31/08/16

O BRASÃO PELO QUAL SE PODE ORAR CCCXLVIII

BIBLIOTECA ASCENDENS - difusão (VII)

(continuação da VI parte)

[requisição gratuita das obras: ver aqui]

378 - Elementos Para a História do Município de Lisboa, ...  - V Tomo (Eduardo Freire de Oliveira. Lisboa, ano 1891) [Pt. - 648 páginas de cor]

379 - Elementos Para a História do Município de Lisboa, ...  - II Tomo (Eduardo Freire de Oliveira. Lisboa, ano 1887) [Pt. - 628 páginas de cor]

380 - Elementos Para a História do Município de Lisboa, ...  - XV Tomo (Eduardo Freire de Oliveira. Lisboa, ano 1906) [Pt. - 652 páginas de cor]

381 - Estímulo Prático Para Seguir o Bem, e Fugir do Mal. Exemplos Selectos Das Virtudes, e Vícios; Ilustrados com Reflexões, e dedicados à Soberana Rainha dos Anjos Maria Santíssima Senhora Nossa. (Pe. Manuel Bernardes. Lisboa, 1730) [Pt. - 500 páginas de cor]

385 - Breve Relação da Embaixada Que o Patriarca D. João Bermudez Trouxe do Imperador da Etiópia Chamado Vulgarmente Preste João (Lisboa, ano 1875) [Pt. - 145 páginas]

391 - Carta de ElRei D. Manuel ao Rei Católico Narrando as Viagens Portuguesas À Índia Portuguesa desde 1500 até 1505 (Lisboa, ano 1892) [Pt. - 118 páginas]

395 - Castrioto Lusitano ou História da Guerra Entre o Brasil e a Holanda, Durante os Anos de 1624 e 1654 ... (Fr. Rafael de Jesus. Paris, ano 1844) [Pt. - 658 páginas]

396 - Catálogo Cronológico, Histórico, Genealógico, e Crítico, das Rainhas de Portugal, e seus Filhos.  (D. José Barbosa. Lisboa Ocidental, ano 1727) [Pt. - 532 páginas]

400 - Demonstração da Existência de Deus (Pe. José Agostinho de Macedo. Lisboa, 1816) [Pt. - 100 páginas]

401 - Elementos Para a História do Município de Lisboa, ...  - XVII Tomo (Eduardo Freire de Oliveira. Lisboa, ano 1911) [Pt. - 646 páginas de cor]

402 - Exame de Confessores, ou Breve Tratado, em que discorrendo por todas as matérias de Teologia Moral, se instrue um Sacerdotes em ordem ao como se deve haver no Confessionário. (Pe. António Tavares. Lisboa Ocidental, ano 1734) [Pt. - 434 páginas de cor]

403 - A Ribeira de Lisboa, Descrição Histórica da Margem do Tejo desde a Madre-de-Deus até Santos-o-Velho. (Júlio de Castilho. Lisboa, ano 1893) [Pt. - 796 páginas]

404 - Crónica do Imperador Clarimundo, Donde os Reis de Portugal descendentes, Tirado da Linguagem húngara em Nossa Portuguesa, Dirigido ao Esclarecido Príncipe D. João, Filho do mui Poderoso Rei D. Manuel, Primeiro deste nome... - I Tomo (João de Barros. Lisboa, ano 1791) [Pt. - 440 páginas]

410 - Religiões da Lusitânia... - I Volume (Leite de Vasconcelos. Lisboa, ano 1807) [Pt. - 498 páginas]

411 - Exame de Antiguidades - ... opiniões e curiosidade pertencentes ao Reino de Portugal, e outras partes, desde a criação do mundo até ao ano 3403... - I Parte (Lisboa, ano 1616) [Pt. - 266 páginas]

412 - Triunfo do Rosário Repartido em Cinco Autos ... (Pe. Francisco da Costa. Lisboa Ocidental, ano 1740) [Pt. - 316 páginas de cor]

413 - Crónica do Cardeal Rei D. Henrique, e vida de Miguel de Moura escrita por ele mesmo. Publicadas com algumas anotações pela Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Úteis. (Lisboa, ano 1840) [Pt. - 214 páginas]

415 - Crónica do Imperador Clarimundo, Donde os Reis de Portugal descendentes, Tirado da Linguagem húngara em Nossa Portuguesa, Dirigido ao Esclarecido Príncipe D. João, Filho do mui Poderoso Rei D. Manuel, Primeiro deste nome... - III Tomo (João de Barros. Lisboa, ano 1791) [Pt. - 315 páginas]

419 - Da Ásia de Diogo de Couto dos Feitos, que os Portugueses Fizeram na Conquista, e Descobrimento das Terras, e Mares do Oriente - Década Quinta - II Parte. (Lisboa, ano 1780) [Pt. - 486 páginas]

423 - Corografia Brasílica, ou Relação Histórica-Geográfica do Reino do Brasil Composta e Dedicada a Sua Majestade Fidelíssima, por um Presbítero Secular do Gram Priorado do Crato - II Tomo (Rio de Janeiro, ano 1818) [Pt. - 400 páginas]

424 - Corografia Brasílica, ou Relação Histórica-Geográfica do Reino do Brasil Composta e Dedicada a Sua Majestade Fidelíssima, por um Presbítero Secular do Gram Priorado do Crato - I Tomo (Rio de Janeiro, ano 1817) [Pt. - 450 páginas]

429 - Considerações Políticas, e Comerciais Sobre os Descobrimentos, e Possessões dos Portugueses na África, e na Ásia. (José Acúrsio das Neves. Lisboa, ano 1830) [Pt. - 433 páginas]

430 - Congregações Marianas na China e em Macau... (Pe. A. M. Alves. Macau, ano 1904?) [Pt. - 198 página]

431 - Conferências Celebradas na Academia Real das Ciências de Lisboa Acerca dos Descobrimentos e Colonizações dos Portugueses na África, 1877-1880 (Lisboa, ano 1892) [Pt. - 215 páginas]

(continuação, VIII parte)

NA SERRA ALTA - O "AMIGO" MAÇON...



"Como garantir a presença de um maçon entre nós? Simples... criando uma associação anti-maçónica!"
(na serra alta - J. Antunes)

30/08/16

BIBLIOTECA ASCENDENS - difusão (VI)

(continuação da V parte)

[requisição gratuita das obras: ver aqui]

268 - Compêndio da Vida do Ex.... Senhor D. Eusébio Luciano Carvalho Gomes da Silva, Bispo de Nankin, que ao Ex.... Senhor D. Marcelino José da Silva, Bispo de Macau, ...(Nicolau Pedro de Oliveira. Lisboa, ano 1792) [Pt. - 194  página]

269 - Lições de Um Pai a Uma Filha Sua na Primeira Idade, que a Protecção, e Auspício da Sereníssima Senhora D. Carlota Joaquina, Princesa do Brasil.... I e II parte (Roque Ferreira Lobo. Lisboa, ano 1813) [Pt. - 330 página]

286 - Sermões Vários que Prégou o Ilustre ... Senhor D. Fr. Cristóvão d'Almeida... II Parte (Lisboa Ocidental, ano 1725) [Pt. - 429 páginas]

288 - Sermon que en la Rogativa, que Celebró la Iglesia Paroquial de S. Gil Granada a N. Senhora de las três Necessidades, Al Empezar el Contagio en Dicha Ciudad... (D. José de Barzia y Sambrana. Lisboa, ano 1680) [Esp. - 28 páginas]

289 - Sermão do Acto de Fé que se Celebrou em Coimbra no Terreiro de S. Miguel em 17 de Outubro de 1694, Prégou-o o Padre Aires de Almeida... (Coimbra, ano 1697) [Pt. - 20 páginas]

290 - Sermão que Fez o Padre André Gomez da Companhia de Jesus no Auto de Fé, que se celebrou no Rocio da Cidade de Lisboa, em 28 de Novembro, primeiro Domingo do Advento de 1621, sendo presentes os Senhores Governadores, e o Senhor Bispo Inquisidor Geral, com os Tribunais do S. Ofício, e Reverendo Cabido, Religiões, e nobreza da Cidade. (Lisboa, ano 1621) [Pt. - 39 páginas]

