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09/05/17

YAZIDIS SAIRAM DE PORTUGAL

A respeito da crise mundial agravada pela invasão islâmica, temos simpática notícia em Portugal. Melhor dizendo ... não é propriamente islâmica ... Escutemos o Diário de Notícias (4 de Maio):

Refugiados Yazidis Nem Uma Semana Ficaram em Portugal


(Saman Ali, na foto com o cartaz, é o único yazidi que faz questão em estudar e trabalhar em Portugal)
 
Saman Ali, um dos 24 yazidis que chegaram a Portugal há um mês, escreveu uma carta aberta ao Presidente da República, publicada esta quarta-feira pelo Expresso, onde pede ajuda para ficar e revela que é o único do grupo que ainda está em território nacional. Os outros 23 já abandonaram ilegalmente Guimarães, onde tinham sido acolhidos. [... hoje o que dizem ser "legítimo" procede de lei não legítima, e vice-versa - neste caso: 23 "refugiados" que não se querem refugiar estão a ir contra a lei do país estrangeiro, onde não pertencem, e do qual querem sair!]
 
Houve casos de familiares que nem uma semana ficaram no nosso país, soube o DN junto a fontes policiais que estão a acompanhar estes movimentos. A responsabilidade pela sua permanência é das entidades de acolhimento ["a responsabilidade pela sua permanência"... responsabilidade de permanência!... permanência...], neste caso a Câmara Municipal de Guimarães [... é para isto mesmo que existem câmaras municipais - note-se que Guimarães é a cidade "berço da nação portuguesa", e agora não deverá ter sido escolhida pelo seu clima "quente", certamente...], mas que não podia impedir a sua partida, uma vez que Têm liberdade de circulação. Estão obrigadas a informar os refugiados que perdem todos os seus direitos de protecção quando saem do país (...).

"Lamento que isto aconteça. Sinto-me frustrada e receio que isto possa desincentivar quem tem trabalhado tanto, como eu, para conseguir que estes refugiados viessem para Portugal", reage a eurodeputada Ana Gomes [a comunista Ana Gomes tenta apagar o Cristianismo dos símbolos pátrios, como se vê, logo Guimarães é o eleito para sementeira]. (...) A eurodeputada pretendia trazer para Portugal cerca de 400 yazidis que estavam na Grécia e em Itália [portanto, não vieram da região da antiga Assíria, mas sim da Itália, e da Grécia onde têm antiga comunidade RELIGIOSA, que desde 1990 se desdobrou para a Alemanha].  "Acho que não devemos desistir de fazer o que está certo e devemos continuar a aceitar acolher estas pessoas. Não podemos é ter ilusões de que, caso abandonem Portugal, vão ter de voltar outra vez quando forem detectados noutros países. É um sistema perverso", afiança. [Ó Ana Gomes, senhora euroderrubada, diga lá se durante décadas não tem combatido o Cristianismo com a promoção das ideias opostas e forças que lhe sejam opostas, sonhando em remover o necessário e indelével vínculo de Portugal com a Santa Igreja Católica e o Catolicismo tradicional?; tenta um "novo Portugal", uma nova "portugalidade"? Mas porque motivo se empenha tanto? Sabe muito bem, que os yazidi são o que resta do MITRAISMO (religião do deus Mithra, com o qual os ATEUS atacam o Cristianismo, dizendo ser Cristo uma invenção decalcada de Mitra, e que tal é vergonhosa prova). Olhe o que está a tentar colocar na cidade berço de Portugal tão empenhadamente... QUATROCENTOS. Sabe também que os yazidis são indesejados dos "extremistas islâmicos", e que a guerra que a senhora euroderrotada faz não é contra o cristianismo liberal, mas sim contra aquele o de sempre, ou seja, contra o tradicional (que professa a mesma doutrina milenar na forma que sempre foi entendida e transmitida), pois a esta chama-lhe EXTREMISTA também. A sua guerra, Senhora eurotranstornada é o mais refinado modernismo: conservando ainda as formas, progride-lhes o conteúdo, deixando-lhes a unidade (SER) cada ver mais colapsada. Eis o ensinamento dos pensadores da nova-esquerda... Rua... rua que não é portuguesa].
 
