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01/02/17

NA SERRA ALTA - O PARTIDARISMO


"[Fr. Fortunato de S. Boaventura, Fr. Alvito de Miranda, Pe. Agostinho de Macedo etc.] Condenaram então o espírito de partidarismo que o Liberalismo e Maçonaria conseguiram colocar entre citadinos portugueses do início do séc. XIX. Os nossos heróis da Tradição Católica lusa defenderam a permanência da unidade pela Verdade, segundo o que até então tinha sido, e alertaram fortemente contra o espírito partidário. Eis o momento que podemos chamar do nascimento da famigerada dualidade "direita - esquerda" em Portugal; ou, de forma menos pragmática dizemos hoje também "conservadorismo - progressismo". O modernismo necessita destes dois polos de sustento, porque existe pela conservação da forma à qual se lhe  faça progredir o conteúdo."
(na serra alta - J. Antunes)

20/01/17

DECLARAÇÃO A RESPEITO DA ASSOCIAÇÃO "CAUSA TRADICIONALISTA"


DECLARAÇÃO A RESPEITO DA
ASSOCIAÇÃO "CAUSA TRADICIONALISTA"
 
Em 2016 foi criada uma associação cultural sem fins lucrativos com sede em Coimbra (Portugal) cuja designação é "Causa Tradicionalista". Conhecidas e acompanhadasas ideias e vicissitudes que a forjaram, observando agora os tempos da sua existência, cabe-nos informar:
 
- Fomos sempre contra a criação de um grupo que pretenda representar o tradicionalismo em Portugal;
 
- Consideramos que essa associação cultural não é tradicionalista realmente;
 
- Embora tenhamos algum convívio e relações com alguns dos elementos dessa associação, não temos qualquer relação com ela;
 
- Estamos seguros que, ao ser captada para essa associação cultural muito boa gente poderiam estes antes ter chegado ao verdadeiro tradicionalismo. Para essas pessoas, a nossa especial simpatia e desejo de melhor porto.
 
Por agora é tudo.
 
Do responsável do blog ASCENDENS,
Pedro Oliveira


30/09/14

TRADICIONALISTA versus MODERNISTA CONSERVADOR (I)

Dentro do fenómeno do modernismo, muitas vertentes têm aparecido nos locais onde ele é socialmente indesejado: nomeadamente entre os católico.

Decidi iniciar esta série de artigos para desmascarar o falso tradicionalismo dos "modernistas conservadores" dos últimos anos (porque o modernismo, como não se faz depender totalmente da verdade, adapta-se e, resultante disso, tem de ir tomando argumentos substancialmente diferentes).

Nos diálogos, aparecerão duas personagens: o tradicional católico, a quem darei o nome de Paulo, e o modernista conservador a quem darei o nome de Sílvio. Em cada publicação haverá um tema dialogado (ou pode dar-se o caso de um tema ser partido por mais publicações, caso necessário).


O FIM DOS TEMPOS

Paulo e Sílvio olham uma publicação do blogue ASCENDENS, na qual se mostra como dançaram os Senhores Bispos no encontro mundial de jovens no Rio de Janeiro.

- Sílvio:
Triste figuras

- Paulo:
Traçando uma linha recta entre o que era antes e o que é agora obteremos a tendência e a indicação do que há-de vir, o amanhã; caso o degredo não avance exponencialmente!

- Sílvio:
Amanhã será que os nossos Bispos já dançarão?

 - Paulo:
As danças são o menos, porque apenas são uma consequência; elas são um sintoma entre tantos outros... Agora sim devia ser dito pelos mesmos Senhores Bispos, e dito do púlpito: "são os sinais dos tempos". Mas, ao ouvirem isso, responderiam os prudentes: "vamos tomar cautela e abrigar-nos dessa chuva", diriam ainda outros: "vamos adaptar-nos à trovoada, sair à rua e receber as chuvas e os raios, porque é este o novo caminho".
  
Mas não esquecer: "alegrai-vos quando virdes estas coisas, pois sabereis que estará para breve a chegada do Filho do Homem".................

- Sílvio:
Não sou muito apologista do anúncio eminente do fim dos tempos, já anda a ser anunciado há 2000 anos como estando para chegar. Venha quando vier, e até lá façamos o nosso dever.

