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02/01/15

CONTRA-MINA Nº 30: Os Novos Estóicos ... (III)

(continuação da II parte)

O respeito e veneração, que devo ter a umas Personagens tão conjuntas a ElRei Nosso Senhor é que me cortam os fios à bem oportuna série de pensamentos, que me ocorriam neste particular, digno por certo de ser tratado extensamente. Cumpre observar por ora um silêncio respeitoso. Enquanto ele não se quebra, desafogarei ao menos numa apóstrofe ao Grande Oriente de Lisboa.

Grande Oriente, refúgio certo de todas as maldades, e de todos os crimes, receptáculo imundo de toda a casta de animal bípede, e quadrúpede, supremo arquitecto de Revoluções, e Constituições, sumidouro imenso, em que se perderia dentro em poucos anos toda a riqueza, toda a indústria, e toda a esperança deste Reino... aguça bem os teus punhais, faz quanto couber nas duas forças, e no grande número dos teus adeptos, que ainda conservas nos Lugares Públicos, e quiçá nos mais eminentes deste Reino, faz, torno a dizer, por segurar, e assestar bem os teus golpes; que ainda no caso de obteres algum efémero, ou momentâneo triunfo na Capital do Reino, eu posso afirmar-te, que não fizeste nada, e que ainda te resta quase tudo por fazer. Eu te dou um exemplo Histórico, que deverá servir-te de norma e direcção. Bem seguro se considerava em Nápoles o Grande Oriente desta Capital em 1799. As Lojas eram sem conto, deliberavam de porta aberta, e à hora do meio dia, e eram tão povoadas, que só uma (a dos Amigos das leis) constava de mil sócios. As Fidalgas Napolitanas faziam, quanto nelas era, a fim de excitarem os ânimos contra o Rei legítimo. A Princesa Belmonte levou a sua impudência ao auge de figurar num Teatro, onde pronunciou a mais violenta sátira contra os seus próprios Soberanos. A Marquesa de Fonseca redigia um Periódico Revolucionário, (o Monitor Napolitano) e esta mulher autora inflamava os ânimos, e multiplicava o número dos inimigos do seu Rei..... Levantaram-se púlpitos nas ruas, onde os Sacerdotes Constitucionais, e Jansenistas declararam, não as verdades Evangélicas, mas os princípios demagógicos os mais exagerados... Tão seguros estavam da Capital, que não aparecia um só Realista, pois caso aparecesse era logo assassinado conforme o aresto humano, e filantrópico dos Clubs Directores. No meio de tudo isto lembram-se dois a três Eclesiásticos de se porem à testa dos justamente queixosos, e lastimados de tal ordem de coisas... O amor da Pátria é um excelente Mestre de Tactica, e às vezes ensina em três dias as mais dificultosas operações de guerra. Uma Cruz branca é o sinal de reunião, e o melhor incitamento para os combates... O Cardeal Rufo já desbaratou os Franceses Protectores do Jacobinismo Italiano, Fra Diavolo, e o Cura Rinaldi limpam de inimigos as duas Calábrias... Nápoles é entrada pelos Cristãos vencedores.... Os Sacerdotes Belloni e Putiei, e a Princesa Belmonte, e a Marquesa de Fonseca, são todos enforcados; e desde Junho até Dezembro do próprio ano de 1799 não passa um só dia, em que não sejam pendurados alguns réus; que se não fossem estes actos de justiça, por certo que se aumentaria consideravalmente o Partido Liberal, e neste caso a invasão do Reino de Nápoles em 1821 teria sido mais alguma coisas, que um passeio militar do General Frimont...

Concelhos da região da Serra da Estrela
Santuário de Nossa Senhora da Estrela (Serra da Estrela)
Penhas Douradas, na Serra da Estrela
Posto o ramo só falta vender-se o vinho... Lisboa não é Nápoles, e tem mais alguma coisa do que Pedreiros e Carbonários, que para se desfazer desta boa gente, não seria preciso convidar ninguém de fora. Portugal tem duas Calábrias, e tem Rinaldins, que se derem um grito, por exemplo, na Serra de Estrela podem reunir em vinte e quatro horas trinta mil homens armados, e tem um Rei, a quem sobejam a intrepidez e o sangue frio, que tantas vezes faltaram ao Rei de Nápoles Fernando IV.

