Seria uma perca não publicar aqui este vídeo LIVROS II
(continuação, 2ª parte)
31/08/17
29/08/17
RESTAURO - Capela de S. João Baptista
Vídeo sobre o restauro da capela do Divino Espírito Santo e São João Baptistas (na Igreja de S. Roque - Lisboa). Este artigo estava já editado por nós noutra plataforma de vídeos, e agora passou também para a do Youtube:
18/08/17
YOUTUBE - CANAL pessoal DO PEDRO OLIVEIRA
O responsável do blog ASCENDENS, eu mesmo, abri um canal no Youtube. A decisão surgiu depois de ter feito um vídeo para fins pessoais, mas que foi acidentalmente deixado aberto ao público. Está tudo explicado no segundo vídeo hoje lançado. Eis o Canal.
02/08/17
VISITAR PORTUGAL - Campo Maior (X)
(anterior, Lamego)
O socialismo no sul de Portugal foi impondo lento esvaziamento das coisas que lhe incomodavam; não usando de declaradas chacinas, Campo Maior foi levado das comemorações do seu Orago S. João para a "Festa do Povo"... O processo foi gradual; a custo da promoção dos "valores", o novo e falso conceito de "cultura", consequente evolução da ideologia da "separação da Igreja e do Estado", sorridente jogo politiquista, e outras mais gentis artes do Demo, esvaziaram a festa ao Santo, sem que muitos se dessem conta, e sem que muitos mais soubessem sistematizar os argumentos adequados. Processo lento, portanto, que ameaça bastantes outras cidades, vilas e aldeias.
Esta facada foi dada onde? Que terra é Campos Maior? Este modelo anticivilizacional quer vingar na terra de Santa Beatriz da Silva (onde também é cultuada; ela que nos Valha).
Se os Senhores Bispos não voltam aos antigos manuais para entender, não mais poderão fazer que proferir desculpas sorridentes perante a invasão que continua a avançar. O que dizem ao ocorrido? Continuarão com a gasta frase destas últimas décadas "são os novos tempos"?
Esta facada foi dada onde? Que terra é Campos Maior? Este modelo anticivilizacional quer vingar na terra de Santa Beatriz da Silva (onde também é cultuada; ela que nos Valha).
Se os Senhores Bispos não voltam aos antigos manuais para entender, não mais poderão fazer que proferir desculpas sorridentes perante a invasão que continua a avançar. O que dizem ao ocorrido? Continuarão com a gasta frase destas últimas décadas "são os novos tempos"?
Principalmente nas aldeias, haverá que explicar que a FESTA não é um acontecimento profano, nunca o foi, não é a "festa da terra" mas sim do santo da terra. A Festa tem o seu cume SACRO, e estende-se depois a toda a realidade humana (seja nas vestes festivas, nas comidas melhoradas, nas actividades de convívio e lazer comuns, em manifestações públicas de honra ao seu Santo, etc.). Portanto, a Festa tem primeiramente a sua realidade SACRA, e depois RELIGIOSA (esta falta de distinção hodierna entre "sacro" e "religioso" tem também levado a confusões quanto à música, etc. - assunto que ficará para outra altura).
Evidentemente, quem gravite em torno do Concílio Vaticano II não estará preparado no conhecimento destas verdades em falta, às quais parece ninguém saber acudir. Mas como travar e reverter? A situação pode, imagine-se, exigiria hoje a criação de grupos de investigação e explicação (como se aquelas necessárias verdades católicas, conhecidas tão bem por os nossos antigos tivessem sido encerradas em museu por pudores ideológicos (ideologices erradas, já mortas desde o dia do "nascimento"; tivessem tido primeiro o funeral, e depois o nascimento fingido). Etc. etc. etc...
Campo Maior tem, isso sim, um "arraial sem Festa"; continuando a Festa a ser a de S. João, tal como sempre foi.
Aos leitores estrangeiros recordo que aquilo que verão mais para o final do vídeo é uma boa decoração das Festas.
(a continuar)
Assim, esvaziado o conteúdo, e mantida de certa maneira a forma exterior, o mundo Cristão a caminhar para uma Disneyland...
Evidentemente, quem gravite em torno do Concílio Vaticano II não estará preparado no conhecimento destas verdades em falta, às quais parece ninguém saber acudir. Mas como travar e reverter? A situação pode, imagine-se, exigiria hoje a criação de grupos de investigação e explicação (como se aquelas necessárias verdades católicas, conhecidas tão bem por os nossos antigos tivessem sido encerradas em museu por pudores ideológicos (ideologices erradas, já mortas desde o dia do "nascimento"; tivessem tido primeiro o funeral, e depois o nascimento fingido). Etc. etc. etc...
Campo Maior tem, isso sim, um "arraial sem Festa"; continuando a Festa a ser a de S. João, tal como sempre foi.
Aos leitores estrangeiros recordo que aquilo que verão mais para o final do vídeo é uma boa decoração das Festas.
(a continuar)
Assim, esvaziado o conteúdo, e mantida de certa maneira a forma exterior, o mundo Cristão a caminhar para uma Disneyland...
31/07/17
VISITAR PORTUGAL - Lamego - Santuário (IX)
(anterior, Óbidos)
Hoje vamos a Lamego; mas não todo, porque ficámos detidos na grande maravilha que é o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios.
Contudo ... não nos resta outra alternativa que a obrigação de condenar a profanação do templo, por haver turismo dentro do espaço sagrado das capelas do templo. E a isto parece soar a voz da opinião geral do nosso tempo "mas então, é assim em quase todas as igrejas apetecíveis ao turismo... é assim mesmo, é normal" ... é quase normal, ou seja, norma, e é assim mesmo que acontecem profanações (é assim, e não apenas).
