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08/04/17

CARTA DA COMISSÃO ECCLESIA DEI SOBRE MATRIMÓNIOS NA FSSPX

Muitos daqueles que leram a notícias a respeito da Carta da Comissão Ecclesia Dei para os Matrimónios relativos à FSSPX não leram o documento integral emitido aprovado pelo Papa Fransico. Achámos por bem traduzir todo o documento e deixar uma ligação ao original na página do Vaticano.

Antes de mais, manifestamos o nosso desconforto para com a expressão "fiéis da FSSPX", é um pouco mais claro é empregar aquela outra do documento "fiéis que seguem a actividade pastoral da FSSPX", porque actualmente revela-se pouco esclarecedora a primeira, ou nada esclarecedora.
 

Eminência:
Excelência Rev.mª:

Como se sabe, faz já algum tempo que se realizam encontros e iniciativas para conseguir a plena comunhão com a Igreja da FSSPX. Em concreto, recentemente o Santo Padre decidiu conceder a todos os sacerdotes da mencionada instituição as faculdades para confessar (cf. Carta Apostólica Misericordia et misera, n. 12), assegurando a possibilidade de que a absolvição sacramental dos pecados por eles administrados seja recebida válida, e licitamente.

Na mesma linha pastoral, a qual pretende tranquilizar a consciência dos fiéis - não obstante, que a situação canónica da FSSPX continua sendo, por enquanto, objectivamente ilegítima - o Santo Padre, à proposta da Congregação para a Doutrina da Fé e da Comissão Ecclesia Dei, decidiu autorizar aos Reverendíssimos Ordinários [Bispos Diocesanos] conceder assistência aos matrimónios de fieis que sigam a actividade pastoral da FSSPX, conforme as indicações seguintes.

Sempre que seja possível, o Bispo [da respectiva diocese] delegará num sacerdote da Diocese para que este assista aos matrimónios (ou ainda, com as devidas licenças a um sacerdote de outra circunspecção eclesiástica) para que este receba o consentimento dos cônjuges no rito do sacramento que, na liturgia do Vetus Ordo, se realiza ao início da Santa Missa. A esta celebra-a depois um sacerdote da FSSPX.

Onde isto não for possível, ou não haja sacerdotes diocesanos que possam receber o consentimento das partes, o Ordinário pode conceder directamente as faculdades necessárias a um sacerdote da FSSPX que celebrará também a Santa Missa, advertindo-o da obrigação de fazer chegar quanto antes à Cúria diocesana o documento do matrimónio celebrado.

Esse Dicastério confia em Sua colaboração com a convicção de que com estas indicações não somente se poderão remover os escrúpulos de consciência de alguns fiéis unidos à FSSPX e a falta de certeza sobre a validez do sacramento do matrimónio, senão que ao mesmo tempo, se avançará em direcção à plena regularização institucional.

O Sumo Pontífice Francisco, a 24 de Março de 2017, na audiência concedida ao Cardial Presidente, aprovou a presente Carta e ordenou a sua aplicação.

Dada em Roma, na Sede da Congregação para a Doutrina da Fé,

27 de Março de 2017.

Gerhard Card. L. Muller (Presidente)
+ Guido Pozzo, Arcebispo tit. de Bangnoregio (Secretário)

17/03/17

DUBIA DUBIA DUBIA DUBIA DUBIA ...


- Dia 5 de Fevereiro publicámos o "Diálogo Com o Cardeal Burke" que estabelece uma ponte entre a colocação da "dubia" e aquele contrastado argumento relativo à suposta incorrecção de pedir a Roma o reconhecimento do engano ao aplicar as excomunhões aos 4 Bispos da FSSPX: "Roma não se retrata", dizia-se fora de Roma (portanto, que não valeria apenas pedir ou esperar tal de Roma).
 
- Três dias depois o Instituto Bento XVI publicou um artigo que dizia que o Card. Burke tinha desistido da "dubia", dando o motivo: não haver real necessidade, que outras coisas mais  importantes havia a tratar (creio que La Stampa o mesmo tinha publicado). Na caixa de mensagens do nosso artigo, um anónimo comentou: "3 dias depois deste artigo [ascendens] sair, o Card. Muller veio dizer que não haverá correcção ao Papa. É estranho, parece que andaram a ler aqui o artigo."
 