292 - Corografia Portuguesa, e descrição Topográfica do Famoso Reino de Portugal, com as notícias das fundações das Cidades, Vilas, e Lugares, que contém; Varões ilustres, Genealogias das Famílias nobres, fundações de Conventos, Catálogos dos Bispos, antiguidades, maravilhas da naturezaq, edifícios, e outras curiosas observações... - I Tomo (Pe. António Carvalho da Costa. Lisboa, ano 1706) [Pt. - 546 páginas]

293 - Corografia Portuguesa, e descrição Topográfica do Famoso Reino de Portugal, com as notícias das fundações das Cidades, Vilas, e Lugares, que contém; Varões ilustres, Genealogias das Famílias nobres, fundações de Conventos, Catálogos dos Bispos, antiguidades, maravilhas da naturezaq, edifícios, e outras curiosas observações... - III Tomo (Pe. António Carvalho da Costa. Lisboa, ano 1712) [Pt. - 697 páginas]

294 - Corografia Portuguesa, e descrição Topográfica do Famoso Reino de Portugal, com as notícias das fundações das Cidades, Vilas, e Lugares, que contém; Varões ilustres, Genealogias das Famílias nobres, fundações de Conventos, Catálogos dos Bispos, antiguidades, maravilhas da naturezaq, edifícios, e outras curiosas observações... - II Tomo (Pe. António Carvalho da Costa. Lisboa, ano 1708) [Pt. - 655 páginas]

295 - A Ourivesaria no Brasil antigo. Estudos Brasileiros, ano II, volume 4, nº12, maio a junho de 1940. (Francisco Marques dos Santos. Rio de Janeiro) [Pt. - 56 páginas]

296 - Artistas e Artífices e a sua Mobilidade no Mundo de Expressão Portuguesa - Actas VII Colóquio Luso-Brasileiro de História da Arte. (Porto, ano 2005) [Pt. - 527 páginas]

206 - Descobrimento das Filipinas Pelo Navegador Fernão de Magalhães (Caetano Alberto. Lisboa, ano 1898) [Pt. - 162 páginas]

207 - Descrição da Costa de Moçambique de Lourenço Marques ao Bazaruto - Congresso Colonial Nacional (Guilherme Ivens Ferraz. Lisboa, ano 1902) [Pt. - 76 páginas]

208 - Descrição e Roteiro das Possessões Portuguesas do Continente da África e da Ásia no XVI Século ... (João Gallego. Lisboa, ano 1894) [Pt. - 98 páginas]

210 - Dialecto Indo-Português de Damão - separata (Sebastião Rodolpho Dalgado. Lisboa, ano 1903) [Pt. - 49 páginas]

211 - Documentos Para a História das Colónias Portuguesas - Diário de Viagem de Moçambique Para os Rios de Sena ... - Ministério dos Negócios da Marinha e Ultramar (Francisco José de Lacerda e Almeida. Lisboa, ano 1889) [Pt. - 50 páginas]

212 - Direitos do Padroado de Portugal em África - memoranda - Ministério da Marinha e Ultramar (Lisboa, ano 1888) [Pt. - 62 páginas]

214 - Discurso Sobre o Estado Actual das Minas do Brasil ... (José Joaquim da Cunha de Azeredo Coutinho. Lisboa, ano 1804) [Pt. - 72 páginas]

217 - D. Vasco da Gama e a Vila de Vidigueira (A. C. Teixeira de Aragão. Lisboa, 1871) [Pt. - 60 páginas]

218 - Elucidário das Palavras, Termos e Frases Que em Portugal Antigamente se Usaram e que hoje regularmente se ignoram; Obra Indispensável Para Entender Sem Erro os documentos mais raros e preciosos que entre nós se conservam... - I Tomo  A a F (Fr. Joaquim de Santa Rosa de Viterbo. Lisboa, ano 1365?) [Pt. - 720 página]

220 - História Genealógica da Casa Real Portuguesa.... - Tomo XI (D. António Caetano de Sousa. Lisboa, ano 1714) [Pt. - 1074 páginas]

221 - História Genealógica da Casa Real Portuguesa.... - Tomo XII, parte I (D. António Caetano de Sousa. Lisboa, ano 1717) [Pt. - 790 páginas]

300 - Breve Notícia Sobre a Primeira Exposição de Café do Brasil - Centro da Lavoura e Comércio. (Rio de Janeiro, ano 1882) [Pt. - 153 páginas]

301 - Breves Palavras sobre a Cultura da Oliveira... (Avelino Nunes D'Almeida. Lisboa, ano 1899) [Pt. - 77 página]

302 - Cancioneiro DelRei D. Diniz pela primeira vez impresso sobre o manuscrito da Vaticana... (D. Caetano Lopes de Moura. Paris, ano 1847) [Pt. - 246 páginas]

339 - A Terra Portuguesa - Crónicas Científicas (Rocha Peixoto. Porto, 188) [Pt. - 314 páginas]

340 - Atravez dos Mares - Recordações da Índia (Oliveira Mascarenhas e Antunes Monteiro. Lisboa, ano 1898) [Pt. - 258 páginas]

 342 - Avisos do Céu, Sucesso de Portugal, com as mais notáveis coisas que aconteceram neste Reino. Escritas por Luís de Torres de Lima, e agora novamente correctos, emendados, e oferecidos ao Ilustríssimo, e Excelente Senhor D. Nuno Caetano Alvares Pereira de Melo, digníssimo Duque do Cadaval, Marquês de Ferreira, Conde de Tentugal, etc.. - II Tomo (Manuel António Monteiro. 1761) [Pt. - 387 páginas]

 343 - Avisos do Céu, Sucesso de Portugal, com as mais notáveis coisas que aconteceram neste Reino. Escritas por Luís de Torres de Lima, e agora novamente correctos, emendados, e oferecidos ao Ilustríssimo, e Excelente Senhor D. Nuno Caetano Alvares Pereira de Melo, digníssimo Duque do Cadaval, Marquês de Ferreira, Conde de Tentugal, etc.. - I Tomo (Manuel António Monteiro. 1761) [Pt. - 295 páginas]

350 - Tratado das Significações das Plantas, Flores, e Frutos que se referem na Sagrada Escritura. Tiradas de divinas, e humanas letras, com suas breves considerações.... (Pe. Fr. Isidoro de Barreira. Lisboa, ano 1622) [Pt. - 623 páginas]

351 - Lisboa Antiga (Feliciano de Castilho. Lisboa, ano 1879) [Pt. - 378 páginas]

356 - Elementos Para a História do Município de Lisboa, ...  - VI Tomo (Eduardo Freire de Oliveira. Lisboa, ano 1891) [Pt. - 652 páginas de cor]

357 - Elementos Para a História do Município de Lisboa, ...  - IX Tomo (Eduardo Freire de Oliveira. Lisboa, ano 1896) [Pt. - 640 páginas de cor]

358 - Elementos Para a História do Município de Lisboa, ...  - X Tomo (Eduardo Freire de Oliveira. Lisboa, ano 1898) [Pt. - 630 páginas de cor]

360 - Elementos Para a História do Município de Lisboa, ...  - VIII Tomo (Eduardo Freire de Oliveira. Lisboa, ano 1894) [Pt. - 618 páginas de cor]

361 - Elementos Para a História do Município de Lisboa, ...  - XI Tomo (Eduardo Freire de Oliveira. Lisboa, ano 1899) [Pt. - 660 páginas de cor]

362 - Elementos Para a História do Município de Lisboa, ...  - XII Tomo (Eduardo Freire de Oliveira. Lisboa, ano 1901) [Pt. - 678 páginas de cor]

363 - Elementos Para a História do Município de Lisboa, ...  - XIII Tomo (Eduardo Freire de Oliveira. Lisboa, ano 1903) [Pt. - 644 páginas de cor]

364 - Elementos Para a História do Município de Lisboa, ...  - XIV Tomo (Eduardo Freire de Oliveira. Lisboa, ano 1904) [Pt. - 654 páginas de cor]

365 - Elementos Para a História do Município de Lisboa, ...  - IV Tomo (Eduardo Freire de Oliveira. Lisboa, ano 1888) [Pt. - 656 páginas de cor]

366 - Elementos Para a História do Município de Lisboa, ...  - III Tomo (Eduardo Freire de Oliveira. Lisboa, ano 1887) [Pt. - 610 páginas de cor]