- Paulo:
Sílvio, o nosso dever há que fazê-lo sempre, e o anúncio do fim dos tempos sempre fez os homens estarem mais atentos aos seus deveres, porque lhes revigora o sentido verdadeiro das suas vidas. Esta doutrina não pode ser por si ignorada ou minimizada.

1 - O fim dos tempos é coisa de Fé, portanto é algo que não podemos negar. Por isso temos a certeza que não só acontecerá como estamos a cada segundo mais perto de que aconteça, e não a cada segundo mais longe (como parece que querem alguns por algum tipo de conforto estranho);
2 - A tradição eclesiástica, na interpretação do Apocalipse na Santa Igreja, é convergente. Este autores, em grande parte são santos. Ora, se os santos se preocupam com este tema diz-me a lógica que isto é mais de os ter em conta do que os ter em falta;
3 - Quase todo o Apocalipse está cumprido, ou seja, já pouca parte dele é futuro, e cada vez mais será passado. Sobra-nos uma parte, e porque o tempo passa diminuem as possibilidades de algumas legítimas divergências interpretativas. Ao contrário do que o Sílvio quer sustentar, as previsões falhadas, tivessem elas sido ou não legítimas, fazem parte do corpo de exclusão de hipóteses e não podem ser vistas como motivo de descrédito de algo que está garantido e que se foi confirmando já na história. Ou seja, o Sílvio está a servir-se de raros erros não oficiais, para calar o Apocalipse (parece até que Deus só deveria dar este Livro Sagrado momentos antes da sua vinda).

"vinde senhor Jesus, não tardeis"

No Credo dizemos que esperamos a última vinda de Nosso Senhor, e não que apenas acreditamos nela.

- Sílvio:
Não o nego. Por mim estou preparado: estou confessado e arrependido das minhas faltas, por isso quando for que seja.

- Paulo:
Isso está muito bem, DESDE que não negue o que é de Fé, espere o que temos que esperar, vigie (não apenas ore).

( )

14/04/14

PARA PENSAR - RITO ANTIGO À LUZ DE ALGO POSTERIOR ...

Híbrido ...
Dedico esta publicação a todos aqueles que acreditam que a Missa do Rito Romano (codificada no Missal de S. Pio V), por si, ao ser celebrada, leva necessariamente ao derrube do Concílio Vaticano II.

Transcrevo os Estatutos do Cabido da Sé de Braga (Portugal), aprovados em 2004, o artigo XVI intitulado "Rito Bracarense":

"1. O Cabido promoverá, com especial empenho, os estudos e acções destinados ao melhor conhecimento das tradições litúrgicas de Braga.

2. Nesta base, estudará a adaptação do Rito Bracarense às normas e ao espírito do Concílio Vaticano II e, uma vez aprovada pelas instâncias pertinentes a sua reforma, promoverá a divulgação que for prevista e dar-lhe-á especial relevo nas celebrações da Catedral."

Transcrevo ainda, para efeitos de clareza maior "Estatutos aprovados pelo Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ferreira da Costa Ortiga, em 07 de Dezembro de 2004". Sim... 2004!

12/01/14

TERCEIRA OFENSA DIRECTA DE FRANCISCO A PORTUGAL - Os Cães Mudos

Francisco tinha nomeado para nossa Patriarca de Lisboa, mas sem cumprir com o que está estipulado: nomeá-lo logo Cardeal. Esta ofensa a Portugal, foi abafada por tolos modernistas-conservadores que, sujeitos à heresia da "super infalibilidade" começaram a  assobiaram mentiras como esta:

"O Patriarca de Lisboa é nomeado Cardeal no consitório seguinte à sua nomeação desde que o consistório seja convocado para esse efeito, ou seja, nomear cardeais..." (1/10/2013)

Fechemos os olhos, e vamos adiante.

Passou o tempo. Estamos a 12 de Janeiro, eis que o Francisco anuncia a nomeação de novos Cardeais, para 22 de Fevereiro de 2014... e o Patriarca de Lisboa não consta da lista!

