- 13 de Agosto: os Pastorinhos de Fátima ficaram privados das aparições. Foram levados pelo Administrador do Conselho de Ourém (activo republicano, e maçon), o qual estava convicto que tudo era uma farsa do Clero para aumentar o poder e influência da Igreja e da crença. As crianças foram duramente interrogadas e fortemente pressionadas para darem a verdade por mentira. Foram presas. [O Trono de Portugal estava em risco de fugir para um rei ilegítimo, por estrangeiro. Os portugueses, em meio de uma crise dinástica viam-se ameaçados por forças mais poderosas, mas resistiram e se mantiveram fiéis aos seus deveres pátrios].
- 14 de Agosto: foi um tempo de grande provação. Os pastorinhos permaneceram presos, mas mantiveram-se fiéis em guardar o segredo e em não desmentir o que guardavam. [Não recuando, guiados pelo santo General das tropas, por dever quiseram os portugueses resistir ao invasor directamente, travando-se batalha em Aljubarrota. Ganhou a defesa da legitimidade ao Trono de Portugal.]
- 15 de Agosto: ao terceiro dia, depois de novo interrogatório, foram por fim libertos neste dia de Assunção. [Foi com especial solenidade celebrada a festa da Assunpção de n. Senhora, quem deu a vitória. D. João I cumpriu então a sua promessa, construindo o Mosteiro de Nossa Senhora da Vitória, conhecido como Mosteiro da Batalha, obra magnífica na Europa. Também em dia de Assunção, anos depois, D. João I redigiu Carta onde decreta que o Reino de Portugal passaria a usar como referência de datação o ano de nascimento de Nosso Senhor, e não mais o calendário Hispânico (ou de César). Sto. António de Lisboa nasceu num 15 de Agosto]
Algures, ficou incompleto o nosso estudo, no qual se mostra que são conhecidos nos séculos passados indícios de que o nascimento do Santo Condestável teria sido a 13 de Maio (ex: Jorge Cardoso começa por supo-lo na sua monumental obra Agiológio Lusitano).
Algures, ficou incompleto o nosso estudo, no qual se mostra que são conhecidos nos séculos passados indícios de que o nascimento do Santo Condestável teria sido a 13 de Maio (ex: Jorge Cardoso começa por supo-lo na sua monumental obra Agiológio Lusitano).