Tratem os Bispos de estudar o assunto tendo em conta os antigos livros, que era aos antigos que estes cuidados interessava gravemente, e tomem medidas; porque se não as tomam, juntam-se aos "sacrilégios" o agravo das "indiferenças com que Ele hoje é ofendido". E parece-me ouvir outra voz de um tradicional católico dizer-me "escreva também que hoje grande parte dos templos estão já profanados"; e eu respondo "neste momento não me apetece dizer que é verdade".
(continuação, Campo Maior)
Tratem os Bispos de estudar o assunto tendo em conta os antigos livros, que era aos antigos que estes cuidados interessava gravemente, e tomem medidas; porque se não as tomam, juntam-se aos "sacrilégios" o agravo das "indiferenças com que Ele hoje é ofendido". E parece-me ouvir outra voz de um tradicional católico dizer-me "escreva também que hoje grande parte dos templos estão já profanados"; e eu respondo "neste momento não me apetece dizer que é verdade".
(continuação, Campo Maior)
26/07/17
UMA IMAGEM - CONCÍLIO VATICANO II
Foto da Praça de S. Pedro, a 11 de Outubro de 1962, por ocasião do Concílio Vaticano II: uma multidão de católicos, o aparato, a iluminação das velas que passavam seguras nas mãos esperançosas ... Mas a obra gigantesca que o Concílio representou não parou ainda de nos surpreender com as suas consequências.
25/07/17
NA SERRA ALTA - HONRAR OS SUPERIORES LGÍTIMOS
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| D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, Venerável da Santa Igreja |
"Porque os nossos legítimos reis são nossos legítimos superiores, os nossos antigos tiveram virtude católica de honrá-los, desconfiando prontamente das teses adversas. (...) Eis um mau costume liberal lentamente assimilado pós victória liberal, eis um pecado mortal ao qual só a ignorância e a confusão poderão livrar de culpabilidade: tratar os nossos Reis legítimos com soberba, igualdade, desdém, juízo temerário, rebeldia, e outras posturas vis que, em outros tempos equivaleriam a uma debandada para o exército inimigo."
(na serra alta - J. Antunes)
10/07/17
09/07/17
MODERNISMO - A DEFINIÇÃO É NECESSÁRIA E URGENTE
![]() |
| O modernismo aplica-se e desdobra-se a várias áreas, como seja à filosofia, teologia, sociologia, artes em geral etc.. tomando depois cada qual certo rumo próprio. |
O blog ASCENDENS insiste que a definição de MODERNISMO é VITAL na Igreja, e era urgente. A indefinição tem feito estragos incalculáveis entre os católicos: uns porque atacam o "modernismo", outros porque dizem não ser "modernistas", outros porque querem olha o modernismo parcelarmente, outras diversas coisas. É um assunto sério, e não há tempo para melindrices.
Ao longo dos anos demos indícios e clarificações sobre o MODERNISMO (embora, por prudência e receio nunca tenha sido feito artigo ou obra acabada), esse problema fundamentalmente ONTOLÓGICO; também sobre o problema da volatilidade do conceito no uso, sintoma do mesmo modernismo.
O perigo de não saber o que é MODERNISMO e combater o "modernismo" é real,e cada vez será mais notório. O perigo de não saber o que é MODERNISMO e sem saber motivo válido colocar-se fora dele é um problema, que acontecerá cada vez mais. SIM. Não receamos dizer que não poucos que se dizem tradicionalistas são meros "modernistas-conservadores" (havemos de explicar isto melhor, porque poderá parecer contraditório).
Eu, autor deste blog, conheço várias "regiões" da Igreja, o seu clero (vida e formação); falo de algo que conheço de dentro, por décadas, e desde tenra idade, quando me refiro a "modernismo". A literatura respeitante serviu-me mais de complemento, afinação, e confirmação. Da própria pele me sai que: HÁ QUE SABER DEFINIR MODERNISMO, sim , MAS que tal exercício não pode ser feito sem GRANDE PERIGO (porque muitos que se dizem inimigos do modernismo estão mais em situação de ter de corrigir-se, e não poderia acontecer que tentassem uma "definição" que os sirva, piorando ainda mais a situação actual). Da nossa parte, sempre acusámos o que hoje aqui mostramos, sempre dissemos haver confusão de conceitos etc... somos insuspeitos.
Eu, autor deste blog, conheço várias "regiões" da Igreja, o seu clero (vida e formação); falo de algo que conheço de dentro, por décadas, e desde tenra idade, quando me refiro a "modernismo". A literatura respeitante serviu-me mais de complemento, afinação, e confirmação. Da própria pele me sai que: HÁ QUE SABER DEFINIR MODERNISMO, sim , MAS que tal exercício não pode ser feito sem GRANDE PERIGO (porque muitos que se dizem inimigos do modernismo estão mais em situação de ter de corrigir-se, e não poderia acontecer que tentassem uma "definição" que os sirva, piorando ainda mais a situação actual). Da nossa parte, sempre acusámos o que hoje aqui mostramos, sempre dissemos haver confusão de conceitos etc... somos insuspeitos.
A visão ONTOLÓGICA é um dos melhores antídotos contra o modernismo, mas sem intelectualismos demasiados, e mais com sentido pratico do olhar do dia a dia.