Louriçal, 13 de Agosto
de 1831.
Fr. Fortunato de S. Boaventura

26/06/14

O PUNHAL DOS CORCUNDAS Nº 1 (IV)

(continuação da III parte)


Como devem ser castigados os Pedreiros Mestres de loja aberta.
Não é da minha competência endereçar conselhos aos Reis sobre a linha de procedimento, que devem guardar com os seus figadais, e irreconciliável inimigo os pedreiros. Quem veste púrpura, e cinge uma coroa tem obrigação de exaurir todo os meios de os conhecer, e de os punir logo que sejam conhecidos, sob pena de que cedo ou tarde pagará ou com a vida, ou com a mais insultadora, e afrontosa deposição, toda a condescendência, que tive com eles... e não é este o menor perigo que os ameaça... Um Rei deve ser elemente, e já dizia um filósofo antigo (Séneca) que era tão indecoroso a um Rei o perdoar a todos como o castigar a todos; há porém muitos lances em que uma desmesurada clemência é um crime de que o Rei dos Reis lhe tomará uma estreitíssima conta.

Confundir os bons com os maus, é animar a impunidade, e com ela todos os crimes, poupar cegamente os criminosos é sacrificar os bons, é perturbá-los na fruição dos seus direitos, é pô-los numa perpétua desconfiança de serem outra vez enxovalhados, e perseguidos: o que é tão certo que nestes casos importa mais ao cidadão probo e leal, esconder-se, ou antes mudar de pátria do que viver no meio de tigres que porventura açaimados um só instante pelo irresistível poderio da opinião pública, já estudam, e se afanam por desfazer com seus próprios dentes amordaçam que os refreia, e que apenas conseguirem tirá-la encheram tudo de estragos, de mortes, e de sangue ... E será feliz uma suspirada mudança de coisas visivelmente feita, e concluída pelo "braço omnipotente" se o primeiro e principal cuidado dos que afrontaram o desterro o cárcere, e a morte em obséquio a Fé Católica, e à Dignidade Real, deverá ser a aquisição dos meios indispensáveis para fugirem quanto antes em demanda de algum reino onde os carbonários, e os pedreiros nem subam, nem possam nunca subir aos primeiros lugares do Estado?

E serão acaso estes princípios alheios da Santa religião que nós professamos? Terão acaso o mínimo resabio de desejo de vingança tantas vezes proscrito, e abominado pelo supremo legislador?

Desejará porventura lavar suas mãos no sangue dos pedreiros quem se atreve a insinuar ou lembrar a necessidade do castigo para uma seita que é jurada e implacavelmente inimiga dos tronos, e dos altares do Cristianismo? Que fácil é jogar contra a seita pedreiral esses mesmos princípios fantásticos, e cerberinos com que ainda hoje trata de embair os crédulos, e os ignorantes? Agora é a força armada que cedendo às perfídias sugestões dos corcundas conseguiu ditar a lei ... e a 24 de Agosto de 1820 dia de infausta, e execranda memória nem sombra ou resto de gente armada se viu na Cidade Regeneradora, e talvez que o Regimento Nº 18 que vós tratastes de perverter e desencaminhar, mas que tão gloriosamente volveu ao lugar, que por sua antiga reputação de lealdade, e de valor lhe competia, vos assistisse e apoiasse então só para decência, e formosura do acto. Então foi virtude conceber, e executar o mais nefando acto de desobediência, e rebelião, que por miserando que fosse o estado a que nos chegara a lastimosa ausência Del-Rei nunca seria legítima ou valiosa, porque nós os Cristãos pela graça de Deus respeitamos e seguimos a doutrina do Apóstolo S. Paulo, doutrina verificada nos melhores dias da Igreja, ou nos primeiros séculos, em que aparecendo tantos Neros, não apareceu um só cristão que se revoltasse contra os maiores abusos da autoridade que os regia com vara de ferro, e os esmagava: e agora, que estranha incoerência dos tais pedreiros, e agora depois de tantas infracções, do áureo - rapidamente sistema constitucional, que há mais de dois anos fugira para o globo de Saturno, agora sim que é perjúrio, e um crime irremessível qualquer resistência, por mínima que seja à autoridade pública! Não há coisa melhor que este pau de dois bicos, pois desta maneira tudo se aplana, e justifica.

