Do Jornal FOLHA DE S. PAULO (30 de Abril, 2017)
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30/04/17
PORTUGAL - PROCESSO DE ISLAMIZAÇÃO com algumas dificuldades
SIC NOTÍCIAS (24.04.2017)
"Do 1285 "refugiados" acolhidos "por Portugal", 40% abandonaram o país; ou seja, mais de 400. Segundo o levantamento feito pelo Diário de Notícias, só nos dois primeiros meses do ano, mais de 200 refugiados saíram das instituições que os acolheram; na maioria cidadãos de nacionalidade síria. 147 [destes] "imigrantes" foram entretanto dectetados, e até mesmo detidos, sobretudo em Alemanha e França; estão agora obrigados a regressar a Portugal, um deles já o fez, e os restantes continuam em paradeiro desconhecido. O regresso fica a cargo do Governo "português", que é responsável por pagar todas as despesas da deslocação...." (transcrição da notícia televisiva)
"Do 1285 "refugiados" acolhidos "por Portugal", 40% abandonaram o país; ou seja, mais de 400. Segundo o levantamento feito pelo Diário de Notícias, só nos dois primeiros meses do ano, mais de 200 refugiados saíram das instituições que os acolheram; na maioria cidadãos de nacionalidade síria. 147 [destes] "imigrantes" foram entretanto dectetados, e até mesmo detidos, sobretudo em Alemanha e França; estão agora obrigados a regressar a Portugal, um deles já o fez, e os restantes continuam em paradeiro desconhecido. O regresso fica a cargo do Governo "português", que é responsável por pagar todas as despesas da deslocação...." (transcrição da notícia televisiva)
17/04/17
HISTÓRIA DOS MILAGRES DO ROSÁRIO (VIII)
(continuação da VII parte)
DIÁLOGO I
A Devoção do Santíssimo Rosário Tem Virtude Para Livrar da Morte Aqueles a Quem Outros Querem Matar e Para Se Fazerem Amizades Entre os Que se Querem Mal.
Anselmo e D. Hector fidalgo
Partidos os três companheiros do Colégio da Purificação de Évora, antes de chegar ao Mosteiro de nossa Senhora do Espinheiro, que é da ordem dos padres de S. Jerónimo, pela outra parte do caminho vinha um homem a cavalo galopando com uma lança na mão, o qual se chama D. Hector. No modo de correr e no rosto aceso, e afrontado, dava a entender, que alguma paixão o movia, e muito mais quando lhe preguntou se haviam visto entrar no mosteiro um homem (o qual nomeou por seu nome) dizendo que lhe deixava morto seu irmão, e que ele também o queria matar. Mas o padre Anselmo chegando-se a ele, lhe disse que não viram tal homem. Ele querendo caminhar adiante, com cortesia lhe lançou mão da rédea do cavalo, e o deteve, dizendo-lhe que lhe fizesse mercê de se deter com ele um pouco, e que logo poderia caminhar.
- Não é este tempo de conversação de Religiosos - disse ele - senão de tornar por minha honra, e tomar vingança da morte de meu irmão, tão injusta, e civil.
- Aqui daremos remédio a vossa honra - disse Anselmo - e o matador não ficará sem vingança.
Ficou então o fidalgo movido com a promessa de duas coisas que ele tanto desejava; e como tinha crédito da pessoa com quem falava, parou. E dando o cavalo a um moço, que naquele tempo chegou, lhe disse Anselmo:
- Entremos a fazer oração - porque o Mosteiro estava muito preto - e saberemos também se o matador se tem aí acolhimento.
Ficou contente D. Hector, e chegando à igreja, foram logo fazer oração diante da Imagem de nossa Senhora, que é de grande devoção, e nela a tem toda a cidade. Acabando a oração, Anselmo disse aos dois companheiros, à parte, que com muita devoção rezassem ambos o terço do Rosário, que nosso Senhor alumiasse aquele homem no negócio de sua salvação, que ele lhe queria falar devagar.