Pois bem ... a quem por esse tempo aqui e em outros lugares fechou os olhos a tal apelo nosso, cá vai:
"O modernismo foi um erro combatido a seu tempo. Ainda hoje influencia certa teologia. Mas, não tem o menor sentido viver numa cruzada paranoicamente anti-modernista! Acusam de modernismo grandes teólogos do século XX, como Henri de Lubac e Yves Congar e denigrem a memória do grande teólogo Hans Urs von Balthasar! Todos esses teólogos eminentes e santos, apesar de serem somente padres, foram feitos cardeais por João Paulo II Magno e são queridíssimos de Bento XVI. Quanto a de Lubac, Ratzinger o considera um de seus mestres! Será que João Paulo II e Bento XVI são hereges modernistas? Ou será que são ignorantes tolos, que nem percebem o perigo desses teólogos? " (artigo de D. Henrique da Costa, 29 de Dezembro de 2008 ainda como Cónego, publicado ainda no seu site pessoal)
"O modernismo foi um erro combatido a seu tempo. Ainda hoje influencia certa teologia. Mas, não tem o menor sentido viver numa cruzada paranoicamente anti-modernista! Acusam de modernismo grandes teólogos do século XX, como Henri de Lubac e Yves Congar e denigrem a memória do grande teólogo Hans Urs von Balthasar! Todos esses teólogos eminentes e santos, apesar de serem somente padres, foram feitos cardeais por João Paulo II Magno e são queridíssimos de Bento XVI. Quanto a de Lubac, Ratzinger o considera um de seus mestres! Será que João Paulo II e Bento XVI são hereges modernistas? Ou será que são ignorantes tolos, que nem percebem o perigo desses teólogos? " (artigo de D. Henrique da Costa, 29 de Dezembro de 2008 ainda como Cónego, publicado ainda no seu site pessoal)
Chocante? Para alguns será, para outros quase, e para outros estará tudo em conformidade.
Como é mau ter título de "modernista", ninguém o quer ter; como é moda o título de "tradicionalista", muitos o querem. Há que ter esta realidade em grande conta, e reflectir seriamente.
Como é mau ter título de "modernista", ninguém o quer ter; como é moda o título de "tradicionalista", muitos o querem. Há que ter esta realidade em grande conta, e reflectir seriamente.
"PADRE SUMMORUM PONTIFICUM" ?
Faz tempo significativo que temos acompanhado um dos casos aos quais não sabemos dar nome; porque ainda ninguém parece ter-se atrevido a dá-lo. Que nome dar aos Padres que seguem exclusivamente a Missa tradicional (como os restantes sacramentos), e doutrina tradicional selecionada (removendo-lhe o que fere a obrigatoriedade pós-conciliar)? Porque a pedra fundamental invocada por estes foi o Summorum Pontificum, e porque não podem ser considerados tradicionalistas, chamemos-lhes "padres summorum pontificum" [quem tiver melhor nome, diga].
Qual o motivo de nunca ninguém se ter lembrado de dar nome a estes casos, ou se há nome para eles não é conhecido por nós sequer? Porque estes poucos casos, crescentes, não são estimados: envergonham a uns, e são apenas tolerados pelas autoridades, que se servem deles para satisfazer aquilo que consideram ser uma das "modalidades católicas" agora em moda.
Caros leitores, existem hoje estes padres summorum pontificum, e trazemos hoje o caso de um deles, do qual não queremos dar nome nem lugar (há terceiros em causa). É muito provável que deste caso façamos mais artigos a este complementares, os publiquemos aqui, se não forem antes em algum do nosso ciclo de blogs amigos.
Este Senhor Padre summorum pontificum costuma apenas dos usos sacramentais antigos, funciona em templo grande e destinado pela paróquia, tudo em total sintonia com o Bispo Ordinário do lugar. Portanto, quem na paróquia quer participar na missa segundo Missal de Paulo VI vai a um lado, e quem quer assistir à Missa segundo o Missal de João XXIII vai a outra (e quem quer ir às duas, esteja à vontade).
Segue ele o Concílio Vaticano II? Não propriamente (quem é que o segue realmente!?), mas segue as directivas incontornáveis do "magistério pós conciliar". Além de incluir o Catecismo de S. Pio X nos vários livros recomendados, e livros escritos por santos, outros há que estão em linha incompactível (não tão pronunciadamente que a maioria dos fiéis saiba distinguir).
"Se houver por aí exagerados [tradicionalistas] de mentalidade antiquada pode acontecer que fiquemos todos sem sacramentos, sem esta missa. É isso que querem?". Existe este aquele tipo de jogo injusto contra os raros fiéis que se dão conta dos erros e comentam algo: ficam colocados sob o olhar da restante comunidade que lhe diz "calai-vos, ou ficamos sem missa por culpa dos vosso exageros". A preocupação e tentativa de abordagem de um problema real e maior, como se vê, acaba por ficar mascarado de problema subjectivo incómodo à comunidade (é esta corporação no mal e na mentira ainda mais grave pela circunstância, e que entra na marcha de fazer dos Meios ordinários da graça os fins). Os sermões de considerações vagas e veladas contra os fiéis mais lúcidos (os "ameaçadores") acaba por acender na alma dos restantes fiéis gradual inquietação e incógnita, que, mais tarde ou mais cedo, acabarão por equivocadamente encontrar pouso naqueles fiéis alvo.
O próprio manifestou em sermões que aquela comunidade não é tradicionalista, que trata-se de um movimento de pastoral diferente, porque todos na Igreja somos diferentes, e que por isto mesmo há movimentos diferentes na Igreja. Este Padre summorum pontificum quer agradar à autoridade, porque depende disto para viver (provavelmente não quereria ou conseguiria voltar à nova Missa), e não admira que agora mais recentemente tenha até negado o nome "tradicionalista".
O próprio manifestou em sermões que aquela comunidade não é tradicionalista, que trata-se de um movimento de pastoral diferente, porque todos na Igreja somos diferentes, e que por isto mesmo há movimentos diferentes na Igreja. Este Padre summorum pontificum quer agradar à autoridade, porque depende disto para viver (provavelmente não quereria ou conseguiria voltar à nova Missa), e não admira que agora mais recentemente tenha até negado o nome "tradicionalista".
