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04/10/12

A VERDADE E O EVOLUCIONISMO (XI)

(continuação da X parte)
"A ciência deve, portanto, começar com a crítica aos mitos" (Karl Popper)

SEGUINDO COM AS SEMELHANÇAS

Isto, mais uma vez, demonstra-nos que as semelhanças existentes entre o macaco e o homem, a respeito das quais tanto têm alguns insistido, são afina semelhanças seleccionadas de acordo com a hipótese evolucionista. As semelhanças que não encaixem, são silenciadas.

Deste modo, como já vimos a respeito da capacidade de emitir sons articulados, característica altamente peculiar no homem, somos mais semelhantes ao papagaio. Enquanto à forma, tamanho relativo e posição dos órgãos internos (vísceras), o animal que mais se assemelha ao homem não é certamente o macaco, é sim o porco (e em outros aspectos também). A respeito da estrutura da pele, o animal mais parecido ao homem é o urso polar. De acordo com o tamanho e forma do cérebro (não em tamanho, mas em grau, ou seja, com franco predomínio do lóbulo frontal, onde assentam as actividades psíquicas superiores - muitíssimo mais avançado que o dos símios), o animal mais parecido ao homem é o golfinho. Quanto aos hábitos alimentares (omnívoros), somos muito mais semelhantes, repetindo-me, ao porco e ao rato que aos macacos, a maioria dos quais são frugíveros. E seguiria uma longa lista de etcéteras...Tudo isto corrobora o que já disse: as semelhanças não provam o parentesco.

Mas, ainda há mais. Aqueles cientistas que ainda insistem no tema do parentesco entre o macaco e o homem - apoiando-se nas semelhanças, que nada provam, como vimos - equiparam, devido à sua "fé" darwinista, parente com antepassado. Mas isto, insisto, em razão da fé darwinista, que nos revela que que teríamos vindo do macaco.

Mas até aceitando, os fins do argumento, que seriamos parentes do macaco, não poderiam então os macacos ser os nossos descendentes? [não confundir com "ascendentes"] Se isto lhe soa a disparate, caro leitor, aclaro-lhe que comparto a sua admiração; e creia que é muito menos disparatado que ao contrário. De facto, o feto do macaco e o macaco recém-nascido têm muito mais semelhanças ao feto e recém-nascido humanos que os macacos adultos. Portanto, os rasgos típicos do macaco vão-se acentuando com o tempo. Isto também nada prova; mas seria embaraçoso se aqui dessem realmente crédito ao argumento das semelhanças, que por esperada coerência deveria então aplicar-se sempre e não apenas quando favorece a hipótese que se quer demonstrar.

Mas, não haja a menor dúvida, caro leitor, de que, se o feto ou o recém-nascido humano tivessem traços simiescos, isto sim, já seria como demonstração "contundente" da nossa supostas origem a partir do macaco, proclamada bem alto.

Que o macaco seja nosso descendente é, como disse, um disparate; mas menor disparate que suster que ele foi nosso ancestral. Pela simples razão de que é infinitamente mais lógico e científico fazer descender o inferior do superior, e não ao contrário!

Assim, há e houve destacados antropólogos e primatologistas (Otto Schindewolf, Van der Horst, Westenhöfer, de Snoo, Wood Jones, Geoffrey Bourne, e vários outros) que aproximadamente sustêm essa postura; isto é, que o antecessor comum teria sido um ser muito mais parecido ao homem que o macaco e que dele teriam derivado, mais ou menos horizontalmente, o homem e, por degeneração, os macacos atuais. Quer dizer que a "evolução" produziria "involução".

É claro que tais antropólogos não fazem a mínima ideia a respeito do tal "ancestral comum" - quase idêntico ao homem -; mas neste sentido; estão os antropólogos darwuinistas em melhor posição? Acaso têm eles a mais remota noção de onde se originou o suposto macaco ancestral? Não, absolutamente.

Ainda que as especulações abundem, o certo é que ninguém tem a mínima ideia de onde foram originados os macacos! O que chama certamente a atenção; pois, como pode ser que os achadores de fósseis que passam o tempo a encontrar restos de macacos, supostamente antecessores do homem, nunca encontrem antecessores do macaco!? Terá vindo por geração espontânea, ou de outro planeta? E como pode ter acontecido que todos os restos de macacos encontrados sejam sempre antepassados do homem? Será que o macaco não tem antepassados?

Não, caro leitor. O macaco não tem antepassados; tal como o homem. Quando apareceram os macacos, já eram perfeitos macacos. Quando aparecem os homens, é já homem como nós somos. Isto é o que demonstram os estudos sérios e sem prejuízo dos restos fósseis: aparição súbita e com plena perfeição do homem, do macaco e de todas as espécies animais e vegetais.

Aclaro-lhe, caro leitor, que o consenso é unânime neste sentido. Nenhum paleontólogo que se prese pode mostrar um só exemplo do "elo perdido" das centenas ou milhares fariam falta para dar forma às imaginárias árvores genealógicas evolucionistas. Ao fim e ao cabo limitaram-se a expressar a sua convicção (darwinista) de que serão no futuro encontrados (o mesmo que já dizia Darwin há mais de um século). É uma questão de continuarem escavando...