367 - Elementos Para a História do Município de Lisboa, ...  - XVI Tomo (Eduardo Freire de Oliveira. Lisboa, ano 1908) [Pt. - 600 páginas de cor]

(continuação, VII parte)

O BRASÃO PELO QUAL SE PODE ORAR CCCXLVII

MARTÍRIO DE S. JOÃO DE BRITO (I)


BREVE RELAÇÃO
DO ILUSTRE MARTÍRIO DO VENERÁVEL
PE. JOÃO DE BRITO
Religioso professo da Sagrada Companhia de Jesus, residente na missão de Maduré reino dos Maravás,
o qual padeceu em 4 de Fevereiro de 1693

Por não dilatar aos curiosos a notícia do ilustre martírio, com que este Apostólico Varão triunfou da bárbara idolatria do tirano Rei dos Maravás, referirei sucintamente a causa, e período de sua prisão, e felicíssima morte, deixando a ponderação da nobreza de seu nascimento (que teve na Côrte, e cidade de Lisboa, na freguesia de Sto. André) para mais erudita pena, e em bem proporcionado volume, e mais limado estilo descreverá os progressos de sua generosa educação no palácio do sereníssimo Rei D. Afonso o sexto, que Deus tem, divisando-se já naqueles ternos anos uma natural propensão a todo o género de virtudes, com que veio a possuí-las em grau heróico.

Seja-me porém lícito reparar mui de passagem na primeira circunstância do nome, com que foi regenerado, dispondo o Céu misteriosamente que fosse o do sagrado Precursor, para o imitar no desprezo das delícias, no retiro da Côrte, na parcimónia do natural sustento, no zelo de converter as almas, e finalmente na liberdade de repreender a um Rei do incestuoso conjúgio, procurando a separação dele como o nosso heróico Varão persuadiu a outro Rei mais feliz, que repudiasse a multiplicidade de consorte.

E como as acções do Padre João de Brito tiveram na vida tanta consonância com seu exemplar, não era verosímil que faltasse esta harmonia na morte, que também lhe maquinou uma mulher repudiada, sem se diversificar no género, morrendo também degolado.

Resumindo pois este discurso, é de saber que havia seis anos que o Padre João de Brito residia na missão de Maduré Côrte dos Maravás na Costa de Coromandela na Índia Oriental, para onde partiu no ano de 1673 e fazendo admirável fruto na cultura daquela vinha, procurando plantar nela a suave enxertia da Fé Católica com grandes júbilos de sua alma, por ver que não era infructuoso o seu desvelo, invejoso o demónio deste feliz logro, cocitou contra ele ao Príncipe dos Maravás Rauganadadeven, que tiranicamente tinha usurpado aquele domínio com infernal ódio aos Cristãos; e prosseguindo este furor; mandou prender ao Padre Brito, e executar nele graves tormentos, intimidando-lhe que saísse logo daqueles Estados com comunicação de morte se mais pregasse a Lei Evangélica.

Nenhum terror causou este decreto no incontrastável brio do fiel Soldado de Cristo, antes com intrépido valor desafiando os perigos, quando se lhe ofereciam mais eminentes, como que tinha deposto todo o temor quando assentou praça na sua sagrada Companhia, foi persistindo em seu piíssimo ministério, enxertando novas plantas, e dando robusto vigor às tenras, e alentando a todas, para produzirem copioso fruto naquela deliciosa vinha de Cristo.

Sendo neste tempo superior daquela missão, conhecendo que era preciso mandar a Europa um Religioso de talento, autoridade, e experiência, que felicitasse os aumentos daquela conversão, e convidasse novos obreiros pela falta deles, que sentia numa seara tão dilatada, o zeloso Padre Brito se sujeitou à eleição, que da sua pessoa se fez, sacrificando-se aos discómodos, e perigos de uma viagem tão molesta, e mal segura, não sem alguma repugnância da própria vontade, que sofria mal suspender o curso de seu santo exercício na doutrina daqueles Fieis, que deixava, mas a tudo fechou os olhos sua profundíssima obediência.

Embarcado logo para Goa, e daí para Portugal, chegou ao porto de Lisboa, e recolhido ao seu Colégio de Sto. Antão aplicou-se todo com incansável zelo a solicitar as importantíssimas matérias de sua missão com geral edificação, e agrado de toda a Côrte, que no Varão Apostólico apesar de sua rara modéstia reconhecia um compêndio de sublimes virtudes.

Conseguindo o despacho, que viera buscar, voltou ansiosamente na primeira monção, que se lhe ofereceu para Goa, no ano de 1690 onde tanto que chegou, (posto que mui mal convalescido de uma grave doença, que na viagem padecera) com a mesma impaciência procurou logo embarcação, que o transportasse à sua suspirada missão de Maduré, onde o destinava o Céu para lograr a preciosa coroa de seu martírio em prémio de suas religiosas, e bem empregadas fadigas.

Tanto que chegou a Maduré, que era o alvo, a que se firigia todo o seu cuidado, e a campanha de sua espiritualidade milícia, empunhou logo a espada da palavra Divina, reforçando a porfiada guerra, que sempre fez ao inferno, visitando aquelas residências de sua missão, e penetrando as brenhas, em que se ocultavam algumas Igrejas dos Cristãos, onde concorriam os novamente convertidos a ouvir o clarim Evangelico, e celebração dos Ofícios Divinos, colhendo tão copiosa novidade desta laboriosa seara, que fertilizada com seu ardente zelo, rara brandura, humildade, sofrimento, e amorosas carícias, em quinze meses, que permanescera nesta cultura Evangélica até sua ditosa morte, baptizou mais que oito mil catecúmenos com inexplicáveis júbilos da sua alma, converteu, e instruiu muito maior número, entrando nele o Príncipe Tarideven, o qual posto que despojado deste senhorio dos Maravás, por lho haver usurpado o tirano Raugandadeven, com tudo conserva ainda grande autoridade, e amor daqueles povos.

Achava-se este Príncipe reduzido aos últimos termos da vida com total desconfiança dela por causa de uma mortal enfermidade, rebelde a todos os remédios da Medicina, que nela se tinham esgotado, ouvindo porém referir as maravilhas, que por meio do Padre João de Brito obrava Deus nosso Senhor nas pessoas, que se dispunham a abraçar a Lei, que prégava, mandou rogar ao mesmo Padre que o fosse ver, e que quando estivesse impedido para fazer logo a vista, ao menos lhe enviasse um Catequista, para o instruir na Lei Cristã, que estava resoluto a admitir com viva fé de que por ela havia de alcançar inteira saúde, e livrar daquele inevitável perigo. Remeteu-lhe o Padre um Catequista, por não poder ir pessoalmente, e chegado à presença do Príncipe enfermo, no mesmo instante que lhe recitou o sagrado Evangelho, se viu com perfeitíssima saúde, e robustas forças com geral assombro de todos.

(continuação, II parte)

29/08/16

O BRASÃO PELO QUAL SE PODE ORAR CCCXLVI

BIBLIOTECA ASCENDENS - difusão (V)

(continuação da VI parte)

[requisição gratuita das obras: ver aqui]

193 - Colecção das Leis Promulgadas, e Sentenças Proferidas Nos Casos da Infame Pastoral do Bispo de Coimbra D. Miguel da Anunciação: das Seitas dos Jacobinos, e Sigilistas, que por ocasião dela se descobriram neste Reino de Portugal concernentes às mesmas poderosas materiais. (Lisboa, ano 1769) [Pt. - 469 páginas]

194 - Vestígios da Língua Arábica em Portugal, ou Lexicon Etimológico das Palavras, e Nomes Portugueses, que Têm origem arábica... (Fr. João de Sousa. Lisboa, ano 1830) [Pt. - 243 páginas]

217 - A Verdadeira Nobreza (António de Pinho. Lisboa, ano 1655) [Pt. - 330 páginas]

218 - Arte de Criar Bem os Filhos na Idade da Puerícia. Dedicada ao Menino de Belém, Jesus nazareno. (Pe. Alexandre de Gusmão. Lisboa, 1685) [Pt. - 409  páginas]

230 - Cartas Seleccionadas do Padre António Vieira.... (J. J. Roquete. Paris, ano 1838) [Pt. - 447 páginas]

231 - Apêndice, e Ilustração da Tentativa Teológica, Sobre o Poder dos Bispos em tempo de Rotura (António Pereira. Lisboa, ano 1768) [Pt. - 393  páginas]