Pelo que temos acompanhado durante aproximadamente 2 anos, o percurso desta história sempre a descer, mas sempre a subir quanto ao número de fiéis.
Este fenómeno não é em Portugal; não há em nossa escrita coisa alguma irreal neste caso e que não tivesse sido moderada previamente. O que aqui está é um resumo, e contamos fazer mais artigos a este respeito.
Eis um assunto que nos diz a todos, e urge também reflexão pessoal ao respeito.
Aguardemos mais notícias.
Eis um assunto que nos diz a todos, e urge também reflexão pessoal ao respeito.
Aguardemos mais notícias.
06/07/17
CONTINUAÇÃO DA "A CASA SEM SARTO, NOVAMENTE?"
O Miles, autor do blog A CASA DE SARTO à nossa contestação já reagiu (aqui), agora menos doce, mas mais directo.
Que motivos tem o Sarto (assim lhe costumamos chamar) contra o blog ASCENDENS? Vejamos pela lista de possibilidades (não dispostas em rigor cronológico, tudo isto é público):
- Era 2008, em dado contexto, na caixa de mensagens do blog A CASA DE SARTO chamei-o "modernista"; acrescentando a minha disponibilidade para dar explicação de tal afirmação (esta caixa de mensagens foi recentemente apagada).
- O blog ASCENDENS enviou ao A CASA DE SARTO um pedido para remoção da ligação do nosso blog daquela lista de blogs. O motivo apresentado foi o de certa incompatibilidade, e de alguma contradição de pensamento, ainda que ilustrado de muitos afamados autores.
- O A CASA DE SARTO redigiu um artigo no qual atacou gratuitamente a Mons. Fellay (FSSPX), violentamente reactivo, não apresentando necessárias razões objectivas! A surpresa e indignação levou à reacção de alguns seus leitores acostumados, e espalhou-se ao mundo tradicionalista internacional; o site PERMANÊNCIA redigiu reprimenda, e outros houve em língua espanhola. De forma breve e pouco assinalada o blog ASCENDENS também manifestou surpresa e descontentamento.
- O blog ASCENDENS enviou ao A CASA DE SARTO um pedido para remoção da ligação do nosso blog daquela lista de blogs. O motivo apresentado foi o de certa incompatibilidade, e de alguma contradição de pensamento, ainda que ilustrado de muitos afamados autores.
- O A CASA DE SARTO redigiu um artigo no qual atacou gratuitamente a Mons. Fellay (FSSPX), violentamente reactivo, não apresentando necessárias razões objectivas! A surpresa e indignação levou à reacção de alguns seus leitores acostumados, e espalhou-se ao mundo tradicionalista internacional; o site PERMANÊNCIA redigiu reprimenda, e outros houve em língua espanhola. De forma breve e pouco assinalada o blog ASCENDENS também manifestou surpresa e descontentamento.
- Da parte de cá, até 2011, nada de mais houve a assinalar; até que surgiu um pequeno debate a respeito da Igreja/escravatura, no qual, convenhamos dizer, o Sarto ficou refutado na sua posição por apostar na opinião comum, a qual eu conhecia bem, e que, por isso, nela tinha encontrado os erros que me tinham levado já à publicação de fontes e artigos das matérias.
- Por ocasião de uns comentários no VERITATIS, diante do mesmo Sarto, e perante a posição que tomou, critiquei o vínculo demasiado forte entre o A CASA DE SARTO e a "linha espanhola", e também o critério, ou falta dele, para distinção de matérias.
Assim foi até ao dia de ontem. Não parece nisto haver motivos para o autor do A CASA DE SARTO insistir contra o autor do blog ASCENDENS, sendo que nunca nos enviou críticas ou recomendações, ou pedidos de esclarecimento; o que não significa que não o tenha feito e dirigido a outros, ou em lugar por nós não acostumado... ou orquestrado outros intentos que nos tivessem chegado ao conhecimento em Portugal, na Espanha, ou na Argentina!
De que mal se queixa afinal o autor do A CASA DE SARTO!?
Sarto, pare e olhe ...
O que me quer!?
Sarto, pare e olhe ...
O que me quer!?
NA MINHA ALDEIA - AS POLÍTICAS
Acabo de encontrar isto:
Comento, imaginando certa aldeia:
- As casas da rua x foram construídas em parte pelos próprios donos, com granito, e barro. Não havia que pedir autorizações especiais numa construção destas em terreno próprio, nem havia que pagar imposto por tal.
- Em seu terreno cada qual tinha junto da habitação espaços para animais: cavalo, burrinho, porco; não havia problema se era gente em condições que os tinha.
- Fazia-se muita troca directa, comprava-se e vendia-se aos vizinhos, sem papeladas.
- As feiras não existem porque não há que ter nelas, nem quem lá vá.
- Quase todas as casas produziam o seu vinho e água-ardente, que se guardavam nas adegas, e ofereciam aos amigos, familiares, visitas. Hoje só a medo se produz a mesma quantidade, e a aguardente-boa nova só se clandestina, ou fraca.
- A matança do porco, que pelo menos uma vez por ano era feita em quase todas as casas, à porta, ou no quintal... ainda pode existir, porque a polícia fecha os olhos.
- O mesmo queijo que os meus avós compravam para diariamente terem, hoje é luxo.
- Constata-se que, em tempos de Salazar, principalmente no Interior cada qual era senhor de suas terras, casas, animais, etc.. Hoje, ter o mesmo é privilégio, e até o que temos não é nosso: a dívida que cada país contraiu é cada vez maior, a juros tão altos, que toda a situação declara que aquilo que pensamos ser nosso já não o seja realmente.