(continuação, XII parte)

28/09/12

A VERDADE E O EVOLUCIONISMO (X)

(continuação da IX parte)
"A ciência deve, portanto, começar com a crítica aos mitos" (Karl Popper)

A LINGUAGEM

Relacionado com a conduta, há outra linha de investigação que, se bem não goza de um bom número de partidários, há alguns anos suscitou grande entusiasmo entre os investigadores a respeito deste tema. Mas a respeito do problema da linguagem, essa capacidade maravilhosa, única, exclusiva do ser humano, em expressar o seu pensamento em forma articulada e simbólica, que marca uma distância abismal face aos restantes animais.

Os pensadores (cientistas ou não) de todas as épocas sensatas entenderam que havia aqui um mistério inabordável, um prodígio sem precedentes, e limitaram-se a aceitar o facto que confirmava, uma vez mais, que o homem é um caso único na natureza.

Mas apareceu a hipótese darwinista, que transformou o mundo científico na cidadela da estupidez e da cegueira (há que levar seriamente o que foi dito por Bernard Shaw), e logo não faltaram investigadores, que, coerentes com a hipótese, julgaram: se descendemos dos macacos e somos capazes de falar, então os macacos também devem ter essa capacidade, ao menos em potência. Logo, se nos dermos ao trabalho de ensiná-los, os macacos também serão capaz de falar.

Dito e feito... Realizaram-se experiências: Lana (uma chimpanzé), Washoe (um chimpanzé), Koko (um gorila) e Sarah (chimpanzé). Mas o que alcançou mais fama foi o "matrimónio" de Lachman com Lana. Durante vários anos, os investigadores fecharam-se diariamente na jaula de Lana, tratando, com abnegação e fervoroso afinco, ensinar-lhe as "primeiras letras".

Francamente, desconheço se estes cientistas aprenderam a grunhir correctamente; certo éque, dia após dia, aumentavam o repertório de grunhidos, mas como poderíamos saber se estes grunhidos, segundo os macacos, eram correctos? O que se sabe é que Lana, apesar dos esforços, não conseguiu articular palavra alguma. Palavra...? Nem sequer alguma forma de comunicação simbólica que fosse além de uma uma simples resposta condicionada, tal como as que se podem conseguir com pássaros, ratos, vermes, tal como sentenciou categoricamente J.B. Skinner, o "capo" nestes assuntos.

Agora pergunto eu:  porque razão estes investigadores, em vez de tentar esforçadamente e esterilmente ensinar um macaco a falar, não empreenderam a muito mais fácil e imensamente mais frutífera tarefa de ensinar a falar algum dos animais que o pode realmente fazer? (e em vários idiomas!). Sim, caro leitor - porque não elegeram um papagaio? Está aqui outro exemplo do padrão de mosaicos ou modular que que já falámos. Um animal que, incluso nas imaginárias árvores genealógicas evolucionistas, não têm nada que ver com o homem, comparte com ele esta singularíssima capacidade de emitir sons articulados.

Porque não escolhemos o papagaio? Muito simples: porque o papagaio, de acordo com as hipóteses darwinista, não é nem remotamente antepassado do homem. Ainda que alguns mais criativos sustentem que, se é verdade que o papagaio não é antepassado do homem, sim seria da mulher. Mas isso não tem suficiente aceitação no mundo científico.

(continuação, XI parte)

08/06/12

A VERDADE E O EVOLUCIONISMO (IX)

(continuação da VIII parte)
"A ciência deve, portanto, começar com a crítica aos mitos" (Karl Popper)


COMPORTAMENTOS

Apesar de todas as evidências, os autores evolucionistas, que parecem não entender a realidade, insistem com "as semelhanças". E empenhados em continuar em procurar, alguns antorpólogos aventuraram-se em comparar padrões de comportamento (que é, sem dúvida, tão "válido" quanto comparar ossos e moléculas). [é extraordinária a incompetência metodológica destes homens que despedem a Lógica e sujeitam o método à própria tacanhez].

Tal assunto tem os seus antecedentes na década de 20, quando um biólogo [Crookshank, darwinista) sugeriu que os negros descenderiam do gorila porque se sentam no chão da mesma forma que os antropoides... Caro leitor, que tal!? É melhor concluir que os mongóis, sendo assim, sejam descendentes do orangotango! Mas, na verdade, tal argumento já não é aceite pelos antropólogos; entre outras razões, porque os negros e os mongóis agora têm cadeiras para sentar-se.

Não se pense que estas mesmas especulações pertençam à pré-história da antropologia, Na realidade, e digam o que disserem, a época de ouro do darwinismo foram aqueles mesmos anos; não só porque não tinham a menor ideia da genética, biológica molecular e todos estes malditos avanços científicos que, pouco, foram afogando o voo imaginativo dos investigadores darwinistas, senão também porque naquela época os darwinistas ainda tinham coragem e sinceridade para dizer o que pensavam doa a quem doer.