O que dizem a isto os modernistas-conservadores!? Logo que acharam brecha mediante o aperto, emitiram a notícia:

"D.Manuel Clemente não está entre os eleitos, talvez porque o antigo Patriarca de Lisboa, D.José Policarpo, ainda não cumpriu os 80 anos e portanto continua a ser um cardeal eleitor." (fonte, aqui)

(D. José Policarpo, fará 80 anos dia 26 de Fevereiro de 2015)

Ora... não está aqui em causa confusão em que a Hierarquia nos tem metido pelas suas inovações desautorizadas, não está aqui em causa sequer a forma e o motivo de Francisco nem se ter dado ao trabalho de dar humildes e justas explicações aos portugueses! Está agora em causa o comportamento cobarde e infiel desses "cães mudos" que são os modernistas-conservadores: sempre prontos a arranjar desculpas e, em nome do conforto e dos "respeitos humanos", com falsa prudência e toda a manha, serpentearem como serpenteiam. Ora inventam regras, mesmo contra as evidências, ora se medicam com "talvezes"... sobre o facto de Francisco NADA ter explicado a Portugal, nem ao próprio Patriarca de Lisboa: nada dizem, como se isso não fosse contra a moral e contra a justa e legítima dignidade da nossa Católica fundação!

Em tempos foi o liberal D. Pedro I (do Brasil) a exigir à Santa Sé que extinguisse o Patriarcado, e então o Papa com esforço tentou conservar tudo o que do Patriarcado foi possível. Hoje é o próprio Papa junto com os seus "cães mudos" que contribuem para abanar o que resta do resto do Patriarcado. Em outros tempos o liberalismo e a maçonaria subiu ao Trono ... hoje ... já vai mais longe e não aflige quase ninguém!

Onde está a voz do Patriarca!?

23/11/13

DECLARAÇÃO ASCENDENS - DO Pe. PAULO AZEVEDO

O simpático Pe. Paulo Azevedo, de batina.
Depois de ter examinado com atenção algum do material disponível online, declaro como católico, com toda a certeza e fundamentado na Tradição da Santa Igreja, no seu Magistério Ordinário e Extraordinário, que o Pe. Paulo Azevedo (Diocese de Mato Grosso - Brasil) induz em erro aos católicos, sobretudo àqueles que têm alguma inclinação mais conservadora. Se assim creio sem dúvida alguma, assim o devo comunicar aos leitores para que se preservem a tempo.

A suposta ortodoxia do Pe. Azevedo, padre muito simpático e com qualidades humanas incontestáveis, não passa da aparência resultante da tentativa de conciliar a Tradição da Santa Igreja com os erros "conciliares" e "pós-conciliares", de forma a diluir a contradição real e transformá-la numa continuidade. Por isto, é urgente alertar alguns dos nossos leitores menos doutrinados. O blogue ASCENDENS repudia grande parte das matérias publicadas pelo Pe. Paulo Azeved que se torna mais perigosa pela postura aparentemente ortodoxa deste Padre.

Estamos perante aquilo que tenho vindo a chamar de "modernismo conservador".

Eis um dos muitos vídeos do Pe. Paulo Azevedo:

08/08/13

FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO (I)

Tem havido uma súbita preocupação com a fórmula "fora da Igreja não há salvação". Tinha surgido a necessidade de relembrar, ou ensinar, aos católicos esta doutrina. Mas agora, surge uma falsa reposta: a "interpretação" da fórmula, e apresentada como se estivesse em risco a fé dos católicos que têm usado esta fórmula tal como sempre foi usada!

Ontem vi que alguém difundiu a "interpretação" do Pe. Paulo Azevedo (Brasil). Resolvi então escutar este vídeo interpretativo deste sacerdote (é o segundo vídeo que faz deste tema, e o segundo substituiu o primeiro).

O Pe. Paulo não explicou mais do que complicou, por um único motivo: leva numa mão a formulação católica, e na outra os conteúdos da nova teologia... água e azeite! Não fez uma exposição breve e inteira com 3 frases, que depois tivesse aprofundado; confundiu o auditório que, certamente, não pôde juntar a "conclusão" à formulação.

 Desde a concepção de "Igreja" à omissão de designações fundamentais (tais como "baptismo de desejo" e "baptismo de sangue" como formas do mesmo baptismo), a "interpretação" de "rigorismo" seguida de um documento que refere o "rigorismo" real (não o da "interpretação" do Pe. Paulo), um uso difuso do "incorporar" .. etc, o Pe. Paulo, tranquilamente, com um tom de clareza, convenceu certamente muitos ouvintes.
 

Neste artigo não farei mais que compilar o que foi dito com maior autoridade que as "interpretações" do Pe. Paulo e da "nova teologia". Espero que isto ajude:

Séc. III
- São Cipriano: “Não há salvação fora da Igreja”.