Este foi o resultado a que a política levou, contra a Tradição que a Civilização Católica nos tinha legado; e aqui vimos apenas símbolos pequenos mas capazes.
"A CASA SEM SARTO", NOVAMENTE?
Caros leitores,
o autor do blog A CASA DE SARTO veio agora à caixa de mensagens do nosso artigo "O DRAMA - A Associação CAUSA TRADICIONALISTA" para deixar esta sentida mensagem: "Informo o "Ascendens", que tenho em consideração de grande admirador d'"A Casa de Sarto", que esta última vai voltar à actividade regular proximamente e com todas as temáticas tão ao gosto do "Ascendens"." (Miles - 05/07/2017 - 11:47); e em resposta: "...todo eu sou alegria!" (Ascendens - 06/07/2017 - 11:47). Constata-se que, por exemplo, o blog VERITATIS, o qual pertence ao nosso grupo de blogs amigos (portanto, na mesma linha), andou a ser frequentado e comentado pelo autor da A CASA DE SARTO; contudo, o VERITATIS não mereceu agora nenhuma informação como aquela que recebemos do autor. Coincide que ontem, por outras vias, tínhamos tomado conhecimento do regresso do A CASA DE SARTO e preparado este artigo:
cabe-nos fazer significativas aclarações, visto que foi anunciado o regresso à actividade no blog A CASA DE SARTO.
"Em 2008 o autor do blog ASCENDENS solicitou ao Sr. Pe. Daniel Maret (FSSPX-Portugal) que:
- fossem convocados para reunião certos blogs tradicionalistas portugueses, por haver pontos divergentes nas publicações;
- para bem da Igreja e saúde da blogosfera católica, colocassem sobre a mesa as ideias divergentes;
- para bem da Igreja e saúde da blogosfera católica, colocassem sobre a mesa as ideias divergentes;
- que o Senhor Padre aceitasse fazer de juiz das questões disputadas, com fim à unidade e clareza para bem da Igreja.
O Sr. Pe. Daniel Maret alegou-se pela ideia, e fez tentativas junto a um ou dois blogueiros (visto que os restantes estavam por mim tratados já). Os blogues eram:
O Sr. Pe. Daniel Maret alegou-se pela ideia, e fez tentativas junto a um ou dois blogueiros (visto que os restantes estavam por mim tratados já). Os blogues eram:
- A CASA DE SARTO
- ASCENDENS
- o "Agnus" (autor de vários blogs)
- provavelmente o GAZETA DA RESTAURAÇÃO etc.
- VETUS ORDO
- ASCENDENS
- o "Agnus" (autor de vários blogs)
- provavelmente o GAZETA DA RESTAURAÇÃO etc.
- VETUS ORDO
O autor do A CASA DE SARTO, com quem havia mais significativa discordância, o único que costumava frequentar o edifício da reunião, foi quem resistiu à ideia. Esta reunião de blogs nunca veio a acontecer; lá se foi a possibilidade de unidade "ideológica", clareza, diálogo (até debate)."
Fica assim mostrada a existência de diferenças entre blogs ditos tradicionalistas em Portugal, nomeadamente entre o A CASA DE SARTO e o ASCENDENS, e o indício dos motivos vários para a não unidade na verdade [parece que o A CASA DE SARTO só conhece a "unidade" política]. Como o ASCENDENS, outros blogs tradicionalistas portugueses não foram inspirados pelo A CASA DE SARTO para que se pudesse dizer que começaram nessa linha e divergiram dela. Não admite isso, Miles?
Mais teremos para informar.
Previmos que, desde 2017, os erros venham mais refinados que antes e apresentados e tragados como solução para outros mais óbvios e sensacionais, independentemente de culpabilidade ou inocências! O recurso à política, activismo, e ao falso argumento de autoridade são o que contra a verdade mais tememos ver ampliados.
Aguardemos, e veremos!
Mais teremos para informar.
Previmos que, desde 2017, os erros venham mais refinados que antes e apresentados e tragados como solução para outros mais óbvios e sensacionais, independentemente de culpabilidade ou inocências! O recurso à política, activismo, e ao falso argumento de autoridade são o que contra a verdade mais tememos ver ampliados.
Aguardemos, e veremos!
28/06/17
FRASES DO MÊS
| Imagine a imagem invertida, sff. Obrigado. |
"Não há ditadura por causa do ditador, mas por causa daquele que lhe obedece"
(Eduardo Vera-Cruz Pinto, em discussão nacional - TV Assembleia SP)
"Quem não sabe ser fiel no pouco, o muito doutras coisas lhe terá vindo."
(na serra alta - J. Antunes)
Ditados populares portugueses:
"Vassoura nova é que varre bem"
"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades"
"O que os olhos não vêem o coração não sente"
"Não é com vinagre que se apanham moscas"
"Não se fala em corda em casa de enforcado"
"Não é por muito madrugar que amanhece mais cedo"
"Em casa de papudos não se fala em papos"
"O pior surdo é o que não quer ouvir"
"Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso"
"Muito esquece a quem não sabe"
"A boca ambiciosa só se fecha com terra de sepultura"
"Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele"
"As aparências enganam"
"Muito custa a um pobre viver, e a um rico morrer."
"O bom filho à casa torna"
"Onde há fumo, há fogo"
"Quem não tem vergonha todo o mundo é seu"
"Quem vê caras não vê corações"
"Vai muito do dizer ao fazer"
"Quem não sabe ser fiel no pouco, o muito doutras coisas lhe terá vindo."
