"[Fr. Fortunato de S. Boaventura, Fr. Alvito de Miranda, Pe. Agostinho de Macedo etc.] Condenaram então o espírito de partidarismo que o Liberalismo e Maçonaria conseguiram colocar entre citadinos portugueses do início do séc. XIX. Os nossos heróis da Tradição Católica lusa defenderam a permanência da unidade pela Verdade, segundo o que até então tinha sido, e alertaram fortemente contra o espírito partidário. Eis o momento que podemos chamar do nascimento da famigerada dualidade "direita - esquerda" em Portugal; ou, de forma menos pragmática dizemos hoje também "conservadorismo - progressismo". O modernismo necessita destes dois polos de sustento, porque existe pela conservação da forma à qual se lhe faça progredir o conteúdo."
(na serra alta - J. Antunes)