Ficou contente D. Hector, e chegando à igreja, foram logo fazer oração diante da Imagem de nossa Senhora, que é de grande devoção, e nela a tem toda a cidade. Acabando a oração, Anselmo disse aos dois companheiros, à parte, que com muita devoção rezassem ambos o terço do Rosário, que nosso Senhor alumiasse aquele homem no negócio de sua salvação, que ele lhe queria falar devagar.
Assentados ambos:
- Senhor D. Heitor, neste negócio que pretendei, que é vingança da morte de vosso irmão e satisfazer vossa honra matando, em tudo andais enganado, porque quanto à honra, antes a perdeis com Deus, e com os homens bons Cristãos que com estes se deve ter a honra, antes a perdeis como Deus, e com os homens bons Cristãos que com este devem ter conta, porque matando a vosso próximo com a vingança, fazeis contra o que vos manda vosso Deus e vosso Rei, e todo o que não obedecer a seu Rei, é tido por homem de pouca fidalguia e primor, e perde honra, e não haveis de ter conta com os que tendo o nome de Cristãos, não guardam sua lei. Quanto à vingança, Deus a toma à sua conta, quem vos saberá vingar, e se nas coisas de honra vos fiais de capitães, e Reis, tomando-os por juízes em vossas brigas, muito mais vos haveis de fiar de Deus, e tomá-lo por juiz quem vos manda que lhe deixeis a vingança, e da que por vossa mão tomardes vos podem nascer mui grandes males para vossa pessoa e Casa.
- Agora vejo - disse D. Hector - quanto nos cega a paixão e como andamos enganados ante todo o mundo, na matéria da vingança; porque me parece que em poucas palavras me deixastes tudo o que se podia dizer, e fico persuadido a ter conta com a lei de Deus, e com minha alma, que há de viver para sempre, e deixar a vingança a Deus, que ele como pai terá conta com minha honra, e como juiz castigará aos matadores.
- Ó Jesus, Jesus - disse Anselmo - não me pudera agora acontecer coisa de maior contentamento, que ver-nos livres de tão grande barranco, em que o demónio vos queria deitar, mas sabei que por intercessão daquela Senhora, e de seu santo Rosário, que aqueles padres rezaram entretanto que estivemos falando, vos mudou o coração [e iluminou a mim no falar], e em lugar do ódio de vosso próximo, vos pôs [entendimento e] amor, e perdão da injúria.
- Como ? - perguntou D. Hector - a devoção do Rosário tem virtude para mudar o [entendimento e o]coração e fazer amigos, como eu sinto em mim, que o estou já com quem me matou meu irmão, folgarei muito de o ouvir.
(continuação, IX parte)
- Senhor D. Heitor, neste negócio que pretendei, que é vingança da morte de vosso irmão e satisfazer vossa honra matando, em tudo andais enganado, porque quanto à honra, antes a perdeis com Deus, e com os homens bons Cristãos que com estes se deve ter a honra, antes a perdeis como Deus, e com os homens bons Cristãos que com este devem ter conta, porque matando a vosso próximo com a vingança, fazeis contra o que vos manda vosso Deus e vosso Rei, e todo o que não obedecer a seu Rei, é tido por homem de pouca fidalguia e primor, e perde honra, e não haveis de ter conta com os que tendo o nome de Cristãos, não guardam sua lei. Quanto à vingança, Deus a toma à sua conta, quem vos saberá vingar, e se nas coisas de honra vos fiais de capitães, e Reis, tomando-os por juízes em vossas brigas, muito mais vos haveis de fiar de Deus, e tomá-lo por juiz quem vos manda que lhe deixeis a vingança, e da que por vossa mão tomardes vos podem nascer mui grandes males para vossa pessoa e Casa.