(na serra alta - J. Antunes)
Ditados populares portugueses:
"Vassoura nova é que varre bem"
"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades"
"O que os olhos não vêem o coração não sente"
"Não é com vinagre que se apanham moscas"
"Não se fala em corda em casa de enforcado"
"Não é por muito madrugar que amanhece mais cedo"
"Em casa de papudos não se fala em papos"
"O pior surdo é o que não quer ouvir"
"Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso"
"Muito esquece a quem não sabe"
"A boca ambiciosa só se fecha com terra de sepultura"
"Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele"
"As aparências enganam"
"Muito custa a um pobre viver, e a um rico morrer."
"O bom filho à casa torna"
"Onde há fumo, há fogo"
"Quem não tem vergonha todo o mundo é seu"
"Quem vê caras não vê corações"
"Vai muito do dizer ao fazer"
24/06/17
O DRAMA - A Associação CAUSA TRADICIONALISTA
Algo propagado nas redes sociais pela associação cultural "Causa Tradicionalista":
Ohh gente misteriosa, dizeis "liberalismo-absolutismo-maçonaria-democrático" depois de no nosso programa "Conversas de Café" usarmos "iluminismo-liberalismo-maçonaria"!
Como colocais "liberalismo" na mesma linha de "absolutismo" se aqueles que em Portugal aceitaram ser chamados "absolutistas" estavam declaradamente nos antípodas ideológicos dos liberais?
E pelo que pugnais vós afinal? Pelo "poder de decisão dos povos"!?. Mas isto não era da propaganda liberal?
Perante tanta confusão... decidam-se! Ou quente, ou frio.
NA SERRA ALTA - FIDELISSIMOS
"De todas as maravilhas que a Santa Igreja encontrou na fértil ceara dos Reinos Cristãos, a FIDELIDADE achou-se em maior constância e brilho em Portugal; característica esta nossa, tão própria e admirável que o Príncipe dos Apóstolos fez com ela coroa lusa (*). Assim, perante os Reinos Cristãos, e o mundo, Deus preparou Portugal para exemplo de Fidelidade, e da grande fidelidade que é a Fé. (...) Embora Portugal seja de si mesmo desconhecido, não se entenderia o motivo de tal virtude demorar 600 anos em tornar-se oficiosa aos olhos do mundo, caso não fosse a muita discrição pública outra característica nossa, que nos tem protegido providencialmente tantas e tantas vezes. (...) para que cá os humildes possam assegurar-se que a Fé não é incompactível com a Fidelidade aos legítimos (...)"
(na serra alta - J. Antunes)
23/06/17
OS BONS PRINCÌPIOS E A ESTRANHA PASTORINHA (I)
Submetamos a alguns dos nossos princípios uma passagem atribuída à Irmã Lúcia, do livro "Um Caminho Sob o Olhar de Maria". Tentativa arrojada esta, como verão, e contracorrente; a alguns leitores desagradará que desmontemos tal trecho, o submetamos, e voltemos depois a ordena-lo fazendo conclusão não coincidente com o seu sentir.
A passagem em questão:
"Se Portugal não aprova o aborto, ficará a salvo; se o aprovar, terá muito que sofrer. Pelo pecado da pessoa paga a pessoa que dele é responsável; mas pelo pecado da Nação paga todo o povo. Porque os governantes que promulgam as leis iníquas fazem-no em nome do povo que os elegeu."
Antes de mais, segundo dados que posteriormente daremos, não garantimos que estas sejam realmente palavras da Irmã Lúcia, nem asseveramos que a Irmã Lúcia não tenha dito algo parecido (anteriormente, já nos tinha parecido haver motivos para colocar algumas reservas ao livro de onde transcrevemos).
Atenção primeira a cada um dos pontos seguintes, contendo princípios antigos que defendemos, para melhor ir depois ao assunto (as notas serão colocadas na caixa de comentários, e poderão ali aparecer outros complementos posteriormente):
Atenção primeira a cada um dos pontos seguintes, contendo princípios antigos que defendemos, para melhor ir depois ao assunto (as notas serão colocadas na caixa de comentários, e poderão ali aparecer outros complementos posteriormente):
- Cremos terem essência própria cada um dos Reinos Católicos (que a Cristandade coloca por ordem: Sacro Império, França, Inglaterra, Castela, Portugal, Catalunha etc.). [1]
- É público que falamos de Portugal pelo Reino Católico que É, o qual ESTÁ hoje ocupado por meio de uma República (antes por meio de uma "monarquia" constitucional, desde de 1834, a 1910 - no séc. XVII a nossa Monarquia tinha ela mesma ficado ocupada pelos ilegítimos reis Filipe). Reino de Portugal por vontade de Deus, com permissão de Deus hoje ocupado (à imagem do que sucede com os restantes Reinos Cristãos). Portanto, quanto ao SER: Portugal é um Reino; quanto ao ESTAR: Portugal está ocupado; e é justamente sob estas distinções que os nossos antigos não confundiram a rebelião com o dever de restituição daquilo que é devido. [2]
- Sabe-se que estamos firmemente com aquela verdade segundo a qual, nos referidos reinos cristãos, uma "lei" que fira aquilo que Deus ordena é violação, ofensa grave, coisa ilegítima (neste nível de consideração não pode haver licitude que seja ilegítima, ou legitimidade que seja ilícita), não seria verdadeira lei. Tal não seria também coisa de Portugal, portanto, nem dos reinos cristãos, sim contra Portugal, ou contra qualquer um dos reinos cristãos onde aquilo fosse, contra a Europa, conta a cristandade e a Cristandade, [3] contra a Igreja. [4]
- Sabe-se que estamos firmemente com aquela verdade segundo a qual, nos referidos reinos cristãos, uma "lei" que fira aquilo que Deus ordena é violação, ofensa grave, coisa ilegítima (neste nível de consideração não pode haver licitude que seja ilegítima, ou legitimidade que seja ilícita), não seria verdadeira lei. Tal não seria também coisa de Portugal, portanto, nem dos reinos cristãos, sim contra Portugal, ou contra qualquer um dos reinos cristãos onde aquilo fosse, contra a Europa, conta a cristandade e a Cristandade, [3] contra a Igreja. [4]
- Quem tomar para si estas verdades só poderá dizer: "afinal, Portugal não aprovou leis abortistas, nem aprova, nem aprovará". E diz bem. É a Lei de Deus e a natural (ambas do mesmo Divino Autor) aquelas que, uma vez tomadas honestamente pelo Rei, ao Reino se aplicam, e estendem, desdobrando-se em várias leis e ordenações, à medida que a realidade clame, aqui e a li. [5]
- Temos usado a designação "República-em-Portugal", que o vulgo por enganado costuma chamar "República Portuguesa". Não pode essa tal república falar verdadeiramente em nome de Portugal [6] (atenção: não sugerimos ignorar ao ponto de ignorar os impostos etc... - assunto que não cabe aqui agora). Com ou sem culpabilidade (que a ignorância não culpável também não culpa), foram os republicanos os responsáveis pelas suas leis abortistas, para impô-las aos portugueses.
