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02/02/17

FÁTIMA TREME COM SISMO 3,7

Onde é que estava ontem, dia 1 de Fevereiro de 2017, às 23h22? Eis que a essa hora "um sismo de magnitude 3,7 na escala de Richter, com epicentro em Porto de Mós" fez sentir-se, segundo informa o OBSERVADOR: "Testemunhas locais referem que o sismo foi "muito sentido" na zona de Leiria e de Fátima. O IPMA refere que "em breve" deve der emitido um novo comunicado."
 
O DIÁRIO DE NOTÍCIAS acrescenta que "um bombeiro da corporação de Porto de Mós disse ao DN que foi "forte mas rápido". Há relatos de que foi sentido em Lisboa. (...) À 01:36 foi sentida uma réplica de 2,6 com o epicentro também perto de Porto de Mós", que também não causou danos.

05/09/14

ALERTAR PORTUGAL

Não sei avaliar a coincidência dos acontecimentos que aqui se cruzam! Por isso limito-me a transcrever, sem qualquer compromisso:

"É com tristeza profunda que publico isto.

Tudo leva a crer que estamos em vésperas de uma anexação do nosso País, forçada pela maldita UE...

Os mapas são antigos (alguns meses) mas são ilustrativos...
"IBÉRIA - Mátrias y Regiones"


- Faz-se uma desastrosa «reforma» judicial, ao mesmo tempo e nos mesmos moldes que em Espanha;

- Estão a meter o ensino do castelhano nas escolas;

- Estão a transferir as sedes de muitas empresas (mesmo portuguesas!) para Madrid;

- Um conhecido banqueiro passa um dia no Conselho de Ministros para acertar as «compensações» por ter de destruir um banco, com repercussões desastrosas a nível nacional e internacional;

- Esse mesmo banqueiro, num Agosto em que os Tribunais estão fechados, faz um telefonema para um também conhecido CEO da PT, a pedir para sacar mais de 900 milhões de euros da «caixa» dessa empresa semi-pública.

- Depois, saca mais de 2000 milhões de activos do próprio banco (dinheiro dos accionistas e depositantes), descapitalizando-o.

- Todas estas operações, e outras de que não se fala, vão fazer desmoronar como um castelo de cartas o que resta do tecido económico Português (um efeito imediato, foi um aumento de 10% do juro da «dívida»).

- O sistema informático dos Tribunais - o horrendo Citius - está em baixo há mais de uma semana, impedindo o funcionamento dos Tribunais e impedindo que os Advogados metam os processos (têm de o fazer através do Citius). Isto também impede que entrem nos tribunais as centenas de processos de depositantes e accionistas contra o tal banco. Muito conveniente!

- Desde 1 de Agosto, TODOS os bancos portugueses estão a migrar electronicamente todas as contas (nossas!) para o BCE, deixando de haver NIBs e passando só a haver IBANs...

- Ao mesmo tempo, a anunciada fusão da UE com os EUA, ameaçam acelerar a bancarrota e o caos económico.

- POR FIM, com o País falido, exaurido das suas forças económicas e produtivas, sem solução (dizem eles!) governativa e inviável economicamente, os malditos europeístas advogam que a «única solução» seria uma união com Espanha (que também desapareceria como tal, ficando uma sinistra «Iberia», protectorado de Bruxelas). Tanto mais que vão desculpar-se ainda com a «ameaça» do tal califado islâmico, financiado pelos EUA (até o «mapa que apresentam é tirado de um videojogo de 2005)...

Claro que há meios de combater este horror, ou de organizar acções de resistência. Por mim, que não tenho meios económicos ou poder militar, resta-me alertar, divulgar. Mas já começaram as violações de correspondência, as escutas e os telefonemas anónimos... Como se isso me assustasse! O meu dever para com Portugal está acima de tudo!

E, iberistas, europeístas ou outros traidores, lembrem-se que acções que visem a perda de Soberania ainda são criminalizadas pelo Código Penal Português com penas até 20 anos de cadeia!

E que ao infame Duque d'Alba, carniceiro de Filipe II em Portugal, démos-lhe uma sopinha a comer, em Dezembro de 1582, que lhe «caiu mal» e não lhe permitiu acordar no dia seguinte. E o Vasconcellos «caiu» de uma janela do Terreiro do Paço...

MUITO IMPORTANTE: as Forças Armadas Portuguesas estão a ser quase totalmente desarmadas (à excepção das unidades OTAN, que são mandadas para o estrangeiro a defenderem interesses estranhos a Portugal). Um exemplo concreto é o do Regimento de Transportes (RTransp), instalado no antigo RALIS, em Sacavém. Há uns tempos, apareceram lá uns fulanos civis (comissários políticos) a recolherem TODAS as armas de oficiais e praças, ao ponte de, uns meses mais tarde, o RTransp ter sido assaltado por ciganos e os militares terem de se defender com varas e barras de ferro, pois não tinham qualquer arma! O mesmo se está a passar em muitos quartéis do País!!

Viva Portugal, SEMPRE!!!"  (Carlos S. Silva)

12/05/14

TESOUROS DE PORTUGAL EM ITÁLIA

 
"O Museu Nacional de Arte Antiga, em parceria com o Museo Civico d’Arte Antica-Palazzo Madama, de Turim, deslocou para esta cidade italiana 120 peças de pintura, escultura e artes decorativas do próprio acervo do museu e de várias instituições nacionais, públicas e privadas, e de coleções particulares portuguesas. A exposição “Tesori dal Portogallo. Architetture Immaginarie dal Medeoevo al Barocco” (“Tesouros de Portugal. Arquitetura Imaginária do Medieval ao Barroco”), conta com magníficas peças de ourivesaria que agora se dão a conhecer ou a reconhecer além fronteiras.
Esta verdadeira embaixada cultural de Portugal no estrangeiro, vai estar patente naquele museu de Turim até 28 de Setembro deste ano." (fonte: Real Associação da Beira Litoral)


Palazzo Madona (fonte):

TESORI DAL PORTOGALLO ARCHITETTURE IMMAGINARIE DAL MEDIOEVO AL BAROCCO dal 07/05/2014 al 28/09/2014

"La mostra propone 120 opere (dipinti, sculture, manoscritti miniati, oreficerie, disegni e trattati) che provengono da musei, chiese, palazzi e raccolte private portoghesi.