- A Ecclesia Dei quer juntar a FSSPX sem mudança de certas condições...; as suas gentes por todo o lado publicam antecipadas notícias da eminência da Prelatura, tudo farão para evitar um recuo ou demora desta "integração", supostamente.
 
A "dubia" ...!? Oh... era doutrinal...

31/01/17

INSTITUTO BENTO XVI - Facebook

Ultimamente o Instituto Bento XVI tem sido mais aberto em mostrar as suas tendências, facto que merecerá futuro artigo.

Olhemos agora alguns comentários feitos na respectiva página do Facebook, a publicação da entrevista televisiva de D. Bernard Fellay (FSSPX).
 
O Instituto Bento XVI interessou-se em dar um curioso título à entrevista: "Dom Fellay: "Acordo precisa apenas do carimbo" (*), e introduz com este texto:

"Em entrevista ao programa Terres de Mission da TV Francesa Libertes, Dom Fellay (Superior da Fraternidade Sacerdotal São Pio X), disse que o acordo com a Santa Sé necessita apenas ser carimbada. O novo preambulo Doutrinal exige apenas a profissão do Credo Niceno-Constantinopolitano e exclui a aceitabilidade do Vaticano II como noticiou [notificaram] vários portais de notícias a algum tempo atrás."
 
Olhemos então comentários que surgiram, e respostas dadas pelo Instituto Bento XVI (os nomes serão fictícios).
 
Brito - Exclui a aceitabilidade do CVII? (...) Se eles estão dentro não aceitando o CVII, isso não é meio que uma permissão para fazermos o mesmo?
 
Manuel - Você é a FSSPX?
 
Brito - Se a FSSPX pode ficar em comunhão sem concordar, porque eu não posso?
[...]
Manuel - Eu quero saber é da praticidade. O que isso mudará na sua vida? Digamos que hoje seja liberado a não aceitação do CV II. O que você iria fazer?
 
Brito - Ir à FSSPX mais próxima, ignorar todos os ensinamentos de 99% dos padres e pregar a pastoral da Igreja pré-conciliar sem peso na consciência.
[...]
Natália - Desculpem a intromissão, (...) vcs. já ouviram falar do IBP?
 
Manuel - Já. Não sei da história do IBP, mas até onde eu sei eles não possuem nenhum problema com Roma. Eu, inclusive, já fui à missa celebrada por um Padre de lá.
 
Instituto Bento XVI - Partindo do pressuposto que o Vaticano II nos temas polémicos aborda questões pastorais, então são coisas sem obrigatoriedade.
 
Paulo - O Missal de Paulo VI foi justificado com base no Concílio Vaticano II... E o argumento da pastoralidade do Concílio não fez nunca cair tal Missal.... Entendeu!?
 
Instituto Bento XVI - O Missal de Paulo VI em si já é um erro de interpretação do Concílio, pois este nunca pediu um novo Missal.
 
Paulo - Não disse que o Missal foi uma justa aplicação do Concílio, nem disse que o Concílio o tenha pedido. Disse que "o Missal de Paulo VI foi justificado com BASE no Concílio". Acrescento agora que o mesmo ocorre com o Catecismo, C.D. Canónico, 90% do Magistério papal, e quase todos os manuais das cadeiras de Teologia. Sim... o Concílio é meramente pastoral... mas há que aceitar que o que se lhe seguiu foi fazer da pastoralidade a doutrina pela qual se haveria de interpretar a verdadeira doutrina milenar. Está a ver!?...
 
Não sabemos da reposta do Instituto Bento XVI, porque este grupo de comentários foi apagado 33 minutos depois deste último comentário.
 
Mas, o Instituto tem na mesma página o mesmo artigo publicado três vezes. Vamos espreitar os comentários numa dessas publicações.

Rodrigo - Calma aí... não é necessário aceitar o Vaticano II? Que bagunça é essa?
 