Então foi um auto de extrema lealdade o grito Viva a Constituição, que devia lançar por terra a Monarquia Portuguesa, e adiantar o império das trevas, o império do maçonismo, e agora é aleivosa é perjúrio, é ser insurgente, e faccioso vindouros de serem todos uns infames adeptos da pedreirada! Então os coronéis eram uns homens dignos da imortalidade, uns heróis merecedores de estátuas, e padrões; e agora um herói, filho de outro herói sim de outro herói ... que apraz de inveja foi um português que verdadeiramente se distinguiu na expulsão dos frades invasores de Portugal em 1809, sim de outro herói que antes queria morrer, que aderir aos planos das sociedades maçónicas, sim de outro herói, que estalou de pena quando soube que ElRei aprovara a constituição; este herói porque lhe servem no peito os sentimentos de lealdade, que seu grande Pai lhe infundira, e tanto lhe recomendara em seus últimos momentos, este herói porque deseja acudir a Fé quase expirante, pois eu mesmo viajando na Província de Trás-os-Montes ouvi, e estremeci de ouvir as mais execrandas blasfémias na própria cadeira da verdade, porque deseja impedir que venham os estrangeiros dar-nos lições de fidelidade aos nossos Reis, porque então os vivas ao Rei como era dantes (Legítimo, e verdadeiro sentido da palavra absoluto) porque lastimando, e enfurecido de ver preza, e desterrada a espora de um Rei, Filha, Mãe, e Irmã de outros Reis, trata de lhe espedaçar os ferros ... é o faccioso e rebelde, e infame Ex-Conde de Amarante!!!

(continuação, v parte)

16/03/14

O PUNHAL DOS CORCUNDAS Nº 1 (III)

(continuação da II parte)


A Soberania do Povo
De que na antiguidade sagrada, ou profana por mais que se busque, não aparecem vestígios, antes pelo contrário quanto mais perto da origem da sociedade chegam os trabalhos, e a exames históricos, vai-se para contantemente em algum Rei ou juiz ou magistrado supremo... o que é tão certo, que o ditado vulgar "Haja um que nos governe... já era mil anos antes que Jesus Cristo viesse ao mundo..."

Foi a soberania do povo quem levou ao cadafalso o Rei Carlos I de Inglaterra e em nossos dias o malfadado Luis XVI, e acabaria infalivelmente por fazer a todos a mesma gracinha, se lhe não forem à mão, e cortarem os herpes muito radicalmente de maneira, que nunca mais pegue tal doutrina quer seja de sementeira, quer de enxertia quer de estaca... Assentemos por uma vez que nunca o povo se diz soberano para outro fim mais do que para cair toda a soberania nas mãos de um punhado de aventureiros, que desta arte lhe fazem a boca doce, em quanto mui a salvo, e a despeito da moral cristã, e dos princípios mais vulgares de decência, vão enchendo a bolsa, e por certo que não há coisa melhor nesta vida....