- Agora vejo - disse D. Hector - quanto nos cega a paixão e como andamos enganados ante todo o mundo, na matéria da vingança; porque me parece que em poucas palavras me deixastes tudo o que se podia dizer, e fico persuadido a ter conta com a lei de Deus, e com minha alma, que há de viver para sempre, e deixar a vingança a Deus, que ele como pai terá conta com minha honra, e como juiz castigará aos matadores.
- Ó Jesus, Jesus - disse Anselmo - não me pudera agora acontecer coisa de maior contentamento, que ver-nos livres de tão grande barranco, em que o demónio vos queria deitar, mas sabei que por intercessão daquela Senhora, e de seu santo Rosário, que aqueles padres rezaram entretanto que estivemos falando, vos mudou o coração [e iluminou a mim no falar], e em lugar do ódio de vosso próximo, vos pôs [entendimento e] amor, e perdão da injúria.
- Como ? - perguntou D. Hector - a devoção do Rosário tem virtude para mudar o [entendimento e o]coração e fazer amigos, como eu sinto em mim, que o estou já com quem me matou meu irmão, folgarei muito de o ouvir.
(continuação, IX parte)
COMUNICADO ASCENDENS - "Imitação de Cristo"
Ao longo destes anos, o blog ASCENDENS fez promoção a alguns clássicos da Espiritualidade, sendo um deles a Imitação de Cristo (Tomás de Kempis) - transcrevemos e publicámos esta obra no blog. Chega-nos a informação que, depois de acabada toda a nossa publicação, o Senhor Pe. Basílio Méramo tem publicado sermões nos quais critica esta obra de "voluntarista", e que ninguém antes dele se deu conta dos erros dela. Cabe-nos então fazer um esclarecimento.1 - O blog ASCENDENS não é órgão oficioso duma pastoral determinada, ou causa, é sim um instrumento secundário. Não raras vezes, no blog é publicado o "rodapé" ou textos de apoio de uma dinâmica privada, para que tal sirva de proveito a todos.
2 - A transcrição da obra Imitação de Cristo foi gentilmente executada por um colaborador, a quem o autor do blog ajudou a fugir das garras do modernismo, e liberalismo, para defesa e aceitação total do Catolicismo na sua versão tradicional, tal como ao Pensamento Católico etc..
3 - A recomendação dada a respeito da Imitação de Cristo como livro de iniciação levou sempre duas indicações: de ser livro introdutório a ser ajustado pelos conteúdos do Preparação Para a Morte (Sto. Afonso de Ligório), pois o livro era um pouco "sentimentalista" e feito para a vida "solitária" dos conventos. Esta recomendação foi feita também para outros casos (pessoas), não aconteceu apenas com uma, ou por acaso, ou ficou a obra recomendada sozinha.
4 - Foi anunciado no blog ASCENDENS uma boa edição da obra abundante em notas explicativas.
4 - Foi anunciado no blog ASCENDENS uma boa edição da obra abundante em notas explicativas.
5 - A Imitação de Cristo é um livro recomendado por santos, e que fez parte da leitura de santos.
Não seria demasiado perguntar ao Senhor Pe. Basílio Méramo, para fins didáticos, exemplo de vida, e ilustração: em que medida a leitura da Imitação de Cristo atrasou o seu percurso de santificação?
Fica assim esclarecida a nossa posição, e que antes daquela opinião a respeito de alguns pontos "sentimentalistas" da obra, nunca o responsável deste blog ouvira de outro tal opinião, e nem por isso deu a obra por inútil ou sem brilho necessário. Para OS DIAS DE HOJE, principalmente, nunca recomendaríamos esta como obra única ou principal.
16/04/17
15/04/17
LAMENTAÇÃO - Diogo Dias Melgás
Lamentação, musicada pelo compositor português Diogo Dias Melgas [Lemgaz] (1638 - 1700).