O leitor que não aceita estes princípios, provavelmente não lhe adiantará continuar a leitura.
O leitor que não aceita estes princípios, provavelmente não lhe adiantará continuar a leitura.
Vamos agora submeter aos mesmos princípios aquelas palavras atribuídas à Irmã Lúcia:
1 - "Se Portugal não aprovar o aborto, ficará a salvo." - Portugal não aprova, não aprovou, nem aprovará (já vimos como). Adaptando: "Portugal não aprovará o aborto, e por isso ficará a salvo".
2 - "se o aprovar [ao aborto], terá muito que sofrer." - como não o aprova, mas como houve "aprovação" republicana, adaptemos: "quem o "aprovar", terá muito que sofrer".
3 - "Pelo pecado da pessoa paga a pessoa que dele é responsável;" - Assim é.
4 - "mas pelo pecado da Nação paga todo o povo." - Sim, o princípio está certo, embora requeira trocar "nação" por "Portugal". Acontece tal pecado não é da Nação (como já vimos), é contra Portugal e a culpa recai em quem "aprovou" tal ataque aos portugueses: a "República-em-Portugal". Não há que adaptar que não seja necessário, e por isso apenas suprimamos esta parte.
5 - "Porque os governantes que promulgam as leis iníquas fazem-no em nome do povo que os elegeu." - esta explicação não é necessária agora, mas será depois comentada. Por isso também não há daqui coisa que adaptar.
["Adaptando: "Porque os falsos governantes que forjam as "leis" iníquas fazem-no usando o nome do povo que " ... > vestígio do nosso texto primitivo]
1 - "Se Portugal não aprovar o aborto, ficará a salvo." - Portugal não aprova, não aprovou, nem aprovará (já vimos como). Adaptando: "Portugal não aprovará o aborto, e por isso ficará a salvo".
2 - "se o aprovar [ao aborto], terá muito que sofrer." - como não o aprova, mas como houve "aprovação" republicana, adaptemos: "quem o "aprovar", terá muito que sofrer".
3 - "Pelo pecado da pessoa paga a pessoa que dele é responsável;" - Assim é.
4 - "mas pelo pecado da Nação paga todo o povo." - Sim, o princípio está certo, embora requeira trocar "nação" por "Portugal". Acontece tal pecado não é da Nação (como já vimos), é contra Portugal e a culpa recai em quem "aprovou" tal ataque aos portugueses: a "República-em-Portugal". Não há que adaptar que não seja necessário, e por isso apenas suprimamos esta parte.
5 - "Porque os governantes que promulgam as leis iníquas fazem-no em nome do povo que os elegeu." - esta explicação não é necessária agora, mas será depois comentada. Por isso também não há daqui coisa que adaptar.
["Adaptando: "Porque os falsos governantes que forjam as "leis" iníquas fazem-no usando o nome do povo que " ... > vestígio do nosso texto primitivo]
Montando as partes:
"Portugal não aprova o aborto, e fica a salvo; mas quem em Portugal o quer aprovar terá muito que sofrer; pois, pelo pecado da pessoa paga a pessoa que dele é responsável."
Aqueles que dizem "vamos exercer o nosso direito de voto" terão contas a prestar [7], isso sim, porque tal "direito" lhes veio do conjunto republicano de leis que os obriga às leis abortistas. É a esses que cabe ter muito que sofrer pelo negócio de usufruírem de falsos direitos em troca de dar falsa legitimidade à República. Como nós, todos aqueles que se têm negado a dar força de legitimidade à República-em-Portugal", não cabe sofrer nem muito nem pouco como seu povo; somos PORTUGUESES verdadeiros e suportamos o peso que hoje isso representa e exige.
Mas enfim, em Portugal mais legítimo é o poder temporal-territorial de um Bispo que o de um republicano; a Igreja em Portugal esteve sempre declaradamente contra o aborto. Nem sequer o aborto foi aprovado em Portugal ... continuou a ser crime nas leis republicanas, mas, em dadas condições tal crime é despenalizado (despenalizar um crime em dadas condições é diferente de legalizar o crime ou removê-lo dessa classe). Por fim, não foram os governantes republicanos a votar a despenalização: um referendo popular, cuja pergunta tinha várias deficiências, levou com uma abstenção de 56% (a maioria), e tendo havido um anterior, em 1998 o "não"ganhou.
(a continuar)
"Portugal não aprova o aborto, e fica a salvo; mas quem em Portugal o quer aprovar terá muito que sofrer; pois, pelo pecado da pessoa paga a pessoa que dele é responsável."