Se pegou a a lábia ficaremos verdadeiramente soberanos, e o povo terá de obedecer a muitos que só curam de esmagá-lo, e saqueá-lo, em lugar de um só que nenhum interesse tinha de o vexar e de o oprimir. Se o tiro falhou, e não acerta no alvo não falharam as louras que vão na algibeira e que darão para comer e viver folgadamente em quauqluer parte do mundo. São pois os heróis deste jaez inimigo do povo a quem esbulhão de todo o fruto dos seus suores e fadigas; são inimigos dos Reis cuja autoridade aviltam a ponto de fazerem sensível para experiência de alguns anos, que um Rei é traste supérfluo, e que se todas as suas funções se devem reduzir a assinar de cruz em todos os papeis que lhe arrumarem, será melhor que o não haja... pois um Rei assim que custa um conto de réis por dia, sai muito caro à Nação (expressão de um ilustre deputado às Cortes Ordinárias, que de certo não podiam ser mais ordinárias). Ora tem saido a lume refutações sem conto desses puritanos, liberais, pedreiros carbonários etc. etc. etc. mas quem deu chiste foi o autor de Hudibras.

Ainda que o restabelecimento de Carlos II no trono de Inglaterra sufocou os partidos, e restituiu a paz, e a tranquilidade ao próprio Reino que nessa parte mais feliz do que acaba de ser o nosso, não fôra roubado sob a protecção de Cromwel e que à primeira voz que soltou o General Monck (mais feliz do que o nosso ínclito Silveira) gritou em altas vozes pela monarquia; nem por isso deixou de haver uma chusma de descontentes, que sem embargo de que todas as classes tinham aceitado cordialmente a mudança de governo, mordiam-se de raiva, e não perdiam de todo a esperança de tornarem a subir...

Apareceu o Hudibras, ficaram todos metidos num chinelo, e nunca mais ninguém piou, e o que não chegaria a fazer toda a severidade de um Rei, que desagravava o trono de seu desgraçado Pai, conseguio-o pena de um escritor, que sem nomear pessoas, ainda que designando-as mui claramente pelas suas artes, prendas, e manhas, triunfou daquela emperrada teima de reformar a torto e a direito, e por certo mais esforçado que Alcides livrou a sua ditosa pátria destes verdadeiros, leões de Nemeia... Apareça entre nós um Hudibras - e sem pão nem pedra daremos cabo dos pedreirinhos, que conseguirem escapar ao desterro, e à morte, e a qualquer outra pena, que lhes infligir a junta severidade das leis.

(continuação, IV parte)

14/10/12

CARBONÁRIA "FILHA DA MÃE"...

Vejam, vejam a Carbonária a publicita-se na República. Afinal, mesmo secreta (!!!), deu  a cara no Almanach da República para 1914, a pouco mais de 4 anos do regicídio e a 3 anos da ocupação republicana, com toda a licença e sem censuras, com toda a facilidade:

A CARBONÁRIA

Descrever a história da Carbonária, desde 1902 até à implantação do actual regimen, é difícil neste pequeno almanaque, mas ainda está na memória de todos os trabalhos, os sacrifícios, as vicissitudes por que passaram a maioria dos seus filiados.

Luz d'Almeida, António Maria da Silva, Afonso Pala, Machado Santos e muitos outros, que viveram eternamente desconhecidos, sacrificaram família, dinheiro, at+e a própria vida, para completa redenção de Portugal!

A Carbonária ainda não acabou. Existe e existirá sempre, não só para defesa da República, mas para defender também os bons republicanos acusados sempre pela infame e cobarde reacção.

A História da Carbonária ainda não está completamente feita, mas muito em breve, o será, e então o povo poetuguez verá que foram as associações secretas, auxiliadas pela marinha e pelo exercíto, é claro, quem nos livrou para sempre da maldita monarquia!

Hurrah! pela Carbonária! Viva a Marinha! Viva o Exército!


E diz na página 21 o mesmo almanaque:

5 d'Outubro

Data gloriosa para Portugal!

Data que nunca devemos esquecer, porque ela recordará sempre a completa emancipação do povo portuguez!

Data redentora em que desde o mais austero oficial republicano, ao mais infimo soldado, desde os chefes da carbonária ao mais modesto homem do povo, todos se uniram, como num corpo só, para conseguir o que hoje é um facto, a proclamação da República Portuguesa.