11/04/17
10/04/17
PROCISSÃO DAS 7 DORES DE N. SENHORA - Mafra
Algumas fotos da Procissão das Sete Dores de Nossa Senhora, em Mafra (9 de Abril de 2017). Desta, descartámos as fotos menos adequadas.. Eis a selecção:















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09/04/17
FORMA EXTRAORDINÁRIA EM PORTUGUÊS
Corre um baixo assinado no Brasil e em Portugal para pedir ao Papa Francisco que "liberte" a Forma Extraordinária do Rito Romano, do latim:
Santo Padre o Papa Francisco: Forma Extraordinária do Rito Romano em Língua Vernácula
Porque isto é importante
Todos nós acolhemos com grande alegria a permissão dada pelo Papa Bento XVI no seu Motu Próprio "Summorum Pontificum" para a livre celebração da Santa Missa em Forma Extraordinária do Rito Romano.
Todos nós acolhemos com grande alegria a permissão dada pelo Papa Bento XVI no seu Motu Próprio "Summorum Pontificum" para a livre celebração da Santa Missa em Forma Extraordinária do Rito Romano.
Todavia, notamos que infelizmente o domínio da língua latina não é tal que as riquezas de tal Forma do Rito possam ser partilhadas com todos os cristãos interessados em participarem activamente de tais cerimónias.
Por isso, filialmente pedimos a Sua Santidade que autorize a celebração da Santa Missa na Forma Extraordinária em língua vernácula (no seu todo ou em parte), usando uma tradução literal e fiel ao texto original do Missal, para deste modo manter toda a riqueza daquela forma do rito, com o seu calendário, orações, cânticos, gestos, ministérios, alfaias e instrumentos musicais litúrgicos tradicionais.
Confiados à vossa prudência, humildemente vos confiamos as nossas orações, e pedimos a vossa bênção Papal.
08/04/17
COMUNICADO ASCENDENS (07/04/2017)
Faz algum tempo, o blog ASCENDENS reduziu bastante o número de publicações devido a certas preocupações pessoais que ao autor exigem reflexão e redobrado cuidado; tudo acrescido de recomendações para temporário afastamento de assuntos mormente delicados, e algum repouso intelectual.
Somam-se agora maléficas e inesperadas ocorrências lançada sobre o mesmo autor, ocorrências que não têm outro fim que provocar um super ad hominem que inutilizasse o autor como testemunho de certos casos.
Destas e de outras farpas amargas, pela dádiva de Deus acabam por aparecer as provas dispensadoras de testemunhos; nem assim chega a imunidade a certa desilusão, e manda a prudência que continue certo distanciamento prudencial. Assim o autor do blog ASCENDENS declara:
Por espaço de tempo indeterminado, as publicações do blog ASCENDENS terão de ser poucas, raras, ou nenhumas, passando a ficar o blog muito mais dependente da disponibilidade dos colaboradores.
Vou procurar ficar de "férias" de todas estas coisas, e doutras, quanto me seja possível.
A todos os que ouvirem criticar-me perguntem-lhes antes de acreditar: "viu isso, ouviu-lhe tal, tem documentos que o evidenciem?", nem que seja ao Papa.
Pedro Oliveira.
Somam-se agora maléficas e inesperadas ocorrências lançada sobre o mesmo autor, ocorrências que não têm outro fim que provocar um super ad hominem que inutilizasse o autor como testemunho de certos casos.
Destas e de outras farpas amargas, pela dádiva de Deus acabam por aparecer as provas dispensadoras de testemunhos; nem assim chega a imunidade a certa desilusão, e manda a prudência que continue certo distanciamento prudencial. Assim o autor do blog ASCENDENS declara:
Por espaço de tempo indeterminado, as publicações do blog ASCENDENS terão de ser poucas, raras, ou nenhumas, passando a ficar o blog muito mais dependente da disponibilidade dos colaboradores.
Vou procurar ficar de "férias" de todas estas coisas, e doutras, quanto me seja possível.
A todos os que ouvirem criticar-me perguntem-lhes antes de acreditar: "viu isso, ouviu-lhe tal, tem documentos que o evidenciem?", nem que seja ao Papa.
