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10/01/19

NA SERRA ALTA - Névoa


"Quando a mentira sustenta, o Diabo governa. Onde a intriga e a murmuração ganham terreno a verdade recua."
(na serra alta - J. Antunes)

04/07/18

NA SERRA ALTA - À Autoridade Compete


"..., pois na sociedade cristã é à legítima autoridade a quem compete o restabelecimento da ordem. Não dá Deus substitutos em duplicidade, mas reforça com graças extraordinárias aos justos desamparados."

(na serra alta - J. Antunes)

28/04/18

NA SERRA ALTA - Contra a Essência, Coisa Alguma


"Ao católico cabe essa posição que poderíamos chamar de "essencialista"[*]; ou seja, que não se deve julgar ou agir contra a essência, nem pode haver verdadeira liberdade em tal."

(na serra alta - J. Antunes)

[* - a consideração é independente daquilo a que se chama "essencialismo"]

24/04/18

NA SERRA ALTA - No Batalhão Oposto



"Tradicionalista que acredita no evolucionismo e que crê que a civilização é hoje mais elevada que no passado, é de dizer-lhe que está no batalhão oposto."
(na serra alta - J. Antunes)

06/03/18

NA SERRA ALTA - Quando a Pureza da Fé Deixa de Estar na Frente


"O Concílio Vaticano II é reflexo de um período anterior característico, em que pensamento católico mitigado, modernismo, liberalismo, activismo crescente, voluntarismo etc. coabitaram no mesmo espaço dos Sacramentos tradicionais, Magistério,etc.. Isto pode ser melhor considerado quanto mais atendermos à diferença de situações de cada região no mundo católico. (...) Com o anúncio do Concílio, os Bispos desejaram uma ampla reforma que travasse a propagação de erros, apurando e definindo. Contudo, estava também armado o aggiornamento, quer por forças externas, quer internas não oficiais eclesiásticas, e leigas."

(na serra alta - J. Antunes)

23/09/17

NA SERRA ALTA - Amar a Verdade


"Se o fanatismo não fosse mau, poderiam então chamar-nos fanáticos da verdade".
(na serra alta - J. Antunes)

25/07/17

NA SERRA ALTA - HONRAR OS SUPERIORES LGÍTIMOS

D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, Venerável da Santa Igreja
 
"Porque os nossos legítimos reis são nossos legítimos superiores, os nossos antigos tiveram virtude católica de honrá-los, desconfiando prontamente das teses adversas. (...) Eis um mau costume liberal lentamente assimilado pós victória liberal, eis um pecado mortal ao qual só a ignorância e a confusão poderão livrar de culpabilidade: tratar os nossos Reis legítimos com soberba, igualdade, desdém, juízo temerário, rebeldia, e outras posturas vis que, em outros tempos equivaleriam a uma debandada para o exército inimigo."
(na serra alta - J. Antunes)

16/06/17

NA SERRA ALTA - INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL

S. Teotónio, primeiro Santo do Reino de Portugal, apoiante do Venerável  D. Afonso Henriques
"Pela independência daquilo que já era nosso, D. Afonso Henriques lutou - Rei que foi elevado a Venerável pela Santa Igreja, foi a ele dada milagrosa visão, teve o apoio de São Teotónio na independência. Pela independência de Portugal, lutou D. João I - deu-lhe Deus um General santo, o Santo Condestável D. Nuno Alvares pereira. Pela independência do Trono de Portugal, lutou D. João IV - rei que coroou a Imaculada Conceição Rainha e Padroeira de Portugal, e que a devolução do Trono à legitimidade foi por Deus anunciado à Venerável Leonor Rodrigues. Toda esta independência contrasta com aquela dos liberais, que, depois da horrível victória de 1834: declara independência prática às leis de sucessão, usurpando o Trono; declara independência prática à Tradição e lei nossa, declarando o constitucionalismo; declara independência do poder temporal eclesiástico, nomeando um grupo de clérigos como representantes da Igreja portuguesa para com eles negociar a extinção da Santa Igreja Patriarcal de Lisboa; sem querer deixar o nome católico declara independência, para proceder à remoção dos Bispos resistentes (nomeando outros) e encerrar todos os Conventos. A primeira é a boa independência, que melhor deveríamos chamar "obrigação"; a segunda é uma má independência, que consiste na obtenção concupiscível de poder, domínio,  de ambições privadas,  desafogo de ódios, que os revolucionários costumam, desde os mais rudes aos mais sofisticados. Não parece que "independência" seja o melhor nome para aqueles nossos bons feitos, mas sim "obediência", "dever", "justiça", "patriotismo", "honra dos legítimos superiores", "heroísmo".
(na serra alta - J. Antunes)