A Carbonária, indubitavelmente foi uma das associações secretas, que mais contribuiu para a glorificação do 5 de Outubro, devido ao trabalho incessante do seu chefe, Luz d'Almeida, alma heroica da revolução!

Cidadãos!
Portugueses!

Recordai enternamente, o dia 5 de Outubro!

Lembrai-vos que foi nesta data que se baniu para sempre essa horrorosa monarquia, que num desmembramento vergonhoso, e a cair de podre, nos ia fazendo ir para as mãso do estrangeiro.

Não vos esqueçais deste dia porque, recordando-o, lembrar-vos-eis sempre da gloriosa Patria Portuguesa e da nossa querida República!

Viva o 5 d'Outubro!

Viva a República Portuguesa!

22/06/11

A CORJA...

A jornaleta "A Corja" (palavras para que) diz no seu primeiro número, na página 3, dia 6 de fevereiro de 1915:

ÁLERTA
"A reacção jesuítica de braço dado com os insubordinados, prepara-se para a luta eleitora.
O órgão da seita em Coimbra, como os seus orgãos espalhados pelo país, convidam todos os católicos-jesuítas a inscreverem-se no recenseamento eleitora.
Alerta liberais!
Lembremos a todos os verdadeiros republicanos, a todos os liberais, a conveniência de se inscreverem no recenseamento.
No Centro Democrático José Falcão, rua da Estrela, e no Centro Evolucionista, rua do Poço, todas as noites se dão esclarecimento. 
Avente pela República!
Abaixo os jesuítas!"

Os "insubordinados" eram os liberais e republicanos arrependidos que se colocaram reticentes nas manobras directas contra a Igreja. Por saberem deste perigo, os republicanos e liberais, usaram o velho método da divisão: para não assustar as consciências não diziam travar uma batalha contra a Igreja mas sim contra os Jesuítas, e na prática iria sempre dar ao mesmo. O jornal "A Corja" ...

23/03/11

MAGISTÉRIO DA IGREJA CONDENA GRAVEMENTE A MAÇONARIA


Existem mais de 200 documentos do Magistério da Igreja sobre a Maçonaria. Devido à ignorância religiosa, cada vez maior, urge informar do terrível perigo que é a "praga do avental".

Estão sendo aqui publicados alguns documentos do Magistério Papal, sobretudo no DEPÓSITO P. A diversidade de temas é tão ampla que os documentos sobre a Maçonaria ainda estão na sua maioria por publicar. Assim, para adiantar, dou uma lista dos mais importantes documentos do Magistério da Igreja sobre a Maçonaria:

02/03/11

MAÇONARIA E SEU PROGRAMA DE TOMAR A IGREJA - DOCUMENTOS RECONHECIDOS PELOS PAPAS

Vou pegar nas palavras de Mons. Lefebvre, no seu livro "Do Liberalismo à Apostasia", para fazer introdução ao que vai seguir. 

"Os papeis secretos da Alta Venda dos Carbonários que... [caíram em mão católica e foram levados às] mãos do Papa Gregório XVI, cobrem o período de 1820 a 1846. Foram publicadas a pedido do Papa Pio IX, por Crétineau-Joly em sua obra "LÉglise Romaine et la Révolution" (vol. 2, Ed. orig., 1859; reimpr. "Cercle de la Renaissance Français", Paris 1976. Mons. Delassus reproduziu em "La Conjuration Antichretienne", DDB, 1910, T. III, pg.1035  - 92.) Pelo Breve de aprovação dirigido ao autor em 25 de Fevereiro de 1861, Pio IX confirma a autenticidade dos documentos, mas não permitiu que fossem divulgados os nomes reais dos membros da Alta Venda implicados com esta correspondência. Estas cartas são pavorosas, e se os Papas pediram sua publicação foi para que os fiéis saibam da conspiração contra a Igreja (...)."

Vamos   ao mais importante das cartas:

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