Assim, o biólogo Klaatch dizia que os negros descenderiam do gorila, os mongóis do orangotango (concordando igualmente com Crookshank) e os caucasianos teriam descendido do chimpanzé; como viu, caro leitor, na de "antecessor comum".

Interessante lá vai a época em que eram exibidos - segundo a "ordem de evolutiva" - o crânio de um gorila, ao que seguia o de um Homem de Neanderthal (que nesse tempo era considerado apenas como pouco mais que um macaco erguido), depois o crânio de um negro, depois o de um irlandês e finalmente o de um inglês. A evolução chegava assim à perfeição.

Parece que todos os seres do domínio colonial britânico eram sub-homens, comentava com a ironicamente o já desaparecido antropólogo americano Loren Eisley.

David Phibeam, actual professor na Universidade de Harvard, acredita ver na conduta dos chimpanzés suficientes semelhanças com o do homem, como para sugerir que estes primatas são seres mais estritamente relacionados connosco. Jeffrey Schwartz, professor da Universidade de Pittsburg, vê essas vantagens no orangotango.

A tentativa por encontrar semelhanças entre a conduta do símios e dos homens causou uma profunda indignação entre os primeiros, que se sentem assim caluniados por semelhantes comparações:"Nos cumprimos fielmente a lei natural, ao contrário do que fazem os humanos", dizem justamente indignados!! Assim, talvez se realize um congresso internacional de macacos - sem diferença de sexo, raça nem religião - com a finalidade de negar explicita e formalmente qualquer parentesco connosco. Temo que as conclusões dos antropoides sejam mais sensatas do que as dos antropólogos.

Contudo, uma obscura personagem da cidade de Córdoba, Argentina, (ainda que um bastante desequilibrado) acredita ter visto notáveis semelhanças no comportamento de muitos seres humanos com certas espécies de répteis; a serpente, sobretudo.

(continuação, X parte)

30/05/12

A VERDADE E O EVOLUCIONISMO (VII)

(continuação da VI parte)
"A ciência deve, portanto, começar com a crítica aos mitos" (Karl Popper)

Segundo os antropólogos moleculares (Vincent Sarich e Allan Wilson, principalmente) o macaco e o homem ter-se-iam separado do "antecessor comum" há uns cinco milhões de anos; enquanto que os antropólogos fósseis (salvo seja...) tinham demonstrado até à exaustão que a separação teria ocorrido há entre 20 a 30 milhões de anos!

Aclaro, caro leitor, que isto dos milhões de anos são apenas especulações baseadas na hipótese darwinista. Não há nenhuma evidência científica séria de que estes milhões de anos existiram. Eu menciono-os para mostrar o grotesco das incoerências de tal hipótese, partindo dos dados dos seus adeptos.

Alguns, sobre tudo entre os antropólogos fósseis, exclamaram: heresia!!!... e rangeram ameaçadoramente com os seus ossos. Os moleculares, enraizados nas suas "provas", ameaçavam com represálias mutantes.

O problema é que, para se saber que coisa é ou não heresia, há que saber primeiro qual é ortodoxo. Pode-se dizer, deve, necessariamente, existir uma teoria solidamente estruturada e uma autoridade que a proclame. Mas se cada antropólogo fabrica a sua própria árvore genealógica, segundo sua própria imaginação, com que autoridade vai cada um censurar a imaginação de outro qualquer antropólogo? Se qualquer coisa é "ortodoxia", nada é heresia.

De qualquer modo, os moleculares ganharam a primeira batalha, e a maioria dos antropólogos fósseis terminaram por aceitar as cifras propostas por Sarich. Como a hipótese darwinista - por não ser científica - é tão plástica que permite "explicar" qualquer coisa... Então os mais insólitos achados começaram a aparecer!

A hemoglobina (proteína dos glóbulos vermelhos), por exemplo, colocou logo de entrada um enigmático problema. É certo que ela está presente no homem e nos macacos, o que causou a tal festiva alegria antropológica ao ponto de "êxtase" (parece que tinham chegado à "visão unívoca" com Darwin). Contudo... esta proteína encontra-se igualmente em todos os outros vertebrados. Os aplausos começaram a abrandar e houve até recomendações de prudência. Mas não faltaram os imprudentes, tanto por excesso de fervor e falta de uma educada direcção espiritual, ou talvez por um resto de espírito verdadeiramente científico que lhes fez pesar para alguma coerência; mas não faltou quem prosseguisse com estas investigações e acabasse por ficar a saber que a hemoglobina - justamente a mesma classe de moléculas - aparece ainda em invertebrados e insectos e até em bactérias!

Que horror! A hemoglobina não apareceu então de forma gradual e progressiva, aprefeiçoando-se cada vez mais à medida que ascendia na escala zoológica - como seria de esperar caso a hipotese evolucionista fosse certa - e aparece na sua forma perfeita nas minhocas, nas lesmas, ameijoas, e em algumas bactérias... sem ter sofrido mudanças evolutivas..."

(continuação, VIII parte)

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