Instituto Bento XVI - Partindo do pressuposto que o Vaticano II nos temas polémicos aborda questões pastorais, então são coisas sem obrigatoriedade. Vale lembrar que o próprio Mons. Fellay disse uma vez que 90% do Concílio é aceitável.
 
Paulo - ... portanto ... terá que aceitar o magistério posterior, o qual assenta no Concílio Vaticano II que é meramente pastoral!?
 
Pinto - É um Concílio Pastoral e não Dogmático! Não faz sentido a Fraternidade aceitar, aquilo que ela combateu durante toda a sua existência e faz muito bem em não aceitar.
 
Instituto Bento XVI - A FSSPX não aceitará os ensinamentos conciliares que vá [vão] contra a Fé de Sempre.
 
::::
 
Sílvio - Deixei de acreditar em fofocas, até parece ser a primeira vez que correm esses boatos meio alucinados! Dom Fellay [D. Bernard Fellay] já deixou bem claro a resposta a isso. [ou seja, que não faria acordo... etc.]
 
I. Bento XVI - A página está transmitindo notícias verídicas, com as gravações e tudo de falas de Dom Fellay [Mons. Fellay]. Agora se vc. é analfabeto ou surdo para não ver nossa matéria completa, a culpa não é nossa.
 
Sílvio - Não sou analfabeto nem surdo (...). Só quis dizer que o próprio Dom Fellay [Mons. Fellay] disse à tempos atrás que não teria acordo enquanto Roma não se convertesse.
 
::::
 
Freitas - Será?
 
Teresa - Rezarão o Credo Niceno e negarão o Concílio? Isso assusta-me.
 
Freitas - O bispo em questão disse certa vez que o concílio é 90% aceitável. Continuemos em oração...
 
I. Bento XVI - Teresa, o Concílio não faz parte do Credo, não há problema algum nisso.
 
:::::
 
Abílio - Deus seja louvado. Assim irão ajudar a reerguer a Igreja.
 
Amélio - Deus é rico em misericórdia.
 
Anselmo - E porque demora???
 
Antero - Queira Deus que voltem logo para casa.
 

Que dizer!? ...
 
(*) - aproveitamos para corrigir um vício de linguagem: em português, seja lá de onde for, usa-se "Dom" quando a seguir vai o nome, e usa-se "Monsenhor" se não vai o nome e sim o sobrenome ou título. Exemplos errados: Dom Fellay, Mons. Bernard. Exemplos certos: D. Bernard Fellay, Mons. Fellay, Mons. Bernard Fellay

25/09/14

FSSPX em ROMA - Notícias


(BOLLETTINO - VATICAN INFORMATION SERVICE - Comunicação da Sala de Imprensa, 32/09/2014):

"Desde as 11 às 13 horas desta manhã de terça-feira, 23 de setembro, nos gabinetes da Congregação Para a Doutrina da Fé, ocorreu um cordial encontro entre o Card. Gerhard Ludwig Müller, Prefeito da Congregação Para a Doutrina da Fé, e Sua Excelência Mons. Bernad Fellay, Superior-geral da Fraternidade Sacerdotal S. Pio X. Foram também participantes: Mons. Luís Francisco Ladaria Ferrer, SJ, secretário da mesma congregação, Joseph Augustin Di Noia, OP, Secretário -adjunto, e Guido Pozzo, Secretário da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, e ainda os assistentes da FSSPX, Revs. Niklaus Pfluger e Alain-Marc Nély.

Durante o encontro foram examinados alguns problemas de natureza doutrinal e canónica, e combinou-se proceder gradualmente, e dentro de um período de tempo razoável, com a finalidade de superar as dificuldades e alcançar a plena reconciliação."

07/05/12

QUERO SER MODERNISTA!...

Com os artigos publicados, contando com os ainda retidos, este é o milionésimo primeiro. Portanto, o marco dos 1001 artigos. Como comemorar estas "1001 noites" depois de um fenómeno lunar incrível? Nada melhor que um artigo pequeno e concentrado, tal como um monumento.

Dirijo-me em especial aos "tradicionalistas católicos", ou sei lá que nome dar, mas excluindo a versão de "tradicionalistas" que apareceu APENAS com o fenómeno Ecclesia Dei. Como se sabe, dizem agora que os "tradicionalistas" verdadeiros nada têm que ver com Mons. Lefebvre e sim com a Ecclesia Dei, contudo, a Ecclesia Dei é muito mais recente que os "tradicionalistas". Enfim...


