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04/10/14

PETIÇÃO PÚBLICA CONTRA O "DESACORDO ORTOGRÁFICO"


 Aqui está a petição pública para tentar demover a revolução ortográfica; assine (AQUI)

O "desacordo ortográfico" não é fundado na natureza da linguagem humana, mas sim no comodismo humano, leva a estupidificação humana. Mesmo que os acordistas usem de material linguístico para levar a cabo a sua revolução, o seu intento não passa de erro nem mero racionalismo, um joguete artificialíssimo que no todo é: desconcerto pragmático atraído pelas promessas de comodismo escolar.

Creio que no fundo de tudo isto está o interesse ideológico: o divórcio na unidade lógica da língua portuguesa, uma ruptura maior entre a GRAFIA e o SOM, e a instalação de uma nova soberania na língua portuguesa: a comunidade de falantes dita, e a comunidade científica da língua limita-se passar para regras linguísticas a ordem dada. É a inversão, é sem dúvida a consequência da democratização: a sobreposição da maioria (que são instruendos) à minoria (que são especialistas). Aos poucos, a estupidez chega à cátedra, e a sabedoria e conhecimento fundado passam à sarjeta.

14/12/13

JUIZ RUI TEIXEIRA - CONTRA O CAOS DO "DESACORDO ORTOGRÁFICO"

Juiz Rui Teixeira
Portugueses e todos os demais falantes da língua portuguesa (tanto a "Internacional" como a "Brasil"), tiremos o chapéu para saudar a verticalidade e lucidez com que o Juiz Rui Teixeira se pronunciou a respeito do "desacordo ortográfico". Finalmente um pouco de ar fresco neste tema.

As "actas não são uma forma do verbo atar" e "os cágados continuam a ser animais e não algo malcheiroso", diz Rui Teixeira, juiz do Tribunal de Torres Vedras (Portugal), conhecido pelos portugueses pelo processo "Casa Pia".

Rui Teixeira despede o "desacordo ortográfico" com toda a categoria, legitimidade, e clareza. Em Abril, enviou um anota à Direcção Geral de Reinserção Social (DGRS) onde dizia "fica advertida que deverá apresentar as peças em Língua Portuguesa e sem erros ortográficos decorrentes da aplicação da Resolução do Conselho de Ministros 8/2011 (...) a qual apenas vincula o Governo e não os tribunais".

Evidentemente que a DGRS não gostou, e pediu esclarecimentos, ao que Rui Teixeira satisfez: "a Língua Portuguesa não é resultante de um tal "acordo ortográfico" que o Governo quis impor aos seus serviços (...), nos tribunais, pelo menos neste, os factos não são "fatos", as actas não são uma forma do verbo atar ["atas"], os cágados continuam a ser animais e não algo malcheiroso e a Língua Portuguesa permanece inalterada até ordem em contrário".

21/10/12

PEQUENO MANIFESTO CONTRA O DESACORDO ORTOGÁRFICO

Asterix, em mirandês
Visto que Portugal tem a grande riqueza de haver duas línguas nativas, e visto que os republicanos não conseguem manter a principal (português), estou a ponderar se aqui em casa não deva começar a usar o mirandês como língua oficial.

Receio que, daqui a 3 anos, por exemplo, tenha existido a língua portuguesa (proibida), exista o novo-português (imposto), e se salve o mirandês por não incomodar nem dar lucros.

Conservarei a língua portuguesa (há que ir também aos primórdios dela), não me converterei ao neo-português (para quem goste: "português-pós-Concílio Vaticano II", pois claro), e apoiarei o mirandês, que por não sofrer reformas está fresquinho e muito bem de saúde.

Pois bem, amigos... aqui vou escutar uma velhinha canção em língua mirandesa. Até mais...



24/03/12

PUBLICIDADE PARA EMPREGO - NOVAS OPORTUNIDADES


"Aceitam-se candidaturas para 30 vagas, cargos de secretaria. Os candidatos devem reunir obrigatoriamente as seguintes competências:

- Escolaridade: 12º ano (ou equivalente - nos maiores de 50 anos, ter o 6º ano antigo);
- Ter conhecimentos gramaticais anteriores ao "acordo ortográfico", a nível satisfatório;
- "Cadastro" limpo;

Enviar Curriculum Vitae para a morada (ou e-mail) ....x. Para mais informações contactar o número de telefone ...x."


(Atenção... este anúncio é fictício)






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