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09/06/15

ASCENDENS - ENCÍCLICA MORTALIUM ANIMOS

Caros leitores,

No nosso Depósito está já arquivada a Encíclica Mortalium Animos, do Papa Pio XI.
Boa leitura, e boa meditação, são os nossos votos.

24/05/14

CONGAR - A NOVA ECLESIOLOGIA (II)

(continuação da I parte)


2. Do "ecumenismo protestante" ao ecumenismo dito católico.
Este espírito "ecuménico" espalhou-se rapidamente nos meios protestantes: teve como resultado a fundação do Conselho Ecuménico das Igrejas, nascido em 1936 da fusão de dois movimentos: Life and Work, marcado pela influência do "catolicismo" liberal, e Faith and Order, de tendência anglicana conservadora. A Igreja Católica rejeitou sempre a ideia de se juntar a estas solicitações "ecuménicas" (3). Mas a unidade da Igreja, fundada sobre a unidade da Fé, permanece para os protestantes, como uma eterna censura. Por este motivo, nunca tiveram descanso, enquanto não conseguiram fazer penetrar o espírito "ecuménico protestante" entre os católicos e de forma aparentemente autorizada.

Papa Leão XIII
Conscientes deste problema, os papas manifestaram-se ensinando que a unidade apenas se pode concretizar pela Verdade, e portanto com o regresso dos tresmalhados à Fé verdadeira. Dentro deste espírito, no dia 5 de Maio de 1895, Leão XIII pediu que se consagrasse os nove dias da preparação do Pentecostes, rezando pelo regresso dos "irmãos tresmalhados" e, na Encíclica "Divinum Illud Munus", sobre o Espírito Santo (9 de Maio de 1897) estabeleceu à perpetuidade esta novena de orações.

Uma semana de orações "para a unidade" foi lançada em 1899 por dois ministros anglicanos (os Reverendos Watson e Jones); estes sentiam a necessidade de se unirem à Igreja fundada sobre Pedro, e consagraram para esta semana de oração os dias que unem as duas festas da Sede Apostólica em Roma e da Conversão de S. Paulo (18-25 Janeiro). Por desejo de ajudar estas almas a dar o paço decisivo e assim reencontrarem a unidade católica, os Papas autorizaram os católicos a rezarem eles próprios nestas mesmas datas, para a conversão dos "irmãos tresmalhados" (a aprovação é de S. Pio X, em 1909, e foi confirmada por Bento XV e Pio XI).

Infelizmente, alguns usaram estas permissões legítimas para transformar a tradicional preocupação católica da conversão dos heréticos e dos cismáticos, numa mentalidade "ecuménica" protestantizante. Três correntes de pensamento deste tipo de "ecumenismo" trabalharam nesse sentido:
- a do Pe. Couturier, ou o "ecumenismo" na oração;
- a de D. Lambert Beauduin, ou o "ecumenismo" na liturgia;
- ado Pe. Congar, ou o "ecumenismo" teológico.

A pessoa de D. Beauduin será objecto de outro artigo, mas pode se interessante, antes de voltarmos ao Pe. Congar, dizermos algumas palavras acerca da obra do Pe. Couturier.

(continuação, III parte)

28/09/10

BENTO XVI CONTRA A IGREJA? - FALSO ECUMENISMO

Em 1992, pontificado do Papa João Paulo II, foi publicado um livrinho intitulado Osservatore Romano 1990 (faz par com outro de 1991), em Buenos Aires, e da autoria do Rev. Pe. Tam (se não me engano) quando ainda pertencia à FSSPX.

O livro consiste em recolhas de textos do órgão oficial do Vaticano, L’osservatore Romano do ano 1990, pouco coincidentes com a doutrina. Além da simples recolha, os textos transcritos são colocados lado a lado com a respectiva doutrina ofendida. Genial pela forma rápida e directa de demonstração do estado a que chegou a situação entre os mais autorizados meios católicos.

Não acho que o livro seja tão perfeito assim, tem as suas imperfeições; mas é uma estratégica iniciativa, e boa base de trabalho.

Deixo-vos então uma mostra a respeito do falso ecumenismo da "Nova Igreja":

O Santo Padre João Paulo II, a 22 de janeiro de 1990:

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