Vou dar razões para que os tradicionalistas se convertam ao modernismo:

1 - Estar em plena comunhão doutrinal com Roma e com o Papa;
2 - Não ter de andar dezenas, centenas e até milhares de Km para ir à Missa;
3 - Acabar com o estigma de "excomungados";
4 - Não ter mais dores de cabeça pelo que dizem os familiares, amigos, e vizinhos;
5 - Poder ser levado à sério quando se diz "aceito o Summorum Pontificum";
6 - Poder levar à sério o Summorum Pontificum e frequentar as duas Missas;
7 - Acabar com a interior e permanente inquietação relativamente à graça de estado do Papa;
8 - Continuar a gostar de paramentos antigos sem haver preocupação de não haver dinheiro para os comprar;
9 - Poder ir à Missa em templos históricos;
10 - Poder pecar mais um pouquinho, e abraçar uma doutrina mais "tolerante";
11 - Poder ir para Seminários em qualquer parte do planeta e em edifícios históricos;
12 - Poder ser monge num mosteiro que é ao mesmo tempo milenar com internet e tudo;
13 - Poder namorar muito mais e casar muito menos, e não ter de andar tão preocupado com a escolha da noiva;
14 - As mulheres podem desobedecer a S. Paulo e não cobrirem a cabeça dentro do templo.

Por último, e para tranquilizar os mais escrupuloso, poderão continuar a criticar o Concílio Vaticano II em privado (apenas), pois o mal dizer é "permitido" desde que não seja em contextos muito formais e sérios, como aconteceu com o IBP.

Caro tradicionalista... converta-se já por completo... Mais vale hoje que andar a arrastar-se, e um dia ser conotado pelos seus netos como Maria-FOI-com-as-outras. Ouuuu ... não aceite nada disto.... é o melhor!

14/11/11

CURIOSIDADES - OS CATÓLICOS E A NOVA MISSA

O que disseram os católicos nas últimas décadas, a respeito da Nova Missa? Há livros publicados sobre o assunto, da autoria de católicos preocupados, cultos, com profunda formação católica.

Discretamente, alguns sacerdotes continuaram a ser acolhidos por famílias com maiores responsabilidades sociais e católicas, e também assim a Missa Católica (a de sempre) foi mantida em oratórios e capelas particulares. Outros sacerdotes, como conheci eu dois em Portugal, ambos já falecidos, estavam condicionados pelos seus próprios Bispos, suficientemente ocultados aos olhos dos fiéis (ambos homens íntegros, sacrificados, muito instruídos). Estes sacerdotes-cativos, e semi-cativos, viviam assim condicionados para que os seus Bispos pudessem implementar as novas ideias, sem que os fieis notassem as diferenças, ou, pelo menos para não haver problemas com a autoridade Romana. Estes dois sacerdotes pertenciam, respectivamente, à arquidiocese de Évora, e à diocese da Guarda. Em Portugal houve vários sacerdotes que estavam assim "retirados" dos olhos dos fiéis para os Bispos esconderem o confronto com o "sempre" de que eles mesmos se foram afastando lentamente.

Há pouco mais de 5 anos, os católicos que já não conheceram a Missa Católica (a de sempre) julgavam aqueles que continuavam a frequentar a Missa tradicional e a guardar a Fé e Pensamento Católico (tal como eles sempre foram ensinados e guardados), tratando-os como velhos ignorantes agarrados a costumes superficiais. Alguns Bispos  referiram-se aos tradicionais católicos de sempre como sentimentais apegados ao passado. Tal ofensa nada tem de verdade e (ou melhor, tinha, porque apareceu um novo conceito de "tradicionalista católico" depois de 2007). Se quiséssemos ter a mesma falta de profundidade da análise, diremos que tais Bispos são superficiais, sentimentais, apegados a sonhos pouco católicos que lhes prometem tudo num futuro terreno. É incrível, estes Bispos veicularam assim a confusão, o estigma, levando os fiéis ao preconceitos errados sobre os seus irmãos católicos tradicionais (refiro-me ao conceito anterior à criação dos grupos "Ecclesia Dei"), e claro, sem saber, contra os inumeráveis milhões de católicos antigos, principalmente aquele que pertencem já à Igreja Triunfante, e foram muitos deles canonizados pela Santa Igreja.

