos Santos Ferreira e o Pe. Vítor Melícias." (wiki)

Acredito que ainda haja quem leia este artigo e não diga "e então!? ... qual é o problema!?"

Vinde Senhor Jesus!

15/05/14

CARTA A CARDEAIS E BISPOS - ASSIS (D. Marcel Lefebvre)

Carta Que Foi Enviada a Vários Cardeais e Bispos

João Paulo II beijando o Corão

Ecóne, 27 de Agosto de 1986
Eminência,


Perante os acontecimentos que estão ocorrendo na Igreja e cujo autor é o Papa João Paulo II, ante aquilo que se propõe realizar em Taizé e em Assis no mês de Outubro, não posso deixar de dirigir-me a Vós, para suplicar-vos, em nome de muitos sacerdotes e fiéis, que salveis a honra da Igreja, humilhada como nunca o fôra ao longo da histórica.

Os discursos e acções do Papa João Paulo II em Togo, em Marrocos, na Índia, na sinagoga de Roma, suscitam nos nossos corações uma santa indignação. Que pensam disto os Santos, e as Santas do Antigo e Novo Testamento? Que faria a Santa inquisição, se ainda existisse?

Zomba-se publicamente do primeiro artigo do Credo e do primeiro mandamento do decálogo por aquele que está sentado no Trono de Pedro. O escândalo é incalculável nas almas dos católicos. A Igreja foi abanada nos seus alicerces.

Se a Fé pela qual cremos que a Igreja é única para a salvação desaparecer, é a própria Igreja que desaparece. Toda a sua força, toda a sua actividade sobrenatural tem por base este artigo da nossa Fé.

Continuará João Paulo II destruindo a fé católica, publicamente, particularmente em Assis, com o desfile de "religiões" previsto nas ruas da cidade de S. Francisco, distribuindo tais "religiões" pelas capelas e Basílica para executar um culto em favor da paz, tal como é concebida pela O.N.U.? Foi isto anunciado pelo Cardeal Etchegaray, encarregado de este abominável Congresso das "religiões".

Pode conceber-se que voz alguma autorizada se levante na Igreja para condenar estes pecados públicos? Onde estão os Macabeus?

Eminência, pela honra do único e verdadeiro Deus, de Nosso Senhor Jesus Cristo, protestai publicamente, vindo em auxílio dos Bispos, padres e fiéis que continuam católicos.

Eminência, tomo a liberdade de intervir junto de Vós, é porque não posso duvidar dos vossos sentimentos a este respeito.

Este apelo dirijo-o ainda aos Cardeais cujos nomes se seguem para que eventualmente possais actuar junto deles.

Eminência, que venha o Espírito Santo em vosso auxílílio, Eminência, e dignai-vos aceitar a sincera e fraterna expressão dos meus sentimentos em Cristo e Maria.

+ Marcel lefebvre
Arcebispo-Bispo emérito de Tule

05/01/12

CHE, NÃO ENGANAS MAIS



Há quase 42 anos, Ernesto "Che" Guevara recebeu uma grande dose de seu próprio remédio.  Sem qualquer julgamento, ele foi declarado um assassino, posto contra um paredão e fuzilado.  Historicamente falando, a justiça raramente foi tão bem feita.  Se o ditado "tudo o que vai, volta" expressa bem uma situação, é esta.

"Execuções?", gritou Che Guevara enquanto discursava na glorificada Assembléia Geral da ONU, em 9 de dezembro de 1964.  "É claro que executamos!", declarou o ungido, gerando aplausos entusiasmados daquele venerável órgão.  "E continuaremos executando enquanto for necessário!  Essa é uma guerra de morte contra os inimigos da revolução!"