Séc. IV
- Credo de Santo Atanásio: ”Todo aquele queira se salvar, antes de tudo é preciso que mantenha a fé católica; e aquele que não a guardar íntegra e inviolada, sem dúvida perecerá para sempre (…) esta é a fé católica e aquele que não crer fiel e firmemente, não poderá salvar-se”.

Séc. XII
- Papa Inocêncio III: “De coração cremos e com a boca confessamos uma só Igreja, que não de hereges, só a Santa, Romana, Católica e Apostólica, fora da qual cremos que ninguém se salva”.

Séc. XIII
- IV Concílio de Latrão [infalível], Cânon I: “…Existe apenas uma Igreja universal dos fiéis, fora da qual absolutamente ninguém é salvo…”. Cânon III: “Nós excomungamos e anatematizamos toda a heresia erguida contra a santa, ortodoxa e Católica fé sobre a qual nós, acima, explanamos…”.
- Papa Bonifácio VIII: “Por apego da fé, estamos obrigados a crer e manter que há uma só e Santa Igreja Católica e a mesma apostólica e nós firmemente cremos e simplesmente a confessamos e fora dela não há salvação nem perdão dos pecados (…) Romano Pontífice, o declaramos, o decidimos, definimos e pronunciamos como de toda necessidade de salvação para toda criatura humana".

Séc. XV
- Concílio de Florença: “Firmemente crê, professa e predica que ninguém que não esteja dentro da Igreja Católica, não somente os pagãos, mas também, judeus, os hereges e os cismáticos, não poderão participar da vida eterna e irão para o fogo eterno que está preparado para o diabo e seus anjos, a não ser que antes de sua morte se unirem a Ela(…)".

Séc. XVI
- O Concílio de Trento [infalível]: “… nossa fé católica, sem a qual é impossível agradar a Deus…” [Condenou também os protestantes].

- Papa Pio IV: “… Esta verdadeira fé católica, fora da qual ninguém pode salvar-se…” (Profissão de fé da Bula “Iniunctum nobis” de 1564)

Séc. XVIII
- Papa Benedito IV (1740-1758): “Esta fé da Igreja Católica, fora da qual ninguém pode se salvar…”.

Séc. XIX
- Papa Gregório XVI - Mirari Vos: “Outra causa que tem acarretado muitos dos males que afligem a Igreja é o indiferentismo, ou seja, aquela perversa teoria espalhada por toda a parte, graças aos enganos dos ímpios e que ensina poder-se conseguir a vida eterna em qualquer religião, contanto que se amolde à norma do recto e honesto. Podeis com facilidade, patentear à vossa grei esse erro tão execrável, dizendo o Apóstolo que há um só Deus, uma só fé e um só baptismo (Ef. 4,5): entendam, portanto os que pensam poder-se ir de todas as partes ao Porto da Salvação que, segundo a sentença do Salvador, eles estão contra Cristo, já que não estão com Cristo (Luc. 11,23) e os que não colhem com Cristo dispersam miseravelmente, pelo que perecerão infalivelmente os que não tiverem a fé católica e não a guardarem íntegra e sem mancha (Simb. Sancti Athanasii).(…) Desta fonte lodosa do indiferentismo promana aquela sentença absurda e errónea, melhor digo "disparate", que afirma e que defende a liberdade de consciência. Esse erro corrupto que abre alas, escudado na imoderada liberdade de opiniões que, para confusão das coisas sagradas e civis, se estende por toda parte, chegando a imprudência de alguém asseverar que dela resulta grande proveito para a causa da religião. Que morte pior há para a alma do que a liberdade do erro?, dizia Santo Agostinho (Ep. 166)”.

- Papa Pio IX - Syllabus (teses condenadas):
15ª “É livre a qualquer um abraçar o professar aquela religião que ele, guiado pela luz da razão, julgar verdadeira”.
16ª “No culto de qualquer religião podem os homens achar o caminho da salvação e alcançar a mesma eterna salvação”.
17ª “Pelo menos deve-se esperar bem da salvação eterna daqueles todos que não vivem na verdadeira Igreja de Cristo”.
18ª “O protestantismo não é senão outra forma da verdadeira religião cristã na qual se pode agradar a Deus do mesmo modo que na Igreja Católica”.
21ª “A Igreja não tem poder para definir dogmaticamente que a religião da Igreja Católica é a única religião verdadeira”.