Literalmente, aqueles que sempre mantiveram o que a Igreja ensinou, e receberam Dela, são hoje acusados de terem uma doutrina própria. Inacreditável... Isto acontece, este tipo de acusação vem mesmo por boca de algumas altas autoridade eclesiásticas. Como é possível!?... Como chegámos a esta situação... invertida situação, que para tirar a "pedra do sapato" se tenta criar uma "reserva" confortável em troca de "minimizações"!?

"Promulgação" da nova Missa a 3 de abril de 1969
pelo Papa Paulo VI
Depois do Concílio Vaticano II, sobretudo depois da fabricação do Missal de Paulo VI, houveram perseguições a padres e fiéis católicos por não abandonarem a Fé, ou parte dela, ou a interpretação tradicional dela. Como tornar isto compactível com uma suposta concordância de tal concílio com a Doutrina Católica? Se o Concílio Vaticano II foi entendido como ruptura com parte da Doutrina Católica de sempre (um "novo pentecostes da igreja"), fez sentido a perseguição de Bispos aos tradicionais católicos que não quiseram abandonar a "doutrina agora superada". Se os textos do Concílio Vaticano II foram entendidos como dimanados da mesma Doutrina Católica de sempre, e sem rupturas nem afastamentos, não faz sentido a diminuição (minimização, desgaste, desqualificação) de partes da doutrina, e desvalorização de tantos documento do Magistério Papal ordinário e, por outro lado, não faz sentido perseguir e estigmatizar os católicos que deram maior sinal de recusar abandonar, ou minimizar, a mesma Doutrina de sempre!

As atitudes episcopais tiveram impacto nos fiéis... muito!

Oito anos após a "promulgação" da nova Missa (Missal de Paulo VI) queixava-se um fiel católico:

"(...) levantarão a voz de protesto e pedirão que "censuras eclesiásticas" castiguem uma vez mais "a contumácia" do autor, do tradutor [deste livro] (...)". O que pensava este católico estava certamente bem fundada visto que tinha conhecimento do que poucos tinham, então diz: "


IMPORTANTE: Escrevi este artigo há algumas semanas, perdi-lhe as anotações e por isso fica incompleto, mas mesmo assim penso valer a pena publicá-lo. Lembro que o resto do artigo deveria mostrar como os fiéis se escandalizaram com a Nova Missa e como foram lentamente metidos numa onda que hoje se transformou num escuro oceano. Obrigado pela compreensão.

14/05/11

A DESGRAÇA DA ECCLESIA DEI CONTINUA ...

A ECCLESIA DEI emitiu um documento significativo onde obriga os católicos a negarem a ilegitimidade do Novo Ordo caso queriam assistir à Missa pelo Rito Romano. O documento datado do dia 30 de Abril, e apenas hoje foi feito público (13 de Maio de 2011 - outros que brincam...). Trata-se de uma instrução sobre o Motu Proprio, coisa que já há bastante tempo era comentada e assegurada por "fontes mesmo oficiais".


Quem não está por dentro desta situação não vale a pena ler o documento, AQUI

Se é daqueles que se embeiçam pela Ecclesia Dei aproveite os saldos:



Para comprar AQUI

De bonus leveuma canequinha da paz

24/01/11

ECLESIADEISMO - A FSSP JÁ HÁ MUITO TEMPO QUE FOI...

Três seminaristas da FSSP (Fraternidade Sacerdotal de S. Pedro), em 1993, já testemunhavam o comprometimento desta instituição com o modernismo. Em 1988 Mons. Marcel Lefebvre não dava mais de 10 anos para que tal instituição, que nascera tradicionalista, fosse diluída nas tramas de Roma.