L'architettura come strumento che ordina, nella mente dell'uomo, il mondo che ci circonda: la mostra si concentra   sui modi con cui i princìpi dell’architettura hanno dato forma anche a  oggetti di piccole dimensioni, esaltandone i valori estetici e decorativi e svelando la costruzione del loro significato simbolico e sociale.

La mostra è frutto di un progetto di partenariato con il Museu Nacional de Arte Antiga di Lisbona, che ospiterà, dal 17 maggio al 28 settembre, la mostra “Re e mecenati. Le arti alla corte dei Savoia: Torino, 1730 - 1750”, realizzata da Palazzo Madama in collaborazione con la Soprintendenza Regionale del Piemonte.

Pensare l’architettura: intorno al concetto della mostra

Per Leon Battista Alberti, che scrive alla metà del Quattrocento, l’architettura occupa un posto privilegiato tra tutte le arti in quanto motore primigenio del vivere sociale:

 «Sono stati alcuni che hanno detto, che l’acqua, o il vero fuoco furono le cagioni principali che fecero che gli uomini si ragunassero insieme: ma a noi che consideriamo l’utilità e la necessità delle coperture e delle mura, facilmente sarà persuaso, che questa sia la cagione principale di conciliare e ragunare gli uomini insieme».

 Questo pensiero umanistico, impregnato di virtù civile, sostituiva l’idea medievale dell’architettura come immagine di un principio d’ordine quale manifestazione della divinità. Che si intenda l’architettura nelle sue forme di utilità per il vivere civile, che la si interpreti come come spazio sacro, oppure –modernamente e borghesemente- come specchio dell’anima di chi la abita, essa è stata in ogni tempo portatrice di valori simbolici che hanno contribuito a disegnare il profilo di una società.

il percorso della mostra

Il percorso si articola in sette sezioni e si apre gettando un ponte attraverso i secoli che vanno dall’antichità classica ai nostri giorni. All’inizio (sezione 1. L’architettura come idea), una veduta di Giovanni Paolo Pannini (1725-50) mostra una statua colossale di Ercole sullo sfondo di rovine della Roma antica, e richiama modelli e luoghi che hanno influenzato per secoli l’immaginazione degli artisti. A questa evocazione si affiancano quattro progetti contemporanei di architetti portoghesi –tra cui quelli di Siza Vieira e di Carrilho de Graça che sinteticamente illustrano il processo mentale che conduce dall’idea alla realizzazione architettonica.

La seconda sezione (sezione 2. Ideare l’architettura) concentra lo sguardo sulle fonti che hanno rappresentato il quadro teorico di riferimento, con la grande trattatistica che va dal De architectura di Vitruvio (I secolo a.C.) a Leon Battista Alberti, Sebastiano Serlio, Andrea Palladio, fino al portoghese Francisco de Holanda (1517-1584), segnato dall’esperienza del classicismo romano e dalla conoscenza diretta delle grandi imprese di Michelangelo. La dimensione fantastica della sperimentazione architettonica nelle arti minori è esplorata nella terza sezione (sezione 3. La microarchitettura), che illustra per quali vie oggetti di piccole dimensioni mantengano intatto il vocabolario compositivo dei grandi edifici, adattandolo alla diversa natura dei materiali preziosi. Croci, ostensori, reliquiari e pagine miniate ostentano la dignità architettonica di monumenti in miniatura, rivestendosi di guizzanti pinnacoli, di volute, di nicchie traforate o abitate da minuscole statue. La quarta sezione (sezione 4. L’architettura come metafora) indaga i significati simbolici dell’architettura e il modo con cui le sue forme vengono impiegate dagli artisti per rimandare l’immagine dei luoghi e dei mondi della fede. Nella sezione quinta (sezione 5. L’architettura come ordine) l’architettura, al pari delle cornici che delimitano lo spazio dei dipinti, è per l’osservatore come una sorta di palcoscenico che marca la distanza tra il mondo reale e quello della narrazione rappresentata. Questo filo di interpretazione prosegue idealmente nella sezione successiva (sezione 6. L’architettura come autorità), che mostra l’irrigidirsi dei canoni architettonici a partire dalla seconda metà del Cinquecento, per l’influenza congiunta delle prescrizioni dovute alla nascita delle accademie, e di quelle di nuova chiarezza e di più disciplinato rigore emanate dalle Controriforma cattolica. A chiudere la mostra (sezione 7, Architettura immaginaria) è una rassegna di architetture pervase dal senso del fantastico, attraverso il libero accostamento di elementi eclettici e l’invenzione di spazi e prospettive creati per colpire e stupire l’immaginazione dell’osservatore."

LA MOSTRA E' APERTA DAL MARTEDI' ALLA DOMENICA NEGLI ORARI DEL MUSEO:

MAR-SAB H 10-18 (LA BIGLIETTERIA CHIUDE UN'ORA PRIMA)
DOM H 10-19 (LA BIGLIETTERIA CHIUDE UN'ORA PRIMA)

Tariffe: Intero Euro 12

             Ridotto Euro 10

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