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22/06/11

A CORJA...

A jornaleta "A Corja" (palavras para que) diz no seu primeiro número, na página 3, dia 6 de fevereiro de 1915:

ÁLERTA
"A reacção jesuítica de braço dado com os insubordinados, prepara-se para a luta eleitora.
O órgão da seita em Coimbra, como os seus orgãos espalhados pelo país, convidam todos os católicos-jesuítas a inscreverem-se no recenseamento eleitora.
Alerta liberais!
Lembremos a todos os verdadeiros republicanos, a todos os liberais, a conveniência de se inscreverem no recenseamento.
No Centro Democrático José Falcão, rua da Estrela, e no Centro Evolucionista, rua do Poço, todas as noites se dão esclarecimento. 
Avente pela República!
Abaixo os jesuítas!"

Os "insubordinados" eram os liberais e republicanos arrependidos que se colocaram reticentes nas manobras directas contra a Igreja. Por saberem deste perigo, os republicanos e liberais, usaram o velho método da divisão: para não assustar as consciências não diziam travar uma batalha contra a Igreja mas sim contra os Jesuítas, e na prática iria sempre dar ao mesmo. O jornal "A Corja" ...

03/06/11

O MAL DO MAL...

Manuela Moura Guedes, tão conhecida em Portugal, escreve sobre a recente situação:

"Imagine que vai para fora e dá dinheiro a alguém para tomar conta da sua casa e fazer a gestão da sua vida. Imagine que, ao regressar, descobre que o dinheiro se foi, está endividado até ao pescoço e a casa está a cair aos bocados. Imagine que tem de estender a mão a um vizinho para escapar a viver sem abrigo. Volta a pôr a casa e a vida nas mãos de quem o desgraçou? Claro que não, só se for completamente idiota! Mas, é isso que, segundo a última sondagem, são 36% dos portugueses. Idiotas! Querem dar o país de novo a quem o arruinou. Já não há sequer dinheiro para pagar os salários dos militares a tempo e horas, nem para tratamentos e remédios básicos, nos hospitais. Não há dinheiro! Foi gasto e mal gerido por gente que tem nome. Noutra situação da vida comum, seriam julgados e penalizados. Como se trata do governo, a única sanção é não serem reeleitos. Mas, mesmo isto, 36% de idiotas acha que eles não merecem. Não tenho respeito pela comunicação social que continua a levar a sério toda a propaganda deste governo sem qualquer tipo de sentido crítico. Há muito que e co-responsável por todo este desastre. Mas, convenhamos, um Povo que elege quem o leva à ruína merece ser (…) (o FMI tem razão)!”

Há certamente quem se identifique aqui com Manuela Moura Guedes, fora os 36% de tolos. Mas, pensando bem, a comparação está muito mal feita, pois a Res Pública é um assaltante e quem passou de bom grado as chaves de casa ao assaltante não se pode gabar de não ser tolo. Dirão os que não estão nos 36% que nunca tinham pensado em tal possibilidade, ou que a coisa não é bem assim, e defendam assim a Res Pública... Mas é isso mesmo que fazem os 36% ...!

21/04/11

SÃO MITOS REPUBLICANOS - flagelos

O mito recente, fabricado pela maçonaria e marxismo, o denegrir e inutilizar a civilização católica ouve-se por qualquer canto na voz de qualquer doutrinável de mentiras. Como coisas e animais não mentem, pouco mais nos resta que não esteja sob o condicionamento da douta mentira (uma forma "evoluída" de escravatura). Se apenas o SENTIMENTO de aperto move à acção e bastante mais à reacção, e até "os Deolinda" cantam que "para ser escravo é preciso estudar", onde vão parar os procedimentos históricos e as dinâmicas começadas? Porquê motivo nunca se discorda da Rés Pública? A reposta é simples: a Rés Publica seria a solução que nos libertaria do monstro do passado, e se o presente está mau o passado tem de pintar-se pior, e se o presente piora a Rés Pública oferece um futuro melhor do que qualquer presente ou passado.

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