De acordo com O Livro Negro do Comunismo, escrito por estudiosos franceses de esquerda (ou seja, dificilmente uma mera publicação "direitista" ou de "fanáticos anticastristas de Miami"), ocorreram 14.000 execuções por fuzilamento em Cuba até o final de década de 1960.  (Slobodan Milosevic, não custa lembrar, foi a julgamento por ter ordenado 8.000 execuções.  A mesma ONU que aplaudiu delirantemente a orgulhosa declaração de Che Guevara condenou Milosevic por "genocídio").

"Os fatos e números são incontestáveis", escreveu ninguém menos que o New York Times, ícone da esquerda, sobre o "Livro Negro do Comunismo".  Jose Vilasuso, um cubano que à época era promotor dos julgamentos comandados por Guevara, fugiu horrorizado e enojado com o que presenciou.  Ele estima que Che promulgou mais de 400 sentenças de morte apenas nos primeiros meses em que comandava a prisão de La Cabaña.  Umpadre basco chamado Iaki de Aspiazu, que sempre estava à mão para ouvir confissões e fazer a extrema unção, diz que Che pessoalmente ordenou 700 execuções por fuzilamento durante esse período.  Já o jornalista cubano Luis Ortega, que conheceu Che ainda em 1954, escreveu em seu livro "Yo Soy El Che!" que o número real de pessoas que Guevara mandou fuzilar é de 1.892.

26/06/11

"ROMA - ROMA ETERNA" (V)






 "ROMA"
(Ano XII- nº 51. Março 1978)


Nações Unidas: Medalha da Paz Para Brezhev

O Secretário-geral da ONU, Kurt Waldheim, entregou a Brezhnev, na Rússia, em meados de Setembro, a medalha de ouro da paz, da ONU. O insólito acontecimento situa as Nações Unidas como um teatro – cada vez menos prestigioso, sem dúvida – em cujo cenário se procura desenvolver uma confusa tragédia, usando um disfarce qualquer, sem reparar sequer no quão grotesco seja, para favorecer o comunismo.
O “ex abrupto” foi severamente criticado. Um comentário jornalístico questionava se a razão desta medalha teria sido pelos esforços de Brezhenev pela paz em Etiópia e Angola, ou pelas actividades neste mesmo sentido dos tanques russos em Praga, Budapeste ou Berlim Oriental.
Também, segundo um político europeu, certamente Kurt Waldheim fez tanto pelo role de benfeitores da ONU quanto Brezhnev pela paz mundial.” (TFP, ano 9, nº 36. Setembro/Outubro de 1977)

18/05/11

A ABERRAÇÃO AVANÇA ... A CAMINHO O ANTICRISTO...



Efeitos da Cristofobia.

“Democracia” Com Consigna

"Pois sim, 39 votos de 66 integrantes da assembleia do D.F., e 9 votos dos 11 magistrados da suprema corte de justiça, foram suficientes para legislar os “matrimónios” entre homossexuais e a adopção de crianças por parte destes. Isto apesar de, quando menos de 111.9 milhões de mexicanos estão contra,  sobretudo a adopção de crianças em tais circunstâncias.

O documentado livro “Em Defesa Duma LEI Superior” explica que se trata de uma Revolução dirigida à mudança moral geral sobre a homossexualidade, a fim de desgastar o matrimónio e a família.

O Professor Plínio Correia de Oliveira afirma que a rede homossexual não se foi tecendo ao acaso; desenvolveu-se de forma planejada e teve que ir vencendo resistências. Em 1986 o Parlamento dos USA declarou ilegal a sodomia, mas 17 anos depois reverteu o “erro” e a garantiu com protecção constitucional. Seguidamente formou-se o lobby entre os legisladores dos USA nos tribunais, até ao derrube das leis adversas em 12 dos 25 estados onde eles regiam. O “Mattachine Society” procurou unificar os desviados sociais dispersos.

No início do séc. XXI a Associação Internacional de Coordenadores de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgéneros, Inc. Trabalhou internacionalmente e organizou milhares de desfiles. A sua meta imediata é construir “um movimento político forte”. Formaram lobbies nos jornais, rádios e T.V. e estão penetrando Universidades e escolas.

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