13/06/17

NA SERRA ALTA - Leonardo Castellani

Pe. Leonardo Castellani
"Pelo contrário, sofredoras das perseguições lançadas por católicos liberais, a respeito do desaparecimento público do Sacro Império as alas resistentes convergem. (...) Um D. Fr. Fortunato de S. Boaventura, ou um Pe. Agostinho de Macedo bem conheciam aquilo que no séc. XX também o Pe. Leonardo Castellani defendeu: o desaparecimento público do Sacro Império é anterior a 1834. (...) Daqui podemos tirar que o Constitucionalismo contradiz as monarquias tradicionais [monarquias na sua forma clássica, não aquelas que o pensamento espanhol inventou por raciocínios baseados em certos aspectos do passado], e que Portugal foi o último a ficar ocultado socialmente [ocupado]; era o ano de 1834."
 (na serra alta - J. Antunes)

30/05/17

NA SERRA ALTA - Um Caso Modernista

 
[Edouard Le Roy] "(...) era teólogo, nunca terá redigido algo censurável segundo as sentenças da Pascendi, era considerado modernista, a sua obra está no Index, faleceu em 1954 aos 84 anos."
(na serra alta - J. Antunes)

29/05/17

NA SERRA ALTA - Modernismo Multi-aplicado

S. Pio X
"A respeito do conceito "modernismo", ao sério exame académico não escapa o geral e progressivo fenómeno do desentendimento público. O sentido próprio da palavra "modernismo" tem sua raiz académica no séc. XIX, e é ontologicamente definível como erro relativo ao Ser (eis o âmago irredutível). Na medida em que esse ontológico pressuposto é tomado e aplicado a qualquer área do saber, ou da arte, assim produz sequentes conclusões; foi aplicado na literatura, artes plásticas, sociologia, etc.. No final do século XIX Tyrrell aplicou-o directamente à Teologia, e o alarme soou na Igreja. Em 1907, S. Pio X condenou-o com o nome de "modernismo" através da Encíclica Pascendi, na qual caracteriza-o segundo o que mais urgia combater na Igreja: possibilitar identificá-lo rapidamente entre o clero, para travá-lo na Teologia e Filosofia. (...) Portanto, não há uma variedade de "modernismos", trata-se antes do mesmo erro em peregrinação, produzindo efeitos diversos, tomando múltiplas caras, tantas quanto sejam as realidades onde aplicado. (...)
A condenação do modernismo não se confina àquela ocasião e contexto histórico, nem apenas àqueles vários erros provocados no campo teológico; a condenação papal é para sempre, e dada ao erro "modernismo" concretamente. (...)
O pouco interesse ontológico dos Tradicionalistas pelo modernismo, e o desprezo que os restantes querem dar, produz novo e delicado fenómeno: ignorando o conceito [ontologicamente], manter-lhe o nome recheando-o com características de algum grupo de pessoas, às quais se decida chamar "modernistas"".
(na serra alta - J. Antunes)

21/05/17

NA SERRA ALTA - A Verdade Na Mão dos Errados e dos Certos

Estas seriam mãos certas
"Do séc. XIX para cá S. Tomás de Aquino tem também sido mal usado, e disso têm passado erros! Liberais interpretaram-no, modernistas interpretaram-no, ambos interpretaram diferentemente em certos pontos, não coincidindo com aquilo que sempre foi de Tradição. Autores que hoje conhecemos por infeliz sucesso argumentaram-se também com S. Tomás. Mais que na interpretação, o problema maior tem sido o da aplicação: por mais que livrescamente conheça a S. Tomás, a cabeça não liberta da herança liberal (cultural) acaba por não estar longe do todo, aplica indevidamente à realidade um daqueles fragmentos, a visão que têm da realidade não é suficientemente compactível com as altas verdades daquele santo Doutor. Já diferentemente ocorrem em lugares remotos de Portugal, onde uma velhinha ainda tem na prática, nos costumes, na estrutura de pensamento os traços de uma milenar herança verdadeiramente católica; "Suma Teológica"? Não, nunca ouviu tal nome. (...) Conhecimento e sabedoria também não são a mesma coisa, (...)"
(na serra alta - J. Antunes)

28/03/17

NA SERRA ALTA - Pouco Definido

 
"A confiança depositada nos mornos obscurece, desqualifica, relativiza, enreda. De um morno uma coisa devemos desejar: que primeiro se defina."
(na serra alta - J. Antunes)

19/02/17

NA SERRA ALTA - A Abdicação!