Aqueles que dizem "vamos exercer o nosso direito de voto" terão contas a prestar [7], isso sim, porque tal "direito" lhes veio do conjunto republicano de leis que os obriga às leis abortistas. É a esses que cabe ter muito que sofrer pelo negócio de usufruírem de falsos direitos em troca de dar falsa legitimidade à República. Como nós, todos aqueles que se têm negado a dar força de legitimidade à República-em-Portugal", não cabe sofrer nem muito nem pouco como seu povo; somos PORTUGUESES verdadeiros e suportamos o peso que hoje isso representa e exige.
Mas enfim, em Portugal mais legítimo é o poder temporal-territorial de um Bispo que o de um republicano; a Igreja em Portugal esteve sempre declaradamente contra o aborto. Nem sequer o aborto foi aprovado em Portugal ... continuou a ser crime nas leis republicanas, mas, em dadas condições tal crime é despenalizado (despenalizar um crime em dadas condições é diferente de legalizar o crime ou removê-lo dessa classe). Por fim, não foram os governantes republicanos a votar a despenalização: um referendo popular, cuja pergunta tinha várias deficiências, levou com uma abstenção de 56% (a maioria), e tendo havido um anterior, em 1998 o "não"ganhou.
(a continuar)
21/06/17
ASCENDENS - INFORMAÇÃO DE ÚLTIMA HORA
A 20 de Junho (2017) a página FSSPX-Portugal (Facebook) fez uma pequena postagem a respeito do trecho "Se Portugal não aprova o aborto, ficará a salvo; se o aprovar, terá muito que sofrer. Pelo pecado da pessoa paga a pessoa que dele é responsável; mas pelo pecado da Nação paga todo o povo. Porque os governantes que promulgam as leis iníquas fazem-no em nome do povo que os elegeu." atribuindo-o à Irmã Lúcia. (partimos de indícios que a pequena postagem é independente da FSSPX).
O blog ASCENDENS informa que:
- em certo site, o autor do blog ASCENDENS tinha já comentado aquele trecho, expondo-lhe falhas e problema;
- depois, dia 25 de Maio (2017), iniciámos no blog ASCENDENS a redacção de uma análise ao mesmo trecho (redacção mantida só na memória interna do blog);
- a delicadeza da matéria, a vastidão de conteúdos desacostumados dos católicos em geral, a dificuldade de tornar tudo resumido e claro acabou por ir demorando a conclusão, e a nossa análise manteve-se "na gaveta";
- ontem ponderámos desistir da conclusão e publicação desse trabalho, mas, tornou-se evidente a maior necessidade em completá-lo, e publicá-lo;
- publicaremos então a parte já adiantada como "I parte", e ficará a "II parte" para depois (o artigo tem notas de rodapé na caixa de mensagens);
- para que esta informação tenha tempo de ser conhecida, publicaremos a tal I parte depois de passar um dia da publicação deste artigo que agora ledes.
- em certo site, o autor do blog ASCENDENS tinha já comentado aquele trecho, expondo-lhe falhas e problema;
- depois, dia 25 de Maio (2017), iniciámos no blog ASCENDENS a redacção de uma análise ao mesmo trecho (redacção mantida só na memória interna do blog);
- a delicadeza da matéria, a vastidão de conteúdos desacostumados dos católicos em geral, a dificuldade de tornar tudo resumido e claro acabou por ir demorando a conclusão, e a nossa análise manteve-se "na gaveta";
- ontem ponderámos desistir da conclusão e publicação desse trabalho, mas, tornou-se evidente a maior necessidade em completá-lo, e publicá-lo;
- publicaremos então a parte já adiantada como "I parte", e ficará a "II parte" para depois (o artigo tem notas de rodapé na caixa de mensagens);
- para que esta informação tenha tempo de ser conhecida, publicaremos a tal I parte depois de passar um dia da publicação deste artigo que agora ledes.
16/06/17
NA SERRA ALTA - INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL
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| S. Teotónio, primeiro Santo do Reino de Portugal, apoiante do Venerável D. Afonso Henriques |
"Pela independência daquilo que já era nosso, D. Afonso Henriques lutou - Rei que foi elevado a Venerável pela Santa Igreja, foi a ele dada milagrosa visão, teve o apoio de São Teotónio na independência. Pela independência de Portugal, lutou D. João I - deu-lhe Deus um General santo, o Santo Condestável D. Nuno Alvares pereira. Pela independência do Trono de Portugal, lutou D. João IV - rei que coroou a Imaculada Conceição Rainha e Padroeira de Portugal, e que a devolução do Trono à legitimidade foi por Deus anunciado à Venerável Leonor Rodrigues. Toda esta independência contrasta com aquela dos liberais, que, depois da horrível victória de 1834: declara independência prática às leis de sucessão, usurpando o Trono; declara independência prática à Tradição e lei nossa, declarando o constitucionalismo; declara independência do poder temporal eclesiástico, nomeando um grupo de clérigos como representantes da Igreja portuguesa para com eles negociar a extinção da Santa Igreja Patriarcal de Lisboa; sem querer deixar o nome católico declara independência, para proceder à remoção dos Bispos resistentes (nomeando outros) e encerrar todos os Conventos. A primeira é a boa independência, que melhor deveríamos chamar "obrigação"; a segunda é uma má independência, que consiste na obtenção concupiscível de poder, domínio, de ambições privadas, desafogo de ódios, que os revolucionários costumam, desde os mais rudes aos mais sofisticados. Não parece que "independência" seja o melhor nome para aqueles nossos bons feitos, mas sim "obediência", "dever", "justiça", "patriotismo", "honra dos legítimos superiores", "heroísmo".
(na serra alta - J. Antunes)
(na serra alta - J. Antunes)
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