- Pio IX: “(…) não temem fomentar a opinião desastrosa para a Igreja Católica e a salvação das almas, denominada por Nosso Predecessor, de feliz memória, de "loucura" (Encíclica "Mirari Vos") de que a liberdade de consciência e de cultos é direito próprio e inalienável do indivíduo que há de proclamar-se nas leis e estabelecer-se em todas as sociedades constituídas; (…) Portanto, todas e cada uma das opiniões e perversas doutrinas explicitamente especificadas neste documento, por Nossa autoridade apostólica, reprovamos, proscrevemos e condenamos; queremos e mandamos que os filhos da Igreja as tenham, todas, por reprovadas, proscritas e totalmente condenadas”. (Encíclica"Quanta Cura")

Séc. XX
Papa Pio XI - Encíclica "Mortalium Animus": ” Os esforços [do falso ecumenismo] não tem nenhum direito à aprovação dos católicos porque eles apoiam-se sobre esta opinião errónea de que todas as religiões são mais louváveis naquilo que revelam, e traduzem todas igualmente, se bem que de uma maneira diferente, o sentimento natural e inato que nos leva para Deus e inclina-nos ao respeito diante de seu poder(…) Os infelizes infestados por esses erros sustentam que a verdade dogmática não é absoluta, mas relativa, e deve pois, adaptar-se às várias exigências dos tempos e lugares às diversas necessidades das almas”.(…) “Os artesãos dessas empresas não cessam de citar ao infinito a Palavra de Cristo: "Que todos sejam um. Haverá um só rebanho e um só pastor"( Jo XVII,21; X,16), e eles repetem este texto como um desejo e um voto de Cristo que ainda não teria sido realizado. Eles pensam que a unidade da fé e de governo, característica da verdadeira e única Igreja de Cristo, quase nunca existiu no passado e que não existe hoje… Eles afirmam que todas (as igrejas) gozam dos mesmos direitos; que a Igreja só foi Una e Única, no máximo da época apostólica até os primeiros Concílios Ecuménicos(…). Tal é a situação. É claro, portanto, que a Sé Apostólica não pode por nenhum preço tomar parte nos seus congressos, e que não é permitido, por nenhum preço, aos católicos aderir a semelhantes empreendimentos ou contribuir para eles; se eles o fizerem dariam autoridade a uma falsa religião cristã completamente estranha à única Igreja de Cristo”.

-Papa S. Pio X - Catecismo da Doutrina Cristã ("Catecismo de S. Pio X"):
149- Que é a Igreja Católica?
R: A Igreja Católica é a sociedade ou reunião de todas as pessoas baptizadas que, vivendo na terra, professam a mesma fé e a mesma lei de Cristo, participam dos mesmos sacramentos, e obedecem aos legítimos Pastores, principalmente ao Romano Pontífice.


153- Então não pertencem à Igreja de Jesus Cristo as sociedades de pessoas baptizadas que não reconhecem o Romano Pontífice por seu chefe?
R: Todos os que não reconhecem o Romano Pontífice por seu chefe , não pertencem à Igreja de Jesus Cristo.


156- Não poderia haver mais de uma Igreja?
R: Não pode haver mais de uma Igreja, porque, assim com há um só Deus, uma só fé e um só Baptismo, assim também não há nem pode haver senão uma só Igreja verdadeira.


168- Pode alguém salvar-se fora da Igreja Católica, Apostólica, Romana?
R: Não. Fora da Igreja Católica, Apostólica, Romana, ninguém pode salvar-se, como ninguém pôde salvar-se do dilúvio fora da arca de Noé, que era figura desta Igreja.


- Papa S. Pio X - Encíclica "Pascendi Dominici Gregis" (condenaçãodo modernismo): “Toda religião, não exceptuada sequer a dos idólatras, deve ser tida por verdadeira [dizem](…). E os modernistas de fato não negam, ao contrário, concedem, uns confusa, e outros manifestamente, que todas as religiões são verdadeiras(…). Quando muito, no conflito entre as diversas religiões, os modernistas poderão sustentar que a Católica tem mais verdade, porque é mais viva e merece mais o título de Cristã, porque mais completamente corresponde o título de Cristã, porque mais completamente corresponde às origens do cristianismo”.

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