Na sua missiva, Ali, o professor universitário de biologia - que se destacou logo à chegada exibindo um cartaz a dizer "Obrigado Portugal. Adoro-te" - pede a Marcelo para acelerar o seu processo de asilo, pois quer estudar, trabalhar e ficar no nosso país "o resto da vida". Contactada a Presidência, fonte oficial disse que "não foi recebida" em Belém esta carta. (...)

Nos últimos dois meses, conforme o DN já noticiou, duplicou o número de refugiados a deixar o nosso país. Os dados recolhidos pelo DN registavam, na última semana de abril 474 fugas, de um total de 1255 recolocados até essa data. Uma taxa de quase 40% de chamados "movimentos secundários" e uma das mais elevadas da Europa. (...)

31/01/17

VLADIMIR PUTIN E UM TESTEMUNHO ACERTADO

 
"Outros sérios desafios à identidade russa estão ligados a eventos que ocorrem no mundo. Aqui há aspectos de política externa e moral. Podemos ver quantos dos países euro-atlânticos estão a rejeitar as próprias raízes, incluindo os valores cristãos que constituem a base da Civilização ocidental. Estão negando os princípios morais e todas as identidades tradicionais. Eles estão a negar os princípios morais e qualquer identidade tradicional, nacional, cultural, religiosa e até mesmo sexual. Estão a implementar políticas que equipararam famílias numerosas com parecerias do mesmo sexo; Crença em Deus, tal com crença em Satanás. Os excessos do politicamente correcto chegaram ao ponto de haver pessoas que falam seriamente em registar partidos políticos cujo objectivo é a promoção da pedofilia. As pessoas em muitos países europeus sentem-se envergonhadas ou com medo de falar das suas filiações religiosas. Os feriados são abolidos, ou até mesmo chamados de algo diferente; a sua essência é escondida, assim como seu fundamento moral. Mas estão tentando agressivamente exportar este modelo para todo o mundo. Estou convencido de que isso abre um caminho directo para a degradação e primitivismo, resultando numa profunda crise demográfica e moral. Que outra coisa senão a perda da capacidade de se autorreproduzir poderia existir como maior testemunho da crise moral enfrentada por uma sociedade humana? Hoje, quase todas as nações desenvolvidas já não são capazes de reproduzir-se, mesmo com a ajuda da migração. Sem os valores contidos no Cristianismo e ainda em outras religiões do mundo, sem os padrões de moralidade que tomaram forma ao longo de milénios, as pessoas inevitavelmente perderão as sua dignidade humana. E consideramos natural e correcto defender esses valores. É preciso respeitar o direito de cada minoria de ser diferente, mas os direitos da maioria não devem ser questionados. Ao mesmo tempo, vemos tentativas de revitalizar de algum modo um modelo padronizado de um mundo unipolar e de desfocar as instituições do direito internacional e da soberania nacional. Um mundo tão unipolar e padronizado não exige estados soberanos. Ele requer vassalos. Num sentido histórico, isso equivale a uma rejeição da própria identidade, da diversidade do mundo dada por Deus." (Vladimir Putin)


03/11/15

CRISE DA EUROPA AGRAVADA PELA ENTRADA DOS MOUROS - CARTA DESESPERADA DA ALEMANHA

Trago uma carta cujo destinatário colocou em circulação ocultando-lhe o nome da remetente (médica checa a trabalhar num hospital de Munique).

Digo no título do artigo "Crise da Europa Agravada Pela Entrada de Mouros", porque aqui é proibido fazer terrorismo verbal: "Crise dos Refugiados na Europa".