Pedro Oliveira.
CARTA DA COMISSÃO ECCLESIA DEI SOBRE MATRIMÓNIOS NA FSSPX
Muitos daqueles que leram a notícias a respeito da Carta da Comissão Ecclesia Dei para os Matrimónios relativos à FSSPX não leram o documento integral emitido aprovado pelo Papa Fransico. Achámos por bem traduzir todo o documento e deixar uma ligação ao original na página do Vaticano.
Antes de mais, manifestamos o nosso desconforto para com a expressão "fiéis da FSSPX", é um pouco mais claro é empregar aquela outra do documento "fiéis que seguem a actividade pastoral da FSSPX", porque actualmente revela-se pouco esclarecedora a primeira, ou nada esclarecedora.
Antes de mais, manifestamos o nosso desconforto para com a expressão "fiéis da FSSPX", é um pouco mais claro é empregar aquela outra do documento "fiéis que seguem a actividade pastoral da FSSPX", porque actualmente revela-se pouco esclarecedora a primeira, ou nada esclarecedora.
Eminência:
Excelência Rev.mª:
Como se sabe, faz já algum tempo que se realizam encontros e iniciativas para conseguir a plena comunhão com a Igreja da FSSPX. Em concreto, recentemente o Santo Padre decidiu conceder a todos os sacerdotes da mencionada instituição as faculdades para confessar (cf. Carta Apostólica Misericordia et misera, n. 12), assegurando a possibilidade de que a absolvição sacramental dos pecados por eles administrados seja recebida válida, e licitamente.
Na mesma linha pastoral, a qual pretende tranquilizar a consciência dos fiéis - não obstante, que a situação canónica da FSSPX continua sendo, por enquanto, objectivamente ilegítima - o Santo Padre, à proposta da Congregação para a Doutrina da Fé e da Comissão Ecclesia Dei, decidiu autorizar aos Reverendíssimos Ordinários [Bispos Diocesanos] conceder assistência aos matrimónios de fieis que sigam a actividade pastoral da FSSPX, conforme as indicações seguintes.
Sempre que seja possível, o Bispo [da respectiva diocese] delegará num sacerdote da Diocese para que este assista aos matrimónios (ou ainda, com as devidas licenças a um sacerdote de outra circunspecção eclesiástica) para que este receba o consentimento dos cônjuges no rito do sacramento que, na liturgia do Vetus Ordo, se realiza ao início da Santa Missa. A esta celebra-a depois um sacerdote da FSSPX.
Onde isto não for possível, ou não haja sacerdotes diocesanos que possam receber o consentimento das partes, o Ordinário pode conceder directamente as faculdades necessárias a um sacerdote da FSSPX que celebrará também a Santa Missa, advertindo-o da obrigação de fazer chegar quanto antes à Cúria diocesana o documento do matrimónio celebrado.
Esse Dicastério confia em Sua colaboração com a convicção de que com estas indicações não somente se poderão remover os escrúpulos de consciência de alguns fiéis unidos à FSSPX e a falta de certeza sobre a validez do sacramento do matrimónio, senão que ao mesmo tempo, se avançará em direcção à plena regularização institucional.
O Sumo Pontífice Francisco, a 24 de Março de 2017, na audiência concedida ao Cardial Presidente, aprovou a presente Carta e ordenou a sua aplicação.
Dada em Roma, na Sede da Congregação para a Doutrina da Fé,
27 de Março de 2017.
Gerhard Card. L. Muller (Presidente)
+ Guido Pozzo, Arcebispo tit. de Bangnoregio (Secretário)
05/04/17
POPULE MEUS - Diogo Melgaz
Diogo Dias Melgáz [Melgás] (1638 - 1700), compositor português.
(no vídeo: "Popule meus"; na imagem, a capela mor da Sé de Évora onde foi Mestre-capela)
(no vídeo: "Popule meus"; na imagem, a capela mor da Sé de Évora onde foi Mestre-capela)
04/04/17
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