A denúncia feita pelos 3 seminaristas, aqui (PDF)

(fonte: FSSPX, Brasil)

14/09/10

ABUSOS DOUTRINAIS CONTRA A FÉ CATÓLICA

Vim agora de fazer uns comentários na A Casa de Sarto. Recomendo aos leitores [tradicionalistas] mais exigentes não se orientarem por tal blogue, com o qual há algumas diferenças, e peçam ao responsável que se defina melhor [assunto relativo ao que lá fui comentar]. Daqui, fui a algumas ligações de cariz conservador, dei com a "Una Voce" (que não está hoje na mesma boa situação que no passado). Vou mostrar coisas deste último site, para ilustração de quem ande arrastado por esse pseudo-tradicionalismo:

1- "CONFIRMACIONES EN LA FSSPX.

22/08/10. No solemos publicar fotografías de la Fraternidad Sacerdotal de San Pío X. Hoy vamos a hacer una excepción, por la calidad de la imagen, tomada durante unas recientes confirmaciones conferidas por el obispo español don Alfonso de Galarreta, uno de los cuatro obispos en su día consagrados por el arzobispo Lefebvre. Y que publicamos en el deseo del pronto retorno a la plena comunión con Roma."

- Comentário ASCENDENS: Fazem excepção pela qualidade da imagem [realmente é bonita]! Constatemos por estes comentários que os "Ecclesia Dei" nadam em afectos pelo "bonito pomposo", oh grande motor. Mas escapa-lhes a doutrina católica, ou seja, a pureza da Fé! Usam "plena comunhão", mantendo longe os olhares daquilo que verdadeiramente os distingue  mais da FSSPX: a Doutrina, a profissão pública da Fé, o Pensamento Católico. Como pode haver restauro do catolicismo se estes, que não estão em comunhão plena com a Fé de Nosso Senhor proclamam que os sempre fieis à Igreja não estão em comunhão com Ela!? Fica assim bem entendido que a excepção da publicação, propositadamente anunciada, tem dois aspectos: Publica-se a dita foto pelo critério do agrado estético, sendo que, regularmente, as "publicações não realizadas" sobre FSSPX devem-se então ao não compromisso com parte da Doutrina por parte da "Una Voce" (é esse também o cerne de afastamento da actual Roma).

2 - "MISA SOLEMNE EN NORWALK

24/08/10. El Canónigo Aaron Huberfeld, ordenado recientemente en el Instituto de Cristo Rey Sumo Sacerdote, ofició Misa Solemne con la Forma Extrordinaria del Rito Romano en la parroquia de Santa María, en Norwalk, Connecticut, EE.UU."
- Comentário ASCENDENS: Um antigo sacerdote dum dos grupos "Ecclesia Dei", quando abraçou posteriormente a FSSPX não sabia rezar Missa antiga. O mesmo sacerdote assegurou que esse tal grupo, que tinha como uma das bandeiras a "defesa da Missa de sempre" não lhe ensinou devidamente a Missa, e que nem havia bases teológicas suficientes para tal. Eu e outros sabemos isto, e há que dizê-lo aos católicos arrastados para a Missa antiga rezada por padres fora da continuidade da Tradição, padres modernistas-conservadores etc.. Por outro lado, há que saber que os sacerdotes e bispos ordenados pelo novo rito podem não estar realmente ordenados - esta é uma hipótese que gostaria de ver definitivamente aclarada, sob informação apropriada.

3 - "ESPLENDOR DE LA LITURGIA: ABADÍA DE REIN

24/08/10. Magníficos ornamentos utilizados en la bendición del nuevo Abad mitrado en la Abadía Cisterciense de Rein, en Styria, Austria, el pasado 21 de agosto."
- Comentário ASCENDENS: Este apego (desordenado!?) ao "bonito pomposo" é cultivado nos "Ecclesia Dei", e Opus Dei, e por outros modernistas-conservadores como constante na sua campanha e actividade, é uma marca. Este cultivo da vaidade é habitualmente desculpabilizado por eles como "o belo no culto". Prova de que não é uma questão do verdadeiramente Belo, atributo divino, é a omissão do Doutrinal em parte, e por colocarem a Doutrina em plano inferior sabemos que não estão bem ordenadas as suas intenções relativamente à Missa.

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