Vamos à carta:

Muitos muçulmanos estão recusando ser tratados por funcionários do sexo feminino e, nós, as mulheres, estamos nos recusando a trabalhar, pior do que fossem entre animais selvagens. As relações entre a equipe e os migrantes está indo de mal a pior. Desde o último fim de semana, migrantes que vão a hospitais têm que ser acompanhados por policiais.
“Ontem tivemos uma reunião sobre como a situação aqui e em outros hospitais de Munique ficou insustentável. As clínicas não conseguem lidar com emergências e assim começam a enviar tudo para os hospitais.
Muitos migrantes têm SIDA [AIDS], sífilis, tuberculose aberta e muitas doenças exóticas que, aqui na Europa, nem sabemos como tratar. Se recebem uma receita, aprendem na farmácia que têm que pagar em dinheiro. Isto leva à explosão de insultos inacreditáveis, especialmente quando se trata de remédios para crianças. Eles abandonam as crianças com o pessoal da farmácia e dizem: Então, curem-nas vocês! Portanto, a polícia não tem que proteger apenas clínicas e hospitais, mas também grandes farmácias.
Só podemos perguntar: Onde estão todos aqueles que, nas estações de trem e na frente das câmeras de TV, mostram cartazes de boas-vindas?
Sim, por enquanto as fronteiras foram fechadas, mas um milhão deles já está aqui e, definitivamente, não seremos capazes de nos livrar deles.
Até agora, o número de desempregados, na Alemanha, era de 2,2 milhões. Agora vai ser 3,5 milhões. A maioria destas pessoas é completamente não-empregável. Um mínimo deles tem alguma educação.
E mais: suas mulheres não fazem coisa alguma. Estimo que uma em dez está grávida. Centenas de milhares trouxeram consigo lactentes e crianças menores de seis anos desnutridas e negligenciadas. Se isto continuar, e a Alemanha reabrir suas fronteiras, eu voltarei para casa, na República Tcheca. Ninguém vai poder segurar-me aqui, nem com o dobro do salário. Eu vim para a Alemanha e não para África ou Oriente Médio.
Mesmo o professor que dirige o nosso departamento falou da tristeza em ver a mulher da limpeza fazendo seu serviço há anos por 800 Euros, e depois encontrar homens jovens estendendo a mão, querendo tudo de graça e, quando não conseguem, alteram-se.
Eu realmente não preciso disso! Mas estou com medo de, se voltar, encontrar o mesmo na República Tcheca. Se os alemães, com os seus recursos, não conseguem lidar com isto, lá seria o caos total. Ninguém que não tenha tido contacto com eles pode ter uma ideia de que espécie de "animais" são, e como os muçulmanos agem com soberba sobre a nossa equipe.
Por ora, nosso pessoal ainda não foi reduzido, em consequência das doenças trazidas para cá, mas, com centenas de pacientes todos os dias, isso será apenas uma questão de tempo.
Num hospital perto do Rheno, os migrantes atacaram a equipe à facadas, depois de trazerem um recém-nascido de 8 meses, que estava à beira da morte, arrastado através de meia Europa, durante três meses. A criança morreu, depois de dois dias, apesar de ter recebido os melhores cuidados, numa das melhores clínicas pediátricas da Alemanha. O médico teve que passar por cirurgia e duas enfermeiras foram para a UTI. Ninguém foi punido. A imprensa local é proibida de noticiar. Nós soubemos por e-mail.
O que teria acontecido a um alemão que esfaqueasse um médico e duas enfermeiras? Ou se ele tivesse jogado sua própria urina, infectada de sífilis, no rosto da enfermeira depois da ameaçar de contaminação? No mínimo, seria preso imediatamente e depois processado. Com esse povo, até agora, nada aconteceu.
Então, pergunto: onde estão todos aqueles que saudaram sua vinda e os recepcionaram, nas estações ferroviárias? Sentados, bonitos em casa, desfrutando nas suas organizações não-lucrativas, aguardando ansiosamente os próximos comboios [trens] e o próximo lote de dinheiro em pagamento dos seus préstimos como recepcionistas???!!!
Por mim, arrebanharia todos esses recepcionistas, trazia-os primeiro aqui à ala de emergência do hospital, para agirem então como atendentes, depois levava-os a um alojamento de migrantes, para que cuidarem deles lá mesmo, sem políciais armados, sem cães policiais, que hoje podem ser encontrados em todos os hospitais da Baviera, e sem ajuda médica.”

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