 
"Olhando agora o Pontificado de Francisco devemos considerar o momento da abdicação de Bento XVI assente no argumento da incapacidade. Algo passou!"
(na serra alta - J. Antunes)

01/02/17

NA SERRA ALTA - O PARTIDARISMO


"[Fr. Fortunato de S. Boaventura, Fr. Alvito de Miranda, Pe. Agostinho de Macedo etc.] Condenaram então o espírito de partidarismo que o Liberalismo e Maçonaria conseguiram colocar entre citadinos portugueses do início do séc. XIX. Os nossos heróis da Tradição Católica lusa defenderam a permanência da unidade pela Verdade, segundo o que até então tinha sido, e alertaram fortemente contra o espírito partidário. Eis o momento que podemos chamar do nascimento da famigerada dualidade "direita - esquerda" em Portugal; ou, de forma menos pragmática dizemos hoje também "conservadorismo - progressismo". O modernismo necessita destes dois polos de sustento, porque existe pela conservação da forma à qual se lhe  faça progredir o conteúdo."
(na serra alta - J. Antunes)

05/01/17

NA SERRA ALTA - DESVIRILIZAÇÃO

 
"É inegável... a gradual desvirilização da sociedade alastrou-se às ideias, e destas fez o seu assento no campo dos costumes e da moral. O subjectivismo cresce ao ponto de parecer que o mundo não sairá de um ambiente de moças sorridentes (pela frente).... O receio pelos desconfortos da verdade, e a inversão da hierarquia de valores, são disfarçados de doçuras e falsa prudência, "paz". Reina uma hipocrisia amável, a adulação, e quase impera o relativismo moral".
 
Bónus:

"Se o Ensino obrigou os alunos ao "acordo ortográfico", como pode ele ser suficientemente seguro!?"

(na serra alta - J. Antunes)

18/12/16

NA SERRA ALTA - O SACERDOTE

Padre Cruz
"Desde sempre a Tradição em Portugal atribuiu ao Sacerdote o tratamentos de Nobre. Foi no séc. XIX que os liberais e maçons conseguiram remover das normas e leis esta maravilha tão própria nossa. Em defesa dela estiveram os "absolutistas", defensores da pureza da Fé e dos antigos costumes: apresentaram aos inimigos os antiquíssimos motivos: ao Sacerdote por estar tanto in persona Christi, e por Cristo ser Rei dos reis e Senhor dos senhores, não se lhe pode negar tratamento de nobre. O constitucionalismo até isto nos levou; mas não apagou o coração dos portugueses!"
(na serra alta - J. Antunes)

20/11/16

NA SERRA ALTA - PROFECIAS, apenas!


"... e diz ele que até 2017 ficará concluído o ciclo da apostasia geral na Igreja; ou seja, que não restará da Igreja paróquia nem 

 instituição sã que possam garantir a pureza da Fé e estar isentas. As partes insuspeitas estarão comprometidas, umas tendo começado pelo relativismo, outras pela traição, outras comprometidas por ilusões e vãs promessas; mesmo que uma ou outra repitam a doutrina da Igreja, estarão já longe nos critérios católicos pelos quais deveriam regular-se, e orientar; os espíritos estarão cada vez mais confusos, e aparecerão mesclas de ideias e opiniões outrora repudiadas. Os castigos que já se assomam por todos os lados terão depois as portas escancaradas. "A visibilidade da Igreja desapareceu então!?", perguntaram-lhe. Explicou que a visibilidade da Igreja existe, mesmo que um cego de nascença não a veja; e mesmo que sobrasse um católico, até assim a faculdade da visibilidade continuaria com ele. Então, perguntou assim aos que estavam: "que coisa seria a Igreja, se a tomássemos por aquilo que exteriormente dela vemos hoje?". Fiquei calado... ninguém se mexeu! (...) Continuou: "quem então quiser fugir, não saberá para onde!""
(na serra alta - J. Antunes)

10/11/16

NA SERRA ALTA - ACONTECIMENTOS CÍCLICOS?


"Os optimistas sentem prazer ao dizer que "a crise na Igreja é cíclica".  Neste ânimo ainda não entrou melhor a qualidade geométrica, que lhes diria: mais que cíclica, é espiral."
(na serra alta - J. Antunes)

01/11/16

NA SERRA ALTA - TRIUNFO DO IMACULADO CORAÇÃO ANTES, OU DEPOIS?


"Eis a polémica: dizem uns que o "triunfo do Imaculado Coração" sucederá antes da vinda do Anticristo, porque está prometido um certo tempo de paz posterior; outros estão convictos de não poder vir o Anticristo sobre o triunfo de Nossa Senhora, e que que terá de vir antes do triunfo para ser depois derrotado; outros mais receosos, inclinam-se a certa imanência que os leva a reduzir a apostasía geral a mais uma crise, etc.. Mas, na verdade, o triunfo do Imaculado Coração e os feitos do Anticristo poderão muito bem acontecer simultaneamente: também dos primeiros cristãos, a cada martírio um triunfo para a Santa Madre Igreja [eis o que foi um verdadeiro sementeiro da da Fé e da vitória]. Depois nada impediria que viesse um tempo de paz com posteriores eventos, até ao cumprimento da Parusía."
(na serra alta - J. Antunes)

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