232 - Agiológio Lusitano, dos Santos, e Varões Ilustres em Virtude Do Reino de Portugal, e suas Conquistas Consagrado à Imaculada Conceição da Virgem Maria Senhora Nossa, Padroeira do Reino... - IV Tomo (D. António Caetano de Sousa. Lisboa, ano 1764) [Pt. - 760 páginas]

233 - Aparato Para a Disciplina, e Ritos Eclesiásticos de Portugal, Parte Primeira.... - IV Tomo (D. Francisco de Almeida. Lisboa Ocidental, ano 1737) [Pt. - 520 páginas]

234 - História da Ordem do Hospital, Hoje de Malta, e Dos Senhores Grão-Priores Dela em Portugal ... - I Parte até à morte do Senhor Rei D. Sancho II (José Anastácio de Figueiredo Ribeiro. Lisboa, ano 1793) [Pt. - 444 páginas]

239 - Escudo dos Cavaleiros das Ordens Militares.... (Fr. Jacinto de Deus. Lisboa, ano 1670) [Pt. - 330 páginas]

256 - Visitas ao Santíssimo Sacramento e a Maria Santíssima Para Todos os Dias do Mez. Actos de Preparção e da Acção de Graças Para a Sagrada Comunhão. Modo de Rezar a Coroa das Dores de Nossa Senhora, e Actos que Deve Fazer o Cristão Todos os Dias. Linda Adição de Novas Orações, e a Novena ao Santíssimo, e Devoções a Nossa Senhora da Conceição da Rocha. (Lisboa, ano 1858) [Pt. - 178 páginas]

259 - Primeira Parte da Crónica de Sister, Onde se Contam Coisas Principais Desta Religião Com Muitas Antiguidades, assim do Reino de Portugal como de outros Muitos da Cristandade. (Fr. Bernardo de Brito. Lisboa, ano 1602) [Pt. - 1000 páginas]

260 - Os Jesuítas, e as Letras ou A Pergunta Respondida (Pe. José Agostinho de Macedo. Lisboa, ano 1830) [Pt. - 40 páginas]

261 - Os Frades ou Reflexões Filosóficas Sobre as Corporações Regulares. (Pe. José Agostinho de Macedo. Lisboa, ano 1830) [Pt. - 80 páginas]

263 - Rosas do Japão, Cândidas Assussenas, e Ramalhete de fragantes, e peregrinas flores, colhidas no Jardim da Igreja do Japão, sem que os espinhos da infidelidade, e idolatria as pudessem murchar... (Fr. Agostinho de Sta. Maria. Lisboa, ano 1709) [Pt. - 258 páginas]

265 - Formulário de Oração, e Devoções com Algumas Instruções Prévias Para Diversos Exercícios de Fidelidade. (Fr. Francisco de Jesus Maria Sarmento. Paris, ano 1830) [Pt. - 315 páginas]

266 - Escritos de Santa Teresa, Añadidos y Ilustrados... - Biblioteca de Autores Españoles. (Vicente de la Fuente. Madrid, ano 1862) [Esp. - 605 páginas]

(continuação, VI parte)

NA SERRA ALTA - RAZÃO, VERDADE E JUSTIÇA


"É por pouco amor à verdade que alunos de Lógica não se preocupam adequar-se a esta fundamental ciência. Mesmo conhecendo e usando bem das regras do silogismo, alguns deles fazem grandes danos ao ajuizar as coisas da vida; ou porque lhes falte qualidade na verificação das premissas (quanto à conformidade destas com a realidade), ora porque  por estranho motivo lhes convenha algum disfarce racional (racionalismo). De forma análoga costuma a camada menos virtuosa do Povo, que considera muito pelo sentir geral, ou pelas estimas e ódios que ela sente, ou pelos próprios interesses pessoais, ou respeitos humanos, precipitando-se: fazendo sentenças sem aquele rigor ou objectividade que ela mesma gostaria de ver em tribunal no dia em que fosse acusada injustamente! "Justiça sem Verdade", exclamaria então!
Há que ter a Verdade em primeira conta, em todo o lugar, sempre, e sem espaços de neutralidade."
(na serra alta - J. Antunes)

O BRASÃO PELO QUAL SE PODE ORAR CCCXLV

BIBLIOTECA ASCENDENS - difusão (IV)

(continuação da III parte)

[requisição gratuita das obras: ver aqui]

155 - Agiológio Lusitano dos Santos e Varões Ilustres em Virtude do Reino de Portugal e suas Conquistas, consagrado ao glorioso S. Vicente, e S. António, insignes patronos desta ínclita cidade de Lisboa, e a seu ilustre Cabido Sede Vacante... - Tomo I (Jorge Cardoso. Lisboa, ano 1652) [Pt. - 652 páginas]

156 - Vida de D. Fr. Bartolomeu dos Mártires, da Ordem dos Prégadores, Arcebispo, e Senhor de Braga Primaz das Espanhas. Repartido em seis livros com a solenidade de sua trasladação... - II Tomo (Fr. Luís de Cacegas e Fr. Luís de Sousa. Lisboa, ano 1818) [Pt. - 445 páginas]

157 - Vida de D. Fr. Bartolomeu dos Mártires, da Ordem dos Prégadores, Arcebispo, e Senhor de Braga Primaz das Espanhas. Repartido em seis livros com a solenidade de sua tresladação... - I Tomo (Fr. Luís de Cacegas e Fr. Luís de Sousa. Lisboa, ano 1818) [Pt. - 547 páginas]

158 - Agiológio Lusitano dos Santos e Varões Ilustres em Virtude do Reino de Portugal e suas Conquistas, consagrado ao glorioso S. Vicente, e S. António, insignes patronos desta ínclita cidade de Lisboa, e a seu ilustre Cabido Sede Vacante... - Tomo III (Jorge Cardoso. Lisboa, ano 1666) [Pt. - 924 páginas]

159 - Fala Que Fez o Pe. Fr. Manuel da Cruz Mestre em Sagrada Teologia, Deputado do S. Ofício, e das Ordens Militares na segunda instância, Vigário Geral da Ordem dos Prégadores da Índia, no Acto Solene, em que o COnde João da Silva Telo.... (1641) [Pt. - 22 páginas]

160 - Eco Sonoro Que de Métricas Vozes Expressado retumba nos júbilos festivos, Com que a muito nobre, e sempre leal Vila de Santarém se desempenhou no Triunfo do Augustíssimo Sacramento no dia glorioso de sua tão devota, como magnífica Celebridade, no ano de 1723; oferecido ao Preclaríssimo Senhor S. Tomás de Aquino ... [Felix da Silva Freire. Coimbra, ano 1723) [Pt. - 32 páginas]

168 - Africa Portuguesa Por Su Autor Manuel de Faria, y Sousa Cavallero de la Orden de Cristo, y de la Casa Real... (Antonio de Melo. Lisboa, ano 1681) [Esp. - 251 páginas]

171 - Agiolégio Medicinal em que se dá notícia das águas de Caldas, de Fontes, Rios, Poços, Lagoas, e Cisternas, do Reino de Portugal, e dos Algarves, que ou pelas virtudes medicinais, que têm, ou por outra alguma singularidade, são dignas de particular memória. (Francisco da Fonseca Henriques. Lisboa Ocidental, ano 1726) [Pt. - 351 páginas]

173 - Ásia Portuguesa - III Tomo (Manuel Faria e Sousa. Lisboa, ano 1675) [Esp. - 589 páginas]

174 - Descrição Analítica da Execução da Real Estátua Equestre, Erigida em Lisboa á Glória do Senhor Rei Fidelíssimo D. José I, ... (Joaquim Machado de Castro. Lisboa, 1810) [Pt. - 404 páginas de cor]

175 - Arte de Pintura, simétrica e perspectiva... (Filipe Nunes. Lisboa, ano 1767) [Pt - 120 páginas de cor]

181 - Novo Atlas Para uso da Mocidade Portuguesa, ou Princípios Claros, para aprender facilmente, e em muito pouco tempo a Geografia: com um Tratado Metódico da Esfera onde se explica o movimento dos Astros, os diversos Sistemas, e o uso dos Globos... (Lisboa, ano 1782) [Pt. - 344 páginas em cor]

185 - Crónica de ElRei D. Sebastião (Fr. Bernardo da Cruz. Lisboa, ano 1837) [Pt. - 510 páginas]

186 - Cronica de ElRei D. Afonso o Quarto de Nomje, e Sétimo dos Reis de Portugal, assim como as deixou escritas Rui de Pina Guadamor da Torre do Tombo, e Cronista mor do mesmo Reino. (1653) [Pt. - 250 páginas]

189 - Crónica do Imperador Clarimundo, Donde os Reis de Portugal descendentes, Tirado da Linguagem húngara em Nossa Portuguesa, Dirigido ao Esclarecido Príncipe D. João, Filho do mui Poderoso Rei D. Manuel, Primeiro deste nome... - II Tomo (João de Barros. Lisboa, ano 1795) [Pt. - 508 páginas]

190 - Crónica dos Valorosos e Insignes Feitos DelRei D. João II, de gloriosa memória, em que se refere sua vida, suas Virtudes, seu Magnânimo Esforço, Excelentes Costumes, e seu Cristianíssimo Zelo. ... (Garcia de Rezende. Lisboa, ano 1622) [Pt. - 375 páginas]

191 - Clamores Evangélicos, Oferecidos ao Ilustríssimo Senhor Bispo Conde D. João de Melo, Bispo de Coimbra, Conde de Arganil, Senhor de Coja... (Fr. António da Conceição. Lisboa, ano 1698) [Pt. - 400 páginas]

(continuação, V parte)

28/08/16

O BRASÃO PELO QUAL SE PODE ORAR CCCXLIV

BIBLIOTECA ASCENDENS - difusão (III)

(continuação da II parte)

35 - Sermão Que Pregou o Padre Frei Gaspar da Ascensão da Ordem dos Prégadores na Sé da Bahia de todos os Santos na cidade do Salvador; na Primeira Missa que se disse, quando se deram as primeiras graças públicas, entrada a Cidade pela vitória alcançada dos Holandeses a 5 de Maio de 1625. [Pt. - 16 páginas]

36 - Sermão Contra o Filosofismo do Século XIX, Prégado na Igreja de S. Julião de Lisboa na Quinta Dominga da Quaresma do Ano de M DCCC XI por José Agostinho de Macedo, Prégador do Príncipe Regente Nosso Senhor. (Lisboa, ano 1811) [Pt. - 91 páginas]

37 - Sermão do Primeiro Domingo do Advento Prégado na Santa Igreja Patriarcal a 28 de Novembro de 1824 por José Agostinho de Macedo, Estando Presente o Eminentíssimo Senhor Cardeal patriarca. (Lisboa, ano 1824) [Pt. - 55 páginas]

38 - História Eclesiástica da Igreja de Lisboa. Vida, e Acções de Seus Prelados, e Varões eminentes em santidade, que nela floresceram. Oferecida ao Duque de Aveiro D. Raimundo de Lancastro... - I Volume (a> Da fundação de Lisboa, até ser ganhada aos Mouros por ElRei D. Afonso Henriques; b> Do tempo do mesmo Rei até ao reinado DelRei D. João I em que foi levantada em Metropolitana). (D. Rodrigo da Cunha, Arcebispo Metropolitano de Lisboa, do Conselho de Estado de Sua Majestade. Lisboa, ano 1642) [Pt. - 594 páginas]

39 - Monumento Sacro da Fábrica, e Soleníssima Sagração da Basílica do Real Convento, que junto à Vila de Mafra dedicou a N. Senhora, e Santo António a Majestade Augusta do Máximo Rei D. João V... (Fr. João de S. José do Prado. Lisboa, ano 1751) [Pt. - 180 páginas]

40 - Dissertação Sobre a Origem das Vestes Sagradas na Lei da Graça. (Fr. Plácido de Andrade Barroco. Lisboa, ano 1791) [Pt. - 152 páginas]

41 - Cópia da Carta de Sua Eminência o Cardeal Richelieu, a ElRei D. João IV nosso Senhor (15 de Junho de 1641) [Pt. - 2 páginas]

42 - Modo Prático de Ganhar o Sagrado Jubileu do Ano Santo Conforme as Disposições da Bula do Sumo Pontífice Leão XII, Hoje Reinante na Igreja Católica. (Pe. José Agostinho de Macedo. Lisboa, 1826) [Pt. - 37 páginas]

43 - História dos Milagres do Rosário da Virgem Nossa Senhora. (João Rebelo. Lisboa, ano 1617) [Pt. 503 páginas]

45 - Escola de Penitência e Flagelo de Víciosos Costumes, que consta de Semões Apostólicos do Mui Venerável Padre Frei António das Chagas.... - I Parte (Lisboa, ano 1687) [Pt. - 539 páginas]

48 - O Talmud Desmascarado ... (Padre B. Pranaitis. Ano 2006) [Pt. - 20 páginas]

50 - Constituição do Arcebispado de Évora... (ano 1565) [Pt. - 208 páginas]

54 - Juramento DelRei D. Afonso Henriques [Pt. - 4 páginas]

55 - 1139 - A Batalha de Ourique, Segundo a Crónica dos Godos [Pt. - 1 página]

56 - Acta das Côrtes de Lamego [Pt. - 9 páginas]

57 - Tratado Preliminar de Paz, e de Limites na América Meridional, Relativo aos Estados, Que Nela Possuem as Coroas de Portugal, e de Espanha, assinado em Madrid pelos Plenipotenciários de Suas Majestades Fidelíssima, e Católica, no primeiro de Outubro de 1777, e ratificado por ambas as Majestades. (Lisboa, ano 1777) [Pt. - 57 páginas]

58 - Carta de Pero Vaz de Caminha [Pt. - 9 páginas]

65 - Vésperas do Centenário da Índia - Inscrições Portuguesas (Luciano Cordeiro. Lisboa, ano 1895) [Pt. - 50 páginas com cor]

68 - História do Descobrimento e Conquista da Índia Pelos Portugueses - Livro IV e V (Fernão Lopes de Castanheda. Tipografia Rollandina. Lisboa, ano 1833) [Pt. - 355 páginas]

69 - História do Descobrimento e Conquista da Índia Pelos Portugueses - Livro III (Fernão Lopes de Castanheda. Tipografia Rollandina. Lisboa, ano 1833) [Pt. - 549 páginas]

70 - Relação da Morte e Enterro da Majestade Sereníssima DelRei D. João IV de Gloriosa Memória. (Francisco Leitão da Silva. Lisboa, 1656) [Pt. - 16 páginas]

71 - Primeira Parte da Fundação, Antiguidades, e Grandezas da Mui Insigne Cidade de Lisboa, e Seus Varões Ilustres em Santidade, Armas, e Letras. Catálogo de Seus Prelados, e Mais Coisas Eclesiásticas, e Políticas até ao Ano 1147, em que foi ganhado aos Mouros por ElRei D. Afonso Henriques. (Luís Marinho de Azevedo. Lisboa, ano 1652) [Pt. - 430 páginas]

72 - [partitura para órgão] Tocata de la Symphonie pour orgue Nº 5 en fa mineur Op. 42, Nº 1 (1887) (Charles-Marie WIDOR) [11 páginas]

73 - [partitura para órgão] "Aie pitié de moi, ô Seigneur Dieu" - BWV 721 (Johann Sebastian Bach) [2 páginas]

74 - [partitura para órgão] transcrição da Badinerie, da Suite nº2 em si - (J. S. Bach) [2 páginas]

75 - [partitura para soprano e órgão] Ave Verum (Edward Elgar) [4 páginas]

80 - A Primeira Consagração do Mundo ao Imaculado Coração de Maria, na Imprensa - artigo (José Ferreira) [Pt. - 11 páginas]

81 - A Venerável Alexandrina Maria da Costa - Como ela influenciou uma decisão de Pio XII - Artigo (José Ferreira) [2 páginas]

82 - Consagração do Mundo Ao Coração Imaculado de Maria - Dois Artigos do Pe. Fernando Leite sobre a Consagração do Mundo ao Imaculado Coração de Maria - do jornal "A Voz de Fátima" [6 páginas]

83 - Universidade de Coimbra Reconhece Mão de Club Bilderberg no 25 de Abril - Artigo (Agosto de 2008) [1 página]

91 - Cópia da Carta Que ElRei Cristianíssimo Luís XIV Escreveu ao Sereníssimo Rei de Portugal D. Afonso VI Nosso Senhor, e a Relação da Campanha de Flandres. [12 páginas]

98 - [partitura para órgão] transcrição da Sinfonia da Cantata BWV 29 (J. S. Bach) [7 páginas]

116 - Extracto da Solenidade, com que se há de Aplaudir no Hospital Real de Todos os Santos, desd o dia 18 deste mês de Junho até 25, a Canonização de S. Camilo de Lelis... (Lisboa) [Pt. - 8 páginas a cor]

120 - Breve Relação do Ilustre Martírio do Venerável Padre João de Brito, Religioso Professo da Sagrada Companhia de Jesus, Residente na Missão de Maduré Reino dos Maravé, o qual padeceu em 4 de Fevereiro de 1693. (Lisboa, ano 1695) [Pt. - 10 páginas]

124 - Apontamento Para a Educação de Um Menino Nobre, Que para seu uso particular fazia Martinho de Mendoça (Pina de Proença. Lisboa, ano 1734) [Pt. - 208 páginas]

125 - Resposta aos Anónimos de Lisboa, ou Tunda Geral Sobre os Pedreiros Livres, Por Fr. João de S. Boaventura, Monge de S. Bento, e Pregador de Sua Majestade. (Lisboa, 1823) [Pt. - 35 páginas]

130 - Herbert Marcuse: Fundador da Revolução NeoComunista (Enrique Diaz Araujo) [Esp. - 3 páginas]

131 - O Modernismo .... 

132 - Método Completo para Três Cursos de Canto Gregoriano Segundo a Escola de Solesmes (Gregório M Suñol) [Esp. - 109 páginas]

133 - [partitura para cor misto de 4 vozes] Eu Vos Escolhi (Tiago Ferreira) [Pt. - 1 página]

139 - O Massacre de Katyn (Sérgio Oliveira) [Pt. e Esp. - 72 páginas]

149 - Sermão Fúnebre nas Exequias do Senhor Roque da Costa Barreto, do Concelho de Guerra, e Governador que foi no Estado do Brasil, Prégado na Real Casa da Misericórdia da Bahia (Pe. Manuel da Madre de Deus. Lisboa, ano 1699) [Pt. - 24  páginas]

153 - Panegírico Evangélico, Epitalâmico, e Gratulatório na Solenidade, Que na Santa Igreja Catedral do Porto fez em 5 de Fevereiro de 1528 o Nobilíssimo Senado da mesma Cidade em Acção de Graças pelos Augustíssimos Desposórios dos Sereníssimos Senhor D. José Príncipe do Brasil, a Senhora D. Mariana Vitória, Infanta de Castela; e dos Sereníssimos Senhor D. Fernando Príncipe das Astúrias, e Senhora Dona Maria Bárbara infanta Primogénita de Portugal, ... (Manuel dos Reis Bernardes. Lisboa Ocidental, ano  1723) [Pt. - 56 páginas]

(continuação, IV parte)

O BRASÃO PELO QUAL SE PODE ORAR CCCXLIII

27/08/16

O ÓRGÃO - O INSTRUMENTO DA IGREJA, EM PORTUGAL (XIX) parte A

Basílica do Real Convento de Nossa  Senhora e Santo António

(Mafra - Portugal)


A chamada Basílica de Mafra é a Basílica do Real Convento de Nossa Senhora e Sto. António [de Lisboa], na vila de Mafra (Portugal). De forma resumida, aos estrangeiros podemos dizer tratar-se como que de um "Escorial português" a nível de dimensões e funções, sem panteão real, e que este Convento é fruto do cumprimento de uma promessa pelo nascimento do Príncipe Real. E aqui encontramos uma comparação e distinção interessantes, que a nenhum autor lembrou: o Escorial para enterrar reis, e Mafra por fazê-los nascer (não é um ditado popular, mas bem poderia).

Na arquitectura da Real Basílica em Mafra D. João V fez constar lugar para seis órgãos. Embora hoje se estranhe, e muito se especule do motivo da quantidade, a solução do enigma parece-me simples: em primeiro lugar, o órgão de tipo Ibérico (formados e usados então em Portugal e Espanha) são a referência tomada no momento do projecto da Basílica, facto pelo qual se preferiu a colocação de dois órgãos em cada capela (nada de novo até então em Portugal), em vez de um único órgão de maior dimensão (ao estilo estrangeiro, e também afastado do modelo italiano o qual acabou por ser influenciado pelo órgão português); em segundo lugar, há três capelas de destaque, facto pelo qual cada um recebeu seu par de órgãos; em terceiro lugar, cada par é mais apetrechado conforme a importância de cada uma das três capelas; em quarto lugar, em cada par o órgão tem ou não primazia conforme esteja do lado da Epístola ou do lado do Evangelho. Como D. João V projectava segundo modelos de perfeição, e não segundo modelos orçamentais, dificilmente a colocação dos órgãos poderia ser de outra forma.


Portanto, ficam as capelas do cruzeiro projectadas para um total de seis órgãos, caso único na história da Igreja, os quais ainda não estavam construídos no tempo da sagração da basílica (outros, portáteis, foram colocados nos mesmos lugares para a ocasião). Nenhum outro lugar tem seis órgãos construídos para o conjunto e complementaridade entre si; por consequência, e até ao momento, só Portugal produziu peças musicais para seis órgãos.


Estes órgãos definitivos só foram encomendados pelo neto bisneto de D. João V, D. João VI (finais do séc. XIX). Os seus construtores foram os dois mais destacados organeiros lusitanos: Machado e Cerveira, e Joaquim Fontanes. Em 1807 a obra estava finalizada.

Os órgãos são revestidos em pau-santo vindo do Brasil, com aplicações em bronze dourado. O nível decorativo de cada par de órgãos varia conforme a importância das capelas. O órgão principal entre todos, o da Epístola da Capela mór, debaixo da ornamentação com um medalhão do italiano Carlo Amattuci com a esfinge de D. João VI.

Facilmente distinguimos os pares da Capela mór, que possuem um varandim em madeira (nos restantes o varandim é em mármore e da estrutura do próprio templo), e a abundância de adornos de metal dourado.


(a continuar)

O BRASÃO PELO QUAL SE PODE ORAR CCCXLII

CADA VENDEDOR VENDE O SEU PEIXE

Agora mesmo um estudante veio admirado mostrar-me um seminário de História Moderna, onde até pelos temas e sequência dá para notar a ideologia, ou facção, que se pretende promover naquela Universidade. Não, não se trata de algo facultativo, a quem está na licenciatura resta escolher este seminário, ou outros semelhantes.

Universidade de Coimbra
Nada mais comum!!! O vendedor faz propaganda ao seu "peixe", e aposta em plataformas de credibilização, nas quais faz passar a mensagem da sua exclusividade e preferência dos seus produtos. É o comum nos nosso tempos. Lembra-me sempre de certa pessoa muito querida minha que tem a tendência a ir pedir informação dos produtos ao próprio vendedor, para decidir-se a comprar ou não; as respostas são invariáveis: ou dizem "sim, estes produtos são os melhores que pode encontrar, e veja com os seus próprios olhos", ou "neste momento ainda não temos, mas asseguro-lhe que iremos ter... é que o atraso deve-se aos malandros dos correios".

É evidente que as universidades estão tomadas pelo espírito que as domina, ou mais ou menos isso. Elas acabam por ser os meios ideológicos de maior força. A Formação dificilmente não é hoje Deformação, ou no melhor dos casos é uma formação "recortada", de forma a favorecer uma ideologia, uma instituição, uma causa etc.. Aquela formação íntegra, insuspeita, era-nos dada nos velhos tempos da Europa desocupada de ideologias e crises, guiada pela Verdade e pelas mãos da Santa Igreja. Oh tempos...!!!

Então, o que é que a Universidade de Coimbra tem para nos mostrar no seu programa de seminário de História Moderna!? ... Em poucas palavras: tem para dar a perspectiva liberal, e deitar uns pingos de "água benta" nos derrotados tradicionalistas, para mais credível parecer, e convencer. Vejam:

- Revolução de 1820 e Liberalismo [... com a definição liberal de "liberalismo", a questão fica-se apenas pelo partidarismo e pelas propostas "inovadoras" para o "avanço" da sociedade]

-A ideia de Revolução em Portugal. Dos círculos clandestinos à luta política [... sempre o mesmo: os criminosos e desordeiros são apresentados como vítimas que se tentam unir em segredo, para não serem perseguidas pelos terríveis carrascos e inquisidores; quase que justificar a maçonaria, ou apresentá-la como algo necessário mesmo se por acaso ele for mencionada só uma vez que seja. Depois trata-se mostrar o processo de "libertação" e dá-lo como belo e meritório... Noutras palavras: ensinar como louvar o terrorismo sem usar as palavras certas].

- A Espanha Revolucionária e a Constituição de Cádiz (1812): ecos da propaganda política liberal em Portugal. [.... constatemos como a perspectiva é sempre a liberal! Não é possível tachar os liberais com os mesmos nomes e pela mesma falta de valores, e má moral, e erro tal como naquele tempo foram bem denunciados segundo fundamentos inabaláveis].

- O “Reino Unido de Portugal Brasil e Algarves” (1815) e a desintegração do Brasil do Império Português. [... o modelo será o mesmo de sempre: desenhar a "opressão" para justificar a "libertação"... ]

- A crise política e social do pós-guerra e a conspiração de Gomes Freire de Andrade (1817) [... em poucas palavras: "Gomes Freire de Andrade foi iniciado na Maçonaria antes de 1785, quer provavelmente em Viena na Loja Zu gekröneten Hoffnung (À Esperança Coroada), (...), quer na Loja Bienfaisence (A Benfaseja], de Lyon, com o nome simbólico de Porset. Em Portugal, pertenceu à Loja Regeneração, da qual foi Venerável Mestre."]

- A Revolução de 1820 e o triénio liberal. Nação constituinte, governo, reformas e opinião pública no quadro da monarquia constitucional. [... "monarquia constitucional" que foi o alvo onde todos os Tradicionalistas batiam, e contra o qual os padres de boa ortodoxia católica pregavam e escreviam... mas que importa falar nisso!?]

- A Constituição de 1822. Direitos e liberdades dos cidadãos e poderes do Estado [... foi uma autêntica cartilha do Diabo. Cá está "direitos e liberdades dos cidadãos"... como se os portugueses nunca tivessem tido obrigações e responsabilidades às quais pertenciam os respectivos direitos! Digam antes que se meteu pelo meio a burrice discreta do "contrato social", dos falsos direitos para induzir o povo à rebelião e todo o poder cair nas mãos da maçonaria... como foi. Esta parte omite-se na Universidade por um só motivo: os programas têm uma estranha "sintonia fina" maligna: vão-se ajustando gradualmente para dar como bem o mal, e o mal como bem, e fazer ignorantes capazes de discernir porque ficam sem matéria para o discernimento!]

- A Europa e o conflito político em Portugal. Da contra-revolução (1823) à guerra civil (1832-1834) [... nem comento!]

- A Carta Constitucional de 1826: linhas de compromisso político do liberalismo doutrinal moderado. [... isso mesmo... MODERADO... mas o que é que foi moderado?! ... E que tal um roubo moderado!? E que tal é uma imoralidade moderada!? E que tal é uma verdade moderada!? E que tal é um SIM ou um NÃO moderados!? E que tal é uma chacina moderada!? Como se a moderação não fosse uma velha desculpa dos criminosos que vencem para fazer-se aceites e para eles mesmos conseguirem dormir no meio de tanto sangue!? Ensinar aos alunos que todo o mal pode ser feito desde que lhe consigam meter a palavra "moderado", é um crime pior que matar, é um escândalo avassalador, é um guilhotinismo que faz zombies (nem os mata nem os quer vivos)!]

E que dirão os alunos ao olhar o programa, e os seus pais?! Dirão assim "que programa interessante, isto promete, graças a Deus em Portugal estes temas estão com maior notoriedade". Acham que algum destes assim pensantes tem conhecimento de estar a formar-se em propagandice liberalona depois da inscrição e participação no seminário!? ... Não, certamente que não... E não tardará depois de tempos dizerem que, afinal, o problema dos liberais foi um exagero aqui e ali, uma questão de falta de moderação, mas teve que ser, e que foi uma fase de passagem que está ultrapassada e que nos proporciona agora dias de triunfo da liberdade e dos direitos e palhaçadas assim!

As universidades, são hoje uma das maiores plataformas de "vender o meu peixe"! De tal forma, que ninguém dá conta, e gradualmente vai acompanhando e integrando esta crescente apostasia geral, com muito gosto, e só se irritando com "exageros"!

Assim vai o mundo.

O BRASÃO PELO QUAL SE PODE ORAR CCCXLI

BIBLIOTECA ASCENDENS - difusão (II)

(continuação I parte)

21 - Sermão Que Prégou o Padre Mestre Francisco de Matos, da Companhia de Jesus, da Província do Brasil, Lente de Prima no Colégio da Bahia, na Festa de S. Gregório Magno em Nossa Senhora da Ajuda da mesma Cidade, Estando o Senhor Exposto. (Lisboa, ano 1700) [Pt. - 24 páginas]

22 - Orações Gratulatórias na Feliz Vinda da Muito Alta, e Muito Poderosa Rainha da Grambretenha, Compostas e Recitadas na Igreja da Divina Providência à Nobreza de Portugal Nas Três Últimas Tardes do Mês de Janeiro de 1693. Pleo P. D. Rafael Bluteau, Clérigo Regular Theatinho da Divina Providência, Doutor na Sagrada Teologia, e Prégador da Rainha Mãe de Inglaterra, e Qualificador do Santo Ofício no Reino de Portugal. (Lisboa, ano 1693) [Pt.  - 52 páginas]

23 - Sermão do Grande Patriarca dos Pobres S. Francisco Prégado no Convento de Santo António dos Capuchos desta Cidade do Rio de Janeiro Pelo M. R. Padre Mestre Francisco de Matos da Companhia de Jesus, sendo Reitor do seu Colégio da Mesma Cidade: com o Santíssimo Sacramento Exposto, no ano de 1696. (Lisboa, ano 1699) [Pt. - 37 páginas]

24 - Sermões do P. António Vieira da Companhia de Jesus Prégador de Sua Alteza - I Parte (Lisboa, ano 1679) [Pt. - a cores, 689 páginas]

25 - Sermões do Padre Manuel dos Reis da Companhia de Jesus Lente de Escritura Muitos Anos no Colégio de Coimbra - I Parte em que se contem muitos Sermões pertencentes ao Advento, e Quaresma com outros adjuntos. (Évora, ano 1717] [Pt. - 703 páginas]

26 - Sermão do Máximo Doutor da Igreja, S. Jerónimo, Pai dos Monges de Belém, Que P´regou o Reverendíssimo Padre Mestre Fr. Fernando de Santo Agostinho, seu Filho, Padre da Província na sua Religião, r Examinador das três Ordens Militares. No Ano de 1687 no Convento de São Jerónimo do Mato. Dedicado ao M. R. Padre Frei Martinho Martiniano de Castro, Religioso da mesma Ordem, Prior actual do Convento de Santa Marina da Costa, depois de o ter sido do Convento Real de Nossa Senhora da Pena. (Lisboa, ano 1689) [Pt.  - 20 páginas]

27 - Sermão Prégado Nas Solenes Exéquias do Senhor D. Afonso Henriques, as Quais Mandou Celebrar, e a Que Assistiu com as Sereníssimas Senhoras Infantas o Muito Alto e Muito Poderoso Senhor D. Miguel I na Real Basílica do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra em 25 de Outubro de 1832 na Ocasião, em que fez abrir o Régio Túmulo Daquele Valeroso Monarca; dedicado e oferecido a ElRei Nosso Senhor (D. Francisco do Santíssimo Coração de Maria. Coimbra, 1832) [Pt. - 33 páginas]

28 - Sermão do Evangelista São Marcos que no seu convento da Ordem de S. Jerónimo, no seu dia Prégou o Dr. João de Sousa de Carvalho Cónego Doutor da Sé de Viseu, etc. Dado à Impressa pelo R. Pe. Fr. Sebastião Fábio, Prior do dito Convento, ano 1688. (Coimbra, ano 1689) [Pt. - 20 páginas]

29 - Sermão na Canonização do Glorioso S. Francisco de Borja .... (Gaspar dos Anjos. Coimbra, ano 1672) [Pt. - 24 páginas]

30 - Sermão Quinto e Último, em celebridade da Trasladação dos Ossos do Patriarca S. Bento, que se fez, no Mosteiro das suas Religiosas da Cidade do Porto... (Luís da Anunciação. Coimbra, ano 1673) [Pt. - 20 páginas]

31 - Sermão da Gloriosa Santa Luzia Que no Convento das Religiosas de S. Bernardo da Cidade de Tavira, Reino do Algarve, Prégou o Pe. Fr. Manuel de Azevedo... (Coimbra, 1687) [Pt. - 20 páginas]

32 - Sermão do Esposo da Rainha dos Anjos S. José prégado na Catedral desta Cidade de Lisboa no seu mesmo dia .... (José da Purificação. Lisboa, ano 1698) [Pt. - 20 páginas]

33 - Sermão no Ofício dos Defuntos da Irmandade dos Clérigos Ricos da Caridade na Igreja da Madalena no Oitavário dos Santos, ... (José de Faria Manuel. Coimbra, 1692) [Pt. - 24 páginas]

34 - Sermão Funeral nas Exéquias do Ilustríssimo e Reverendíssimo D. Fr. Aleixo de Meneses Arcebispo de Goa, Primaz e Governador da Índia: depois Arcebispo e Senhor de Braga, Primaz das Espanhas, Vice-rei de Portugal e ultimamente Capelão mór de Sua Majestade, e Presidente de seu supremo conselho em Madrid. (Gaspar Amorim. Lisboa, ano 1620) [Pt. - 30 páginas]

(continuação, III parte)

O BRASÃO PELO QUAL SE PODE ORAR CCCXL

O PÃ MORREU

Depois de refutar os artigos da Chiesa Viva, a respeito das "mitras satânicas", julguei que não haveria de sobrar resistente algum! Mas não!... Um teimoso insistiu depois com uma novidade que imaginou: a figura do pastor afinal é um Pã humanizado! Oh paciência!...

Aquela mesma imagem é bastante conhecida hoje, e foi usada muito no pós-concílio para sublinhar a "postoralidade", e é muito do gosto daqueles que acham que a Igreja teria que regressar aos primeiros séculos em tudo menos na doutrina... entenda-se. Como já vi a imagem tantas e tantas vezes antes da "mitra satânica" aparecer, deitei-me à busca imagem origina do "Pã" para mostrar aqui!


A imagem está nas catacumbas romanas (numa pedra), e muitas outras há com a figura a que sempre se chamou "o bom Pastor". Esta é exactamente o mesmo desenho que colocaram na "mitra satânica"... Fica provado que o "Pã humanizado" é anedota!

Vamos ver outro "Pã humanizado" agora nas catacumbas de Domicílica (séc. III).


Etc...


Acabou a teima?! ... Acabou, sim senhor.

26/08/16

O BRASÃO PELO QUAL SE PODE ORAR CCCXXXIX

ESPECIAIS ASCENDENS (IX)

(continuação da VIII parte)


EXERCÍCIO QUOTIDIANO - VIDA DA ALMA
Recomendação portuguesa do séc. XVIII para a vida da alma, dia a dia; para quem queira seguir, ou saber mais.

VOCABULÁRIO FILOSÓFICO-DEMOCRÁTICO I (vídeo)
Para inauguração dos nosso áudio ASCENDENS, fizemos acompanhar de vídeo o primeiro áudio. A obra em questão é estrategicamente escolhida é muito oportuna, antecede a crise da Igreja no séc. XX e indirectamente ajuda a entender como foi tão fácil no nosso tempo ter as resistências quebradas.

O ÓRGÃO, INSTRUMENTO DA IGREJA I
O órgão é o instrumento da Igreja, formado na Igreja, para o Culto. Eis pequenos registos visuais e sonoros que fizemos de alguns dos órgãos portugueses:
Igreja de N. Senhora da Lapa (B - Porto)
[esta lista será acrescentada posteriormente]

DEPÓSITO ASCENDENS
Para quem ainda não conhece, ainda vai a tempo de visitar o nosso depósito do Magistério Papal (aqui). Trata-se de um formato mais funcional, que apresenta apenas um documento por página. Na coluna lateral esquerda vamos acrescentando outros documentos pré-conciliares [não abdicamos de dar por suspensos os pós-conciliares, embora tenhamos publicado o Summorum Pontificum por motivo de estudo] para o público os poder consultar, ou conhecer.

PATRIARCA DE LISBOA - MEDO!?
Pequeno artigo que recorda o estranho bloqueio dos Papas relativamente ao cumprimento da consagração da Rússia nos moldes em que Nossa Senhora a Pediu.

PÃO DA ALDEIA (vídeo 4 min)
A uns dará saudade, a outros ternura, a outros dará fome, possivelmente a outros nada dirá ou dará: uma velhinha faz pão maravilhoso, como até há anos sempre o vi fazer aqui na Beira, quer na cidade, quer na aldeia.

ASSALTO CASTELHANO À MINA, e outras coisas mais.
Não é novidade para alguns... eis um dos motivos pelo qual Isabel a Católica não poder ser realmente canonizada! Como esta prova, há outros acontecimentos históricos, registados em documento da época. Sim, é certo que a Igreja, mesmo assim, concedeu algumas benesses relativamente a Isabel a Católica... o que deu para sossegar durante alguns séculos! Mas quem é que consegue calar um espanhol emocionado, e esquecido dos factos!? O assalto relatado aconteceu depois de outros, e depois do Papa ter protegido com bula o nosso território em África (para livrar da inveja e da cobiça dos vizinhos, segundo a própria bula refere) ... tudo isto em tempo dos Reis Católicos.

"TRADUÇÃO" CURIOSA
O Sr. Cónego Ferreira queixa-se de uma estranha tradução promovida pelo "Secretariado Nacional de Liturgia". E com razão!!!

GENÉRICO DAS PRODUÇÕES ASCENDENS (video)
É com muito gosto que apresentamos o genérico das Produções Ascendens.

PAPA FRANCISCO OFENDE PORTUGAL
(...) Na linha deste artigo, está este outro.

TESTAMENTO DE LUÍS XVI, REI DE FRANÇA
É significativo para um católico ler o testamento de um rei tradicional (a monarquia assenta o poder em UM), o qual por não se vender às propostas maçónico-liberais do modelo de "poder fraccionado" era chamado de "absolutista". Tal como a autoridade da Casa assenta na autoridade do pai, assim a do Reino assenta no Rei (pai no Reino); ambos estes pais, católicos, sujeitos totalmente a Deus, não deitam as suas responsabilidades ao voto dos filhos. Quanto ao testamentos, podemos nele ver a constante preocupação que teve um Rei católico, tradicional, por tentar fazer sempre tudo conforme a vontade de Deus. Este testamento foi escrito no cativeiro, em condições nada simpáticas, e a poucos momentos da guilhotina. (versão em francês)

Fr. JOÃO DE NOSSA SENHORA - O TERREMOTO DE 1755 em LISBOA
Fr. João de Nossa Senhora, conhecido como "Poeta de Xabregas", foi responsável pelo culto a Nossa Senhora Mãe dos Homens. Segundo se diz, terá profetizado o terremoto de 1755 como castigo de Lisboa preferir a diversão aos eventos piedosos do Domingo.
Curiosa descoberta...

A RESPEITO DA CRISTIANIZAÇÃO DA ÁFRICA
A leitura deste artigo habilitará os portugueses a darem uma resposta. Ou, na melhor das hipóteses, depois deste artigo, poderá acontecer que não hajam mais incomodados com a vaidosas inverdade.

REAL MOSTEIRO DE MAFRA - PLANTAS E POEMAS

DESCOBERTA DE CANÁRIAS!? UM EQUÍVOCO
Antes dos castelhanos chegarem a Canárias já os portugueses usavam aquelas terras. Como até então não tinha havido costume de reivindicar as terras descobertas junto de Roma, Castela teve uma uma ideia original: requerer a formalização junto do Papa, portanto, formalização supostamente irreversível. Depois do Papa saber que tinha atribuído algo que não devia, tentou compensar Portugal relativamente ao restante território de Canárias. O Infante D. Henrique ainda chegou a ter parte das ilhas